Lista de livros do Projeto ICI da SBL em 2019

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Quem ainda não conhece o Projeto ICI da SBL, leia meu post de 12 de novembro de 2010: Download de livros de Bíblia no Projeto ICI da SBL.

Onde também está o link para o download dos livros.

Aqui só quero anotar que há, hoje, na página do Projeto ICI quase 650 livros gratuitos, em pdf, disponíveis para download.

E são obras de publicação recente e temas relevantes para os estudos bíblicos.

Por exemplo, livros publicados em:
2017 – 28
2016 – 31
2015 – 30
2014 – 33
2013 – 54
2012 – 58
2011 – 50
2010 – 44

Confira.

Para quem gosta de ler: Stadtbibliothek am Mailänder Platz - Biblioteca Municipal de Stuttgart, Alemanha

Quando os cristãos eram judeus: livro de Paula Fredriksen

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FREDRIKSEN, P. When Christians Were Jews: The First Generation. New Haven, CT: Yale University Press, 2018, 272 p. – ISBN 9780300190519.

FREDRIKSEN, P. When Christians Were Jews: The First Generation. New Haven, CT: Yale University Press, 2018, 272 p.

 
How did a group of charismatic, apocalyptic Jewish missionaries, working to prepare their world for the impending realization of God’s promises to Israel, end up inaugurating a movement that would grow into the gentile church? Committed to Jesus’s prophecy—“The Kingdom of God is at hand!”—they were, in their own eyes, history’s last generation. But in history’s eyes, they became the first Christians.

In this electrifying social and intellectual history, Paula Fredriksen answers this question by reconstructing the life of the earliest Jerusalem community. As her account arcs from this group’s hopeful celebration of Passover with Jesus, through their bitter controversies that fragmented the movement’s midcentury missions, to the city’s fiery end in the Roman destruction of Jerusalem, she brings this vibrant apostolic community to life. Fredriksen offers a vivid portrait both of this temple-centered messianic movement and of the bedrock convictions that animated and sustained it.

Paula Fredriksen, Aurelio Professor of Scripture emerita at Boston University, is currently the Distinguished Visiting Professor of Comparative Religion at the Hebrew University of Jerusalem.

Leia a resenha de Larry Hurtado: “When Christians were Jews”: Paula Fredriksen on “The First Generation” – December 4, 2018

Ensaios sobre religião e sociedade no Antigo Oriente Médio

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VAN DER TOORN, K. God in Context: Selected Essays on Society and Religion in the Early Middle East. Tübingen: Mohr Siebeck, 2018, 400 p. – ISBN 9783161564703.

VAN DER TOORN, K. God in Context: Selected Essays on Society and Religion in the Early Middle East. Tübingen: Mohr Siebeck, 2018, 400 p.

 
In this work, Karel van der Toorn explores the social setting, the intellectual milieu, and the historical context of the beliefs and practices reflected in the Hebrew Bible. While fully recognizing the unique character of early Israelite religion, the author challenges the notion of its incomparability. Beliefs are anchored in culture. Rituals have societal significance. God has a history. By shifting the focus to the context, the essays gathered here yield a deeper understanding of Israelite religion and the origins of the Bible.

Karel van der Toorn (1956) is Faculty Professor of Religion and Society in the Faculty of Humanities at the University of Amsterdam.

O ódio como política: a reinvenção das direitas no Brasil

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O ebook do livro O ódio como política: a reinvenção das direitas no Brasil, de vários autores, organizado por Esther Solano Gallego, pode ser baixado gratuitamente até o dia 28/10/2018.

GALLEGO, E. S. (org.) O ódio como política: a reinvenção das direitas no Brasil. São Paulo: Boitempo, 2018, 128 p. – ISBN 9788575596548.

GALLEGO, E. S. (org.) O ódio como política: a reinvenção das direitas no Brasil. São Paulo: Boitempo, 2018, 128 p.

Diz o blog da editora Boitempo:

Livro organizado por Esther Solano Gallego faz raio-x do avanço das direitas no Brasil e ajuda a traçar estratégias para combater Bolsonaro antes que seja tarde demais.

