Que alívio!
Microsoft retira a oferta de compra do Yahoo! – Folha Online: 03/05/2008 – 21h53
Microsoft walks away from Yahoo – BBC News: 02:35 GMT, Sunday, 4 May 2008 03:35 UK
airtonjo
Biblioblogueiro de maio 2008: Stephen Pfann
Jim West, em Biblioblogs.com, entrevista Stephen Pfann, do biblioblog The View from Jerusalem, escolhido como o biblioblogueiro do mês de maio de 2008.
Stephen Pfann is the founder and President of the University of the Holy Land/Center for the Study of Early Christianity, Israel. Under his leadership, UHL/CSEC has sought to provide the concerned graduate student and New Testament scholar with an environment in which he or she can effectively explore the origins of the Christian faith, particularly in its first generation and in the land of its birth. UHL is a graduate school, with a cooperative program with the Rothberg International School of the Hebrew University.
Colóquio sobre narrativa e exegese bíblica
Edições Loyola e Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, São Paulo, convidam professores e pós-graduandos em Bíblia para um colóquio com André Wénin sobre Narrativa e Exegese Bíblica.
Este evento, que é gratuito, acontecerá no dia 19 de maio de 2008, às 14h00, na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo.
Inscrições até dia 16 de maio na secretaria da Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, na Av. Nazaré, 933 – Ipiranga.
André Wénin, Doutor em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma, 1988, é Professor de Exegese do Antigo Testamento na Universidade Católica de Lovaina, Bélgica, e professor convidado da Pontifícia Universidade Gregoriana, Roma, para a teologia bíblica do Pentateuco.
Área de Pesquisa: Literatura narrativa do Antigo Testamento, em especial, do Gênesis
Área de Ensino: Antigo Testamento: introdução e exegese; Hebraico Bíblico
Publicação traduzida no Brasil: O Homem Bíblico: Leituras do Primeiro Testamento. São Paulo: Loyola, 2006, 184 p. – ISBN 9788515031993.
Original: L’homme biblique: Lectures dans le premier Testament. 2. ed. Paris: Éditions du Cerf, 2004, 220 p. – ISBN 9782204074186.
André Wénin, Docteur en Sciences Bibliques (PIB, 1988), est Professeur d’exégèse de l’Ancien Testament à la Faculté de Théologie, de l’Université Catholique de Louvain-la-Neuve, Belgique. Il est également professeur invité à l’Université Grégorienne de Rome pour la théologie biblique du Pentateuque.
Domaines de recherche: Littérature narrative de l’Ancien Testament, en particulier la Genèse
Domaines d’enseignement: Ancien Testament : introduction et exégèse ; hébreu biblique.
Comunicado enviado por Cássio Murilo Dias da Silva.
Desafio aos fundamentalistas
Desafio lançado por James F. McGrath, Professor de Religião na Butler University, Indianapolis, Indiana, USA, em seu blog Exploring Our Matrix.
Challenge to Anti-Intellectual Christian Fundamentalists
Leia e aprecie!
Biblical Studies Carnival XXIX
Seleção dos melhores posts de abril de 2008. Feita, com muita competência e abrangência, por Jim West, em seu biblioblog.
Devo lembrar, entretanto, que há pequeno equívoco na menção de meu post de 20 de abril, O Êxodo do Egito: da Bíblia à arqueologia, provavelmente provocado pela estranheza da língua portuguesa nos meios acadêmicos fora do Brasil.
Diz Jim: “Airton Jose da Silva points to an interesting assertion- that archaeology proves that Moses didn’t exist. Enjoy, if you dare. But be forewarned, archaeology cannot prove a negative”.
Jim alerta que a arqueologia não pode provar uma negativa. Perfeito. Só que o artigo é do Reinaldo José Lopes, do G1, canal de notícias do sistema Globo, e tem por título Moisés pode não ter existido, sugere pesquisa arqueológica. Que não deve ser entendido, obviamente, como archaeology proves that Moses didn’t exist [arqueologia prova que Moisés não existiu], mas archaeology suggests that Moses didn’t exist [arqueologia sugere que Moisés não existiu].
O que estou fazendo lá? O articulista apenas consultou dois biblistas que lidam com o assunto em seus estudos: Milton Schwantes e eu. Contribuímos com três ou quatro parágrafos do texto, se tanto.
