Gripe suína – Swine Virus – Gripe Porcina

Saiba mais sobre a gripe suína

Até agora, sabe-se que a gripe suína se trata de uma doença respiratória que teve origem em porcos, a partir da combinação de material genético de diferentes vírus de gripe. Cientistas e governos ainda buscam informações mais detalhadas sobre a doença e as formas de prevenção e tratamento, mas algumas das dúvidas já podem ser respondidas com base nos dados divulgados por governos e centros de pesquisa.

Veja abaixo as respostas a algumas das questões relacionadas ao surto…

Fonte: Folha Online: 27/04/2009

 

Leia Mais:
PandemicFlu.gov – One-stop access to U.S. Government swine, avian and pandemic flu information
El mundo contra la gripe porcina – BBC Mundo: 27 de abril de 2009
La febbre suina è in Europa. Oms: «Verso massima allerta» – Corriere della Sera: 27 aprile 2009
¿Qué es la gripe porcina? Preguntas y respuestas sobre el H1N1, sus var¡antes y cómo afecta al ser humano – El País: 27/04/2009

Vários sarcófagos descobertos na região do Fayum

Egito mostra múmias recém-encontradas

Arqueólogos no Egito mostraram novas imagens de sarcófagos descobertos nas últimas semanas em escavações em uma colina ao sul da capital, Cairo.

O chefe da equipe de arqueólogos egípcios, Abdel-Rahman Al-Ayedi, disse: “Nós descobrimos 53 tumbas de pedra. As tumbas continham caixões de madeira e, dentro deles, encontramos vários sarcófagos de múmias coloridos.”

Segundo ele, as múmias datam de milhares de anos, incluindo vários períodos da Antiguidade egípcia.

Algumas das tumbas foram construídas encima de cemitérios de eras anteriores. Os arqueólogos dizem que as escavações perto do oásis de Fayoum mostram que o ritual da morte foi ficando cada vez mais elaborado a cada dinastia.

Nos últimos meses foram descobertas várias múmias no Egito. Os arqueólogos esperam começar em breve escavações na costa norte do país. Eles procuram a tumba de Cleópatra.

Fonte: BBC

 

A descoberta de quatro templos egípcios no Sinai

Descobertos quatro antigos templos egípcios no Sinai

A descoberta foi feita em Qantara, a 4 quilômetros do Canal de Suez, na estrada chamada ‘Via de Hórus’

Associated Press, 22 de abril de 2009

Arqueólogos que exploram uma velha estrada militar no Sinai desenterraram quatro templos até então desconhecidos em meio aos remanescentes de um forte de 3 mil anos que pode ter sido usado para impressionar delegações estrangeiras que visitavam o Egito, informaram na terça-feira, 21, autoridades egípcias.

Entre as descobertas está o maior templo feito de tijolos de barro já encontrado na região, com uma área de 70 metros por 80 metros, e fortificado com paredes de barro de três metros de espessura, disse o chefe do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, Zahi Hawass.

A descoberta foi feita em Qantara, a 4 quilômetros do Canal de Suez. Esses templos marcam a mais recente descoberta arqueológica em escavações na estrada conhecida como “Via de Hórus”. Hórus é o deus egípcio de cabeça de falcão.

O caminho conectava o Egito Antigo à Palestina, e fica perto da cidade moderna de Rafah, na fronteira com o território palestino de Gaza.

O chefe da escavação, o arqueólogo Mohammed Abdel-Maqsoud, disse que o grande templo de tijolos pode fazer com que a história da importância militar do Sinai para os antigos egípcios seja reescrita.

Digital Karnak

Você já visitou Karnak no Egito? Pois uma ótima oportunidade é o projeto Digital Karnak, da UCLA, Universidade da Califórnia, em Los Angeles, USA.

The Digital Karnak Project was designed and built at the University of California at Los Angeles (UCLA) under the direction of Dr. Diane Favro, director of the ETC, and Dr. Willeke Wendrich, editor-in-chief of the UCLA Encyclopedia of Egyptology.

Veja também, do mesmo gênero, Virtual Qumran e Roma renascida.

Descoberta a tumba de Cleópatra? Há controvérsias

Descoberta a tumba de Cleópatra? Na verdade, a tumba de Cleópatra e Marco Antonio, dizem os entusiastas.

Mas nada está definido. Ainda. Leia na BBC – última actualización: jueves, 16 de abril de 2009 – 17:01 GMT : Tras la tumba de Marco Antonio y Cleopatra.