O Brasil vive um dos momentos mais tensos de sua história. As próximas semanas de campanha para o segundo turno das eleições presidenciais serão decisivas para o futuro da democracia no país. Para ajudar a compreender como chegamos até aqui, o que pode está por vir e como melhor agir neste momento crítico, a Boitempo acaba de liberar o e-book gratuito do livro de intervenção O ódio como política: a reinvenção das direitas no Brasil, um retrato completo do avanço das direitas no Brasil, organizada por Esther Solano. Precisamos nos fazer perguntas difíceis para enfrentar as ameaças de retrocesso e este livro é um importante ponto de partida.

Até o dia do segundo turno, 28/10/2018, o leitor poderá baixar gratuitamente o livro digital nas principais livrarias do ramo. Confira os links na Amazon, Apple, Google Play e Kobo.

O ódio como política, organizado por Esther Solano, chega às livrarias durante o período eleitoral, no momento em que o campo progressista assiste perplexo à reorganização e ao fortalecimento político das direitas. “Direitas”, “novas direitas”, “onda conservadora”, “fascismo”, “reacionarismo”, “neoconservadorismo” são algumas expressões que tentam conceituar e dar sentido a um fenômeno que é indiscutível protagonista nos cenários nacional e internacional de hoje, após seguidas vitórias dessas forças dentro do processo democrático. Trump, Brexit e a popularidade de Bolsonaro integram as complexas dinâmicas das direitas que a coletânea busca aprofundar a partir de ensaios escritos por grandes pensadores da atualidade. Tendo como foco central o avanço dos movimentos de direita, os textos analisam sob as mais diversas perspectivas o surgimento e a manutenção do regime de ódio dentro do campo político.

Luis Felipe Miguel abre o livro apresentando os três eixos da extrema-direita brasileira: o libertarianismo, o fundamentalismo religioso e o revival do anticomunismo. Silvio Almeida continua o raciocínio discorrendo sobre a distinção entre o conservadorismo clássico e o neoconservadorismo atual, para o qual a democracia não passa de um detalhe incômodo. Carapanã tenta responder à pergunta de como chegamos a este cenário de recessão democrática analisando os ataques ao Estado na América Latina e no Brasil. Flávio Henrique Calheiros Casimiro trabalha a cronologia da reorganização do pensamento e da ação política das direitas brasileiras, buscando suas raízes nos anos 1980. Camila Rocha questiona a caracterização das novas direitas brasileiras como militância ou como resultado do financiamento de organizações que articulam think tanks globalmente.

Rosana Pinheiro-Machado e Lucia Mury Scalco analisam as transformações da juventude periférica, que migrou da esperança frustrada para o ódio bolsonarista na última década. Ferréz também traça um retrato das periferias e do reacionarismo contido nelas, com uma linguagem forte e poética. Rubens Casara escreve sobre a direita jurídica de tradição antidemocrática, marcada por uma herança colonial e escravocrata. Edson Teles reflete sobre a militarização da política e da vida, e sobre a dinâmica da dualidade “inimigo interno” versus “cidadão de bem”.

Na economia, Pedro Rossi e Esther Dweck analisam alguns mitos do discurso da austeridade, enquanto Márcio Moretto conduz-nos a uma dimensão de vital importância para as direitas na atualidade: as redes sociais e como estas organizam o debate político. Já o pastor Henrique Vieira aborda o fundamentalismo religioso e como este se traduz em ações truculentas e em projetos de poder, como a Frente Parlamentar Evangélica. Ainda sobre os perigos do discurso da moral e dos bons costumes, Lucas Bulgarelli analisa a oposição aos direitos LGBTI nos últimos anos, e Stephanie Ribeiro apresenta as ameaças da retórica antifeminista no ideal da mulher submissa, “bela, recatada e do lar”. Por fim, Fernando Penna reflete sobre o caráter reacionário do projeto Escola sem Partido, que fomenta um clima de perseguição inquisitorial em muitas escolas brasileiras sob o lema de um suposto pensamento neutro.