Além do que, a temática do ensaio nem é propriamente a figura de Moisés, mas a questão das origens de Israel, em perfeita sintonia com as conclusões de Israel FINKELSTEIN & Neil Asher SILBERMAN, The Bible Unearthed. Archaeology’s New Vision of Ancient Israel and the Origin of Its Sacred Texts. Livro que o Reinaldo, editor de ciências do G1, me assegurou ter lido no original inglês, embora exista tradução brasileira, mas que apresenta falhas tanto na precisão [da tradução] quanto na escolha do título, A Bíblia não tinha razão.
Mais interessante, Jim, é observar as furiosas reações dos fundamentalistas nas centenas de comentários feitos ao ensaio. Conto ali até às 16h02 do dia 01/05/2008, 703 comentários! E proveitoso é comparar estes comentários com os desafios que o fundamentalismo propõe ao biblista e à academia, como analisado aqui e aqui. O que me levou a escrever outro post, com o título de Fundamentalismo: um desafio permanente.
Resenhas na RBL: 30.04.2008
As seguintes resenhas foram recentemente publicadas pela Review of Biblical Literature:
Martin Beck and Ulrike Schorn, eds.
Auf dem Weg zur Endgestalt von Genesis bis II Regum: Festschrift Hans-Christoph Schmitt zum 65. Geburtstag
Reviewed by Klaas Spronk
Beate Ego and Helmut Merkel, eds.
Religiöses Lernen in der biblischen, frühjüdischen und früjchristlichen Überlieferung
Reviewed by Wilhelm Pratscher
Eldon Jay Epp
Junia: The First Woman Apostle
Reviewed by Nancy Calvert-Koyzis
Alice Hunt
Missing Priests: The Zadokites in Tradition and History
Reviewed by Lena-Sofia Tiemeyer
Lenka Karfíková, Scott Douglass, and Johannes Zachhuber, eds.
Gregory of Nyssa: Contra Eunomium II: An English Version with Supporting Studies, Proceedings of the 10th International Colloqium on Gregory of Nyssa (Olomouc, September 15-18, 2004)
Reviewed by Mark Weedman
Ivan Shing Chung Kwong
The Word Order of the Gospel of Luke: Its Foregrounded Messages
Reviewed by Steven Runge
Adriane B. Leveen
Memory and Tradition in the Book of Numbers
Reviewed by Thomas B. Dozeman
Morwenna Ludlow
Gregory of Nyssa, Ancient and (Post)modern
Reviewed by Ilaria Ramelli
Reviewed by Kevin D. Hill
Philip L. Mayo
“Those Who Call Themselves Jews”: The Church and Judaism in the Apocalypse of John
Reviewed by Jack T. Sanders
W. David Nelson, ed. and trans.
Mekhilta De-Rabbi Shimon Bar Yohai
Reviewed by Steven D. Sacks
Christoph Nihan
From Priestly Torah to Pentateuch: A Study in the Composition of the Book of Leviticus
Reviewed by Eckart Otto
Armand Puig i Tàrrech, ed.
Imatge de Déu (Catalan)
Reviewed by Philippe Guillaume
William M. Schniedewind and Joel H. Hunt
A Primer on Ugaritic Language, Culture, and Literature
Reviewed by Robert D. Holmstedt
John Howard Schütz
Paul and the Anatomy of Apostolic Authority
Reviewed by Graydon F. Snyder
Tommy Wasserman
The Epistle of Jude: Its Text and Transmission
Reviewed by Stephen D. Patton
Com que olhar a Teologia olha o mundo?
Três artigos que acabei de ler na revista Estudos Teológicos, da EST, e que valem a pena. Todos tratam da relação da Teologia com a Academia, ou, se preferirmos, do desafio que é fazer Teologia a partir das múltiplas definições que dão do mundo a ciência e a fé. Como diz o Editorial, são artigos que “enfocam o estatuto teórico da teologia no âmbito das demais ciências”.
Os três autores são professores e pesquisadores da Faculdades EST, de São Leopoldo, RS. Os artigos foram publicados no ano passado, 2007, e estão no vol. 47, n. 2 da revista, com texto completo disponível online em formato pdf.
Enio R. Mueller, A teologia e seu estatuto teórico: contribuições para uma discussão atual na universidade brasileira. Estudos Teológicos 2007, vol. 47, n. 2, p. 88-103.