Sumário

Apresentação, Esther Solano Gallego
A reemergência da direita brasileira, Luis Felipe Miguel
Neoconservadorismo e liberalismo, Silvio Luiz de Almeida
A Nova Direita e a normalização do nazismo e do fascismo, Carapanã
As classes dominantes e a nova direita no Brasil contemporâneo, Flávio Henrique Calheiros Casimiro
O boom das novas direitas brasileiras: financiamento ou militância?, Camila Rocha
Da esperança ao ódio: a juventude periférica bolsonarista, Rosana Pinheiro-Machado e Lucia Mury Scalco
Periferia e conservadorismo, Ferréz
A produção do inimigo e a insistência do Brasil violento e de exceção, Edson Teles
Precisamos falar da “direita jurídica”, Rubens Casara
O discurso econômico da austeridade e os interesses velados, Pedro Rossi e Esther Dweck
Antipetismo e conservadorismo no Facebook, Márcio Moretto Ribeiro
Fundamentalismo e extremismo não esgotam experiência do sagrado nas religiões, Henrique Vieira
Moralidades, direitas e direitos LGBTI nos anos 2010, Lucas Bulgarelli
Feminismo: um caminho longo à frente, Stephanie Ribeiro
O discurso reacionário de defesa de uma “escola sem partido”, Fernando Penna

Leia Mais:
Livro do Lula: a verdade vencerá

Evangelhos dominicais e festivos refletidos em grupos

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GONZAGA DO PRADO, J. L. Os evangelhos dominicais e festivos refletidos em grupos. Petrópolis: Vozes, 2017, 512 p. – ISBN 9788532653598.

GONZAGA DO PRADO, J. L. Os evangelhos dominicais e festivos refletidos em grupos. Petrópolis: Vozes, 2017, 512 p.

Esta obra visa colaborar na formação de grupos de leitura, reflexão e meditação dos Evangelhos. Esses grupos são o primeiro passo para a formação das comunidades, unidades menores que, unidas em redes, formam a Igreja.

José Luiz Gonzaga do Prado é Mestre em S. Escritura pelo Pontifício Instituto Bíblico, Roma. Professor de Bíblia na Faculdade Católica de Pouso Alegre, MG. Participa do grupo dos Biblistas Mineiros.

Estudos de Rainer Albertz sobre o Pentateuco

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Vinte e um estudos dedicados à composição e redação do Pentateuco e do Hexateuco, escritos ao longo de dez anos por Rainer Albertz, professor de Antigo Testamento na Westfälische Wilhelms-Universität de Münster, Alemanha. Em alemão.

ALBERTZ, R. Pentateuchstudien. Tübingen: Mohr Siebeck, 2018, IX + 533 p. – ISBN 9783161537059.

ALBERTZ, R. Pentateuchstudien. Tübingen: Mohr Siebeck, 2018, IX + 533 p.

Twenty-one studies dedicated to the composition and redaction of the Pentateuch and the Hexateuch, written over ten years as part of the Münster Old Testament scholar Rainer Albertz’s work on his Exodus Commentary, are gathered in this volume. Five of them were previously unpublished, while a further eight were revised and translated for their first appearance in German. The problem-orientated approach taken reveals a model for the emergence of the Pentateuch that could replace the classical three-source theory. A concluding overview makes it easier to gauge the model’s effectiveness by assigning the texts dealt with to the identifiable tradition- and redaction-historical development stages of the Pentateuch.

Der vorliegende Band umfasst einundzwanzig Studien zur Komposition und Redaktion des Pentateuch/Hexateuch, die der Münsteraner Alttestamentler Rainer Albertz im Umkreis seiner Arbeit am Exoduskommentar in den letzten zehn Jahren verfasst hat. Acht fremdsprachlich veröffentlichte Beiträge erscheinen hier erstmals in einer überarbeiteten deutschen Fassung; fünf weitere werden hier erstmals veröffentlicht. Aus der forschungsgeschichtlich- und problemorientierten Zusammenschau zeichnet sich ein kompositions- und redaktionsgeschichtliches Modell für die Entstehung des Pentateuch ab, das an die Stelle der klassischen Drei-Quellen-Theorie treten könnte. Am Ende wird eine Übersicht über die vorgenommenen Textzuweisungen zu den erkennbaren überlieferungsgeschichtlichen und redaktionellen Entwicklungsstufen des Pentateuch geboten, welche die Leistungsfähigkeit des vorgelegten Modells leichter abschätzbar macht.

Oxford Handbooks Online

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Oxford Handbooks Online - Scholarly Research Reviews

Oxford Handbooks Online is an outstanding collection of the best Handbooks areas across many different subject areas. One of the most prestigious and successful strands of Oxford’s scholarly publishing, the Handbook series contains in-depth, high-level articles by scholars at the top of their field.

Oxford Handbooks Online is guided by a world-class Editorial Board that bring together the world’s leading scholars to discuss research and the latest thinking on a range of major topics. Each Handbook offers thorough introductions to topics and a critical survey of the current state of scholarship, creating an original conception of the field and setting the agenda for new research. Handbook articles review the key issues and cutting-edge debates, as well as providing arguments for how those debates might evolve.

Revolutionary changes to the publishing program ensure that all Handbooks are available online as well as in print, and monthly updates introduce articles in advance of print publication ensuring the most current, authoritative coverage.

Um vídeo, com legendas em português, explica como usar o Oxford Handbooks Online.

Leia Mais:
Oxford Bibliographies

Livro do Lula: a verdade vencerá

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O ebook do livro do Lula pode ser baixado gratuitamente até o dia 13/04/2018.

Luiz Inácio LULA da Silva, A verdade vencerá: O povo sabe por que me condenam. São Paulo: Boitempo, 2018, 216 p. – ISBN 9788575596210.

Luiz Inácio LULA da Silva, A verdade vencerá: O povo sabe por que me condenam. São Paulo: Boitempo, 2018, 216 p.

Diz o blog da editora Boitempo:

Diante de uma perseguição política sem precedentes, Lula lança livro para contar a sua versão da história. A Boitempo disponibiliza o e-book para download gratuito e livro físico em dobro no site!

Um livro necessário, uma leitura urgente. Diante de uma perseguição política sem precedentes, Lula lança livro para contar a sua versão da história.

Está disponível para download gratuito o e-book completo do livro A verdade vencerá: o povo sabe por que me condenam, do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Baixe o seu exemplar em qualquer uma das livrarias abaixo:

Amazon, Apple, Cultura, Saraiva, Google e Kobo

O e-book gratuito permanece disponível somente até o dia 13/4.

O coração da obra são as 124 páginas, de um total de 216, que apresentam um retrato fiel do ex-presidente no presente contexto em formato de uma longa entrevista concedida aos jornalistas Juca Kfouri e Maria Inês Nassif, ao professor de relações internacionais Gilberto Maringoni e à editora Ivana Jinkings, fundadora e diretora da editora Boitempo. Foram horas de conversa aberta e sem temas proibidos, divididas em três rodadas, que aconteceram no Instituto Lula, em São Paulo, nos dias 7, 15 e 28 de fevereiro.

Entre os principais temas discutidos, ganha destaque a análise inédita do ex-presidente sobre os bastidores políticos dos últimos anos e o que levou o Partido dos Trabalhadores a perder o poder após a reeleição de Dilma Rousseff. Lula também fala sobre as eleições de 2018 e suas perspectivas e esperanças para o País.

Organizada por Ivana Jinkings, com a colaboração de Gilberto Maringoni, Juca Kfouri e Maria Inês Nassif – e edição de Mauro Lopes –, a obra traz ainda textos de Eric Nepomuceno, Luis Fernando Verissimo, Luis Felipe Miguel e Rafael Valim. Além disso, a edição é acrescida de uma cronologia da vida de Lula, organizada pelo jornalista Camilo Vannuchi, texto de capa do historiador Luiz Felipe de Alencastro e dois cadernos com fotos históricas, dos tempos no sindicato à presidência, passando pelas recentes caravanas e manifestações de rua.