Do artigo:
“Neste momento histórico, a Teologia, depois de ser convidada oficialmente para o grande concerto da academia no Brasil, busca definir seu estatuto teórico. Ou seja, o que exatamente faz com que ela se sinta no direito a ter um lugar como protagonista deste concerto. A impressão geral, no mundo acadêmico, é que a Teologia ainda não mostrou por que ocupa, agora, uma cadeira nesta orquestra. Penso que a própria Teologia é, em parte, responsável por esta situação. A não-necessidade de pensar seu estatuto teórico já é evidência de uma compreensão do mesmo que por tanto tempo, ao lado de outros fatores históricos, tem mantido a Teologia fora da universidade brasileira. Em discussão está o que as ciências vêem. O que cada uma vê ‘que só ela vê’, que é o que justifica a inclusão de uma nova ciência no concerto geral. Em nosso caso, concretamente, o que a Teologia vê ‘que só ela vê'”.
Júlio Paulo Tavares Zabatiero, Do Estatuto Acadêmico da Teologia: pistas para a solução de um problema complexo. Estudos Teológicos 2007, vol. 47, n. 2, p. 67-87.
Como exemplo, um trecho:
“Sua localização no limiar entre experiência de fé e experiência científica implica que a teologia será, também, e inevitavelmente, uma teoria crítica da fé vivida. Teólogas e teólogos não podem aceitar e compactuar com formas de vida cristã que reduzam a fé aos interesses institucionais que regulamentam a vida de seus fiéis, ou aos interesses individualistas de crentes que confundem salvação com a satisfação de seus próprios desejos”.
Rudolf von Sinner, Teologia como Ciência. Estudos Teológicos 2007, vol. 47, n. 2, p. 57-66.
Do artigo, um exemplo:
“Portanto, a teologia é a reflexão metodologicamente responsável sobre o falar de Deus, esta linguagem primária que proclama a boa nova de Deus e se dirige a Ele em louvor e oração. Não é restrita a teólogas e teólogos academicamente formados, mas é de forma especial tarefa destas e destes apresentarem e discutirem argumentos teológicos sobre determinado assunto da fé. É neste sentido que a teologia é ciência: está sempre à procura da verdade, ainda que não a possua nem a possa encontrar de forma absoluta. Apresenta o que dela percebe com argumentos que podem ser criticados e discutidos. A dúvida é um importante motor desta procura, desde que não destrua a fé num ceticismo sem fim. Preserva, contudo, a teologia de cair num dogmatismo auto-reprodutivo. São estes mesmos dois perigos que qualquer ciência enfrenta: cair no ceticismo ou no dogmatismo, ou seja, na negação de uma diferença sustentável entre opinião e conhecimento ou na restrição do conhecimento científico a um tipo muito específico de conhecimento”.
EST outorga titulo a Leonardo Boff
No dia 15 de maio, a Faculdades EST – Escola Superior de Teologia, vinculada à Rede Sinodal de Educação e identificada com a IECLB – Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil -, com sede em São Leopoldo, RS, outorgará o título de doutor “Honoris Causa” ao teólogo Leonardo Boff.

Além desta homenagem, estão programados outros eventos com a participação de Leonardo Boff na EST a partir do dia 12 de maio de 2008.
Destaco a palestra de Leonardo Boff, O cosmos e a teologia, no dia 14, e o Curso de Extensão Leonardo Boff e a Teologia Protestante, que tem como objetivos evidenciar a importância da reflexão teológica de Leonardo Boff no contexto da teologia protestante e oportunizar o diálogo entre a Teologia Protestante e o pensamento teológico de Leonardo Boff.
Os palestrantes deste curso, que acontece de 12 a 16 de maio, são:
Prof. Dr. Leonardo Boff, Petrópolis – RJ
Prof. Dr. Hermann Brandt, Erlangen – Alemanha
P. Dr. Silfredo Bernardo Dalferth – Alemanha
Prof. Dr. Valério Guilherme Schaper, EST – RS
Prof. Dr. Claus Schwambach, Faculdade Luterana de Teologia, São Bento do Sul – SC
Prof. Dr. Rudolf von Sinner, EST – RS
Prof. Dr. Euler Renato Westphal, Faculdade Luterana de Teologia, São Bento do Sul e Univille – SC
Sobre o evento diz o site da EST:
Estará na Faculdades EST, de 12 a 16 de maio, o Prof. Dr. Leonardo Boff, junto com sua esposa, a educadora e lutadora pelos direitos humanos Márcia Miranda. O Prof. Boff é uma das pessoas mais eminentes neste país e internacionalmente, certamente o teólogo brasileiro mais conhecido e respeitado na contemporaneidade. Tem vasta produção científica e jornalística, traduzida em várias línguas (cf. https://leonardoboff.wordpress.com/). Além do seminário franciscano de Petrópolis (RJ), onde fora professor durante 22 anos, lecionou na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e foi professor visitante nas universidades de Lisboa (Portugal), Salamanca (Espanha), Harvard (EUA), Basel (Suíça), e Heidelberg (Alemanha). Também foi professor convidado na EST para um seminário intensivo, em 1994. Além dos recintos acadêmicos, o Prof. Boff tem conseguido alcançar amplo público no Brasil e mundo afora, nomeadamente ao tratar de questões da espiritualidade, da ecologia, e do entendimento entre os povos. Não apenas pelo discurso, mas pela sua militância junto a movimentos sociais e a comunidades eclesiais de base tem contribuído de forma significativa para o bem-estar do povo brasileiro. Desde seus estudos de doutorado “laboris causa”, em Munique (Alemanha), o Prof. Boff tem estudado amplamente teólogos protestantes como Friedrich Gogarten, Wolfhart Pannenberg e Gerhard von Rad. Em vários escritos, tem ressaltado a importância de Martinho Lutero e da teologia protestante, demonstrando grande abertura para o ecumenismo. Muitos estudos de doutorado, do punho de teólogos protestantes, têm sido escritos sobre a teologia dele, o que propiciou a idéia do seminário abaixo citado, com a participação de boa parte destes teólogos. Com a outorga do título de doutor “honoris causa”, a Faculdades EST estará homenageando a obra desta teólogo tão eminente, no ano em que completará seus 70 anos (…) Será dedicado a ele também o segundo número de 2008 do periódico Estudos Teológicos, publicando as contribuições do seminário na Faculdades EST, bem como a resposta do próprio Prof. Boff.
Estudos sobre as origens de Israel são reeditados
JAMIESON-DRAKE, D. Scribes and Schools in Monarchic Judah: A Socio-Archaeological Approach. Sheffield: Sheffield Phoenix Press, 2010, 240 p. – ISBN 9781906055486.
This highly original study locates the question of scribes and scribal schools in monarchic Judah in a socio-archaeological context. It departs from earlier studies by assigning priority to interpreting archaeological data within a broad interdisciplinary framework before trying to assess biblical and epigraphic sources. The book provides an analysis of data on settlement, public works, and luxury items in order to produce an archaeologically based picture of the development of state level administrative systems in Judah. The study questions the consensus that the Judahite monarchy became a state at some point in the tenth century BCE. The evidence for the increase in population, building, production, centralization and specialization in the eighth century suggests that Judah did not function as a state before the eighth century BCE. This incisive study challenges the assumption of widespread literacy and the traditional picture of the development of the Judahite monarchy. This volume is a reprint of the 1991 edition with a new preface by Robert B. Coote and Keith W. Whitelam setting the work in the context of recent debates on the history of ancient Israel. David Jamieson-Drake is Director of Institutional Research at Duke University, Durham, North Carolina.
COOTE, R. B.; WHITELAM, K. W. The Emergence of Early Israel in Historical Perspective. Sheffield: Sheffield Phoenix Press, 2010, 220 p. – ISBN 9781906055455.
This highly original study takes a panoramic view of history in order to set the emergence of Israel in the broadest possible perspective. It begins with a study of the nature of historywriting and the increasing problems involved in utilizing the biblical text for historical reconstruction. The authors suggest an alternative approach which assigns priority to interpreting archaeological data within a broad interdisciplinary framework. The book provides a broad overview of settlement patterns and social relations throughout Palestinian history from the middle of the third millennium BCE to the present day in order to illustrate how the emergence of Israel in the early Iron Age fits into the march of time. Archaeological evidence for the appearance of dispersed settlements in the highlands and steppes of Palestine at the beginning of the early Iron Age followed by the rapid centralization of this area suggests that Israel emerged within Palestine in response to the decline in east Mediterranean trade at the end of the Late Bronze Age. The development of an Israelite monarchy is seen as being inextricably linked to the factors involved in Israel’s emergence-as distinct from much previous research which has presented the monarchy as alien to the origins of Israel. This volume is a reprint of the 1987 edition with a new preface by Robert B. Coote and Keith W. Whitelam setting the work in the context of recent debates on the history of ancient Israel. Robert B. Coote is Nathaniel Gray Professor of Hebrew Exegesis and Old Testament at San Francisco Theological Seminary and the Graduate Theological Union. Keith W. Whitelam is Professor of Biblical Studies in the University of Sheffield.