Leia Mais:
Livros sobre o golpe de 2016
A entrevista de Lula aos blogueiros

Cosmologia, cosmogonia, antropogonia e teogonia

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Kevin M. McGeough, em artigo sobre Cosmologia do Antigo Oriente Médio, nas Bibliografias Oxford (Oxford Bibliographies) explica:

Os termos “cosmologia” e “cosmogonia” às vezes são usados ​​de forma inconsistente nos estudos do Antigo Oriente Médio.

Cosmologia
Uma cosmologia geralmente é entendida como uma concepção do mundo e do universo, possivelmente considerada como um mapa cognitivo da Terra em relação a vários corpos celestes e outras características.

Cosmogonia
Cosmogonia, no uso científico, geralmente se refere a qualquer descrição das origens e criação do universo. Nos estudos sobre o Antigo Oriente Médio, as cosmogonias geralmente tomam a forma de textos mitológicos e, em geral, nossa evidência mais clara da cosmologia antiga vêm na forma de cosmogonias preservadas na literatura. Embora existam evidências de cosmologia presente na arte e na cultura material, as interpretações são menos claras.

Antropogonia
As cosmologias são distintas das antropogonias, que são relatos da origem – em geral, criação – dos seres humanos, embora esses tópicos separados sejam frequentemente vinculados.

Teogonia
Da mesma forma, as teogonias são relatos sobre as origens dos deuses, geralmente divindades primitivas.

Evidencias de crenças cosmológicas também podem ser encontradas em alguns textos científicos, especialmente aqueles que lidam com questões astronômicas ou que tratam do calendário. Nesses casos, no entanto, as crenças cosmológicas geralmente precisam ser inferidas, já que os autores antigos não tendem a fornecer extensas descrições para suas observações. Alguns tipos de textos de adivinhação, especialmente textos astrológicos, também fornecem evidências para concepções cosmológicas.

A relação entre cosmologia e ritual religioso é mais controversa. Os estudiosos da escola “mito e ritual” tendem a ver muitos rituais como evocação de concepções cosmológicas; outros estudiosos contestam fortemente essas ideias. Seja qual for a relação específica entre mito e ritual, alguns textos de rituais religiosos, como textos funerários egípcios, certamente preservam indiretamente a evidência sobre a cosmologia antiga.

Kevin M. McGeough é professor de arqueologia no Departamento de Geografia da Universidade de Lethbridge, Canadá.

Kevin M. McGeough: Near East Cosmology Oxford Bibliographies

Last Reviewed: 05 May 2017
Last Modified: 30 November 2015

The terms “cosmology” and “cosmogony” are sometimes used inconsistently within Near Eastern studies. A cosmology is usually understood to be a conception of the world and universe, possibly thought of as a cognitive map of the Earth in relation to various celestial bodies and other features. Cosmogony, in scientific use, usually refers to any account of the origins and creation of the universe. In Near Eastern studies, cosmogonies usually take the form of mythological texts, and generally, our clearest evidence of ancient cosmology comes in the form of cosmogonies preserved in literature (see also the Oxford Bibliographies article “Myth in the Hebrew Bible”). While there is evidence of cosmology present in art and material culture, interpretations are less clear-cut. Cosmologies are distinct from anthropogonies, which are accounts of the origin (usually creation) of humans, although these separate topics are often linked (for more on biblical anthropogonies, see the Oxford Bibliographies article “Adam and Eve”). Similarly, theogonies are accounts about the origins of gods, usually primeval deities. Evidence for cosmological beliefs can also be found in some scientific texts, especially those dealing with astronomical or calendrical issues. In those instances, however, cosmological beliefs usually need to be inferred, as the ancient authors did not tend to provide extensive background descriptions for their observations. Some types of divination texts, especially astrological texts, also provide evidence for cosmological conceptions. The relationship between cosmology and religious ritual is more controversial. Scholars from the “myth and ritual” school tend to see many rituals as evocative of cosmological conceptions; other scholars heavily contest these ideas. Whatever the specific relationship between myth and ritual is or was, some religious ritual texts, such as Egyptian funerary texts, certainly preserve evidence about ancient cosmology indirectly.

Kevin M. McGeough is a Professor of Archaeology in the Department of Geography at the University of Lethbridge, Canada.

Leia Mais:
Histórias de criação e dilúvio na antiga Mesopotâmia