Robert B. Coote e Keith W. Whitelam veem as origens de Israel como parte de um processo de integração milenar entre as regiões das cidades e as regiões das montanhas. Processo que pode ser chamado de ‘realinhamento’ ou ‘transformação’, pois nos períodos de prosperidade as regiões das montanhas providenciavam recursos para as cidades dos vales, enquanto que nos momentos das crises elas absorviam as populações que deixavam tais cidades. No surgimento de Israel o colapso do comércio foi o fator mais significativo, segundo estes autores, pois colocou em crise a sobrevivência das cidades e exigiu dos povoados das montanhas uma forma mais eficaz de colaboração e cooperação para a sobrevivência, levando a um aumento populacional significativo. Com o desenvolvimento destas regiões o comércio foi recuperado, promovendo mais tarde o aparecimento do Estado.
HOPKINS, D. C. The Highlands of Canaan: Agricultural Life in the Early Iron Age. Sheffield: Sheffield Phoenix Press, 2010, 330 p. – ISBN 9781906055462.
In this masterly survey of the agricultural way of life and material world of late second millennium Canaan and emergent Israel, Hopkins asks, What obstacles did the Early Iron Age settlers of the Highlands face in their struggle for survival? How did they buffer the immense variability of their environment and take advantage of its natural diversity? How crucial were their particular social structures to their continued survival? The author’s researches into the dynamics of agricultural systems attested in ethnographic and anthropological sources constantly undergird the development of his picture. His work has proved to be a mandatory resource for all students of early Israel. Contents: the parameters of agricultural systems (e.g. environment, technology and population); geomorphology; climate and climatic change; natural vegetation and soils; population and settlement patterns; water conservation and control; soil conservation and fertility maintenance; risk spreading and the optimization of labor. This volume is a reprint of the 1985 edition, with a new preface by Keith W. Whitelam setting the work in the context of recent research on agriculture, daily life and the history of ancient Israel. David Hopkins is Professor of Archaeology and Biblical Interpretation, Wesley Theological Seminary, Washington, DC.
David C. Hopkins faz neste livro uma avaliação detalhada da agricultura na região montanhosa da Palestina na Idade do Ferro I (1200-900 a.C.), observando que o desenvolvimento social aconteceu junto com a intensificação do cultivo da terra. Para Hopkins, estas pessoas desenvolveram um sistema de colaboração ao nível de clã e de famílias, o que lhes permitia uma integração de culturas agrícolas com a criação de animais, evitando, deste modo, os desastres comuns a que uma monocultura estava sujeita nestas regiões tão instáveis, especialmente em recursos hídricos. Hopkins valorizou mais o sistema cooperativo baseado no parentesco do que o uso de técnicas como terraços, cisternas e o uso do ferro para explicar o sucesso destes assentamentos agrícolas. Para Hopkins, diferentes unidades clânicas e tribais israelitas devem ter surgido a partir de diferentes atividades agrícolas.
Leia Mais:
A teoria da evolução pacífica e gradual
Resenhas na RBL: 23.04.2008
As seguintes resenhas foram recentemente publicadas pela Review of Biblical Literature:
Herbert W. Bateman IV, ed.
Four Views on the Warning Passages in Hebrews
Reviewed by Felix H. Cortez
Dianne Bergant
Israel’s Story: Part Two
Reviewed by A. Joseph Everson
Martin Brändl
Der Agon bei Paulus: Herkunft und Profil paulinischer Agonmetaphoik
Reviewed by Christoph Stenschke
Keith Augustus Burton
The Blessing of Africa: The Bible and African Christianity
Reviewed by J. N. K Mugambi
Joseph A. Fitzmyer
The One Who Is to Come
Reviewed by Jeffrey L. Staley
Kathy L. Gaca and L. L. Welborn, eds.
Early Patristic Readings of Romans
Reviewed by David A. Creech
Ilze Kezbere
Umstrittener Monotheismus: Wahre und falsche Apotheose im lukanischen Doppelwerk
Reviewed by Knut Backhaus
David Milson
Art and Architecture of the Synagogue in Late Antique Palestine: In the Shadow of the Church
Reviewed by Jonathan L. Reed
George T. Montague
Understanding the Bible: A Basic Introduction to Biblical Interpretation
Reviewed by Gosnell Yorke
Hillary Rodrigues and Thomas A. Robinson
World Religions: A Guide to the Essentials
Reviewed by Joseph Matos
Marion Ann Taylor and Heather E. Weir, eds.
Let Her Speak for Herself: Nineteenth-Century Women Writing on Women in Genesis
Reviewed by Frances Klopper
Valerie M. Warrior
Roman Religion
Reviewed by Edmund P. Cueva
Claus Wilcke
Early Ancient Near Eastern Law: A History of Its Beginnings: The Early Dynastic and Sargonic Periods
Reviewed by Michael S. Moore