Apesar da notícia ter se espalhado, há muito ceticismo por parte dos arqueólogos, como aponta este post em Egyptology News, publicado hoje: Egyptologists dig into mystery of possible tomb

 

Transliteração do hebraico para brasileiros

Telmo Figueiredo, que está fazendo doutorado na USP, enviou e-mail aos amigos recomendando o seguinte livro:

KIRSCHBAUM, S. et al. Transliteração do Hebraico para Leitores Brasileiros. São Paulo: Ateliê Editorial, 2009, 24 p. – ISBN 9788574804255

Diz a Ateliê Editorial:
O idioma hebraico – como o russo, o árabe, o armênio – é grafado por meio de um conjunto próprio de caracteres, diferente do conjunto de caracteres utilizado no português. Em vista disso, a ocorrência de nomes próprios hebraicos, expressões etc., em literatura traduzida, em notícias de imprensa, requer que os caracteres hebraicos sejam transliterados, ou seja, representados por meio de caracteres latinos para que possam ser pronunciados da forma mais próxima possível da língua em questão por leitores brasileiros. Até agora eram utilizados, no Brasil, padrões de transliteração adequados a leitores do alemão, do inglês, do espanhol, idiomas que também fazem uso dos caracteres latinos, mas não adequados ao leitor do português, uma vez que não há correspondência plena entre os valores fonéticos dos caracteres latinos nesses idiomas. Respondendo a essa necessidade, foi constituída uma comissão em torno do Centro de Estudos Judaicos e do Programa de Pós-Graduação em Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaicas da FFLCH/USP, com o propósito de elaborar um padrão de transliteração do hebraico adequado ao leitor brasileiro, especialista ou não, evitando importar modelos estrangeiros. Esta publicação é o resultado do trabalho da comissão, e constitui uma primeira proposta; ou seja, espera-se que o padrão proposto seja utilizado durante certo tempo, e depois revisado, incorporando-se as sugestões e críticas que tiverem surgido em decorrência dessa primeira fase de utilização.

 

Ainda não conheço o sistema utilizado. Mas fica aí o alerta para os interessados: examinem o pequeno livro, apenas 24 páginas, verifiquem se vale a pena… Confiram antes o comentário: para quem este sistema é recomendado?

A transliteração é necessária em muitas circunstâncias. Transliteração é uma ferramenta auxiliar para iniciantes e, eventualmente, precisa ser usada em publicações voltadas para o grande público sem capacitação em línguas bíblicas. Ou mesmo nas aulas de graduação em Teologia, especialmente no primeiro ano. Em meu curso de hebraico bíblico para principiantes escrevi o seguinte: A transliteração é algo trabalhoso e parece desnecessária, mas o estudante de hebraico tem que se acostumar com a ideia de que o som da língua nada, ou quase nada, tem a ver com o português! O hebraico tem suas próprias características. E a transliteração o ajuda a perceber isso.

Contudo, um alerta: para o estudante de hebraico a transliteração jamais deve substituir de maneira permanente o uso dos caracteres próprios da língua – e o dito aqui vale para o grego e outros idiomas – pois deste modo ela se tornaria uma ferramenta de não aprendizagem da língua por pura acomodação…

Qual sistema de transliteração uso em meu curso de hebraico? Aquele com o qual me acostumei na Europa quando estudante, com várias adaptações para o português quando comecei a lecionar hebraico na graduação de Teologia, primeiro em Ribeirão Preto, depois em Campinas, SP.

A primeira gramática que usei no Mestrado, com o professor Eduardo Zurro, no PIB, foi a de WEINGREEN, J. A Practical Grammar for Classical Hebrew. 2. ed. Oxford: Oxford University Press, 1959 [reprinted 1972], 316 p. Em seguida, as gramáticas de Auvray, Joüon, Gesenius etc.

Depois, como professor de hebraico aqui, utilizei, por vários anos, o sistema de transliteração que está na gramática de MENDES, P. Noções de Hebraico Bíblico. Texto Programado. 2. ed., São Paulo: Vida Nova, 2011, 192 p. – ISBN 9788527504584.

Dia da Terra 2009 – Earth Day 2009

Nasa vai transmitir imagens do planeta em alta definição no Dia da Terra
“A Nasa vai comemorar o Dia da Terra na quarta-feira [22 de abril] transmitindo imagens em alta definição do planeta tiradas por câmeras instaladas na Estação Espacial Internacional (ISS), anunciou nesta segunda-feira a agência espacial americana. A ISS e sua tripulação permanente de três astronautas, em órbita a 354 km de altitude, dão a volta da Terra a cada 90 minutos e podem ver o sol se pôr 16 vezes por dia. Visível da Terra a olho nu, a ISS avança a 28.163 km/h. As imagens em alta definição da Terra poderão ser vistas no dia 22 de abril das 10h00 às 13h00 GMT (07h00 às 10h00 de Brasília), das 16h00 às 18h00 GMT (13h00 às 15h00 de Brasília) e das 20h00 às 23h00 GMT (17h00 às 20h00 de Brasília) no canal de TV da Nasa ou no site da agência espacial.

Fonte: AFP – 21/04/2009

O Espaço observa nosso Patrimônio Cultural

Exposição em Paris mostra belezas da Terra vistas do espaço

A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) apresenta em Paris a exposição “Vista Excepcional – O Espaço Observa Nosso Patrimônio Mundial”, com 30 fotos em grande formato (2m x 1m) tiradas por satélites que mostram belezas culturais e naturais do planeta. As imagens foram feitas pelo Centro Aeroespacial da Alemanha a uma altura de 700 quilômetros acima da superfície da terra. Entre os sítios culturais fotografados estão as pirâmides de Gizé, no Egito [sublinhado meu], a antiga cidade de Dubrovnik, na Croácia, Jerusalém e seus muros [sublinhado meu], além da cidade de Teotihuacan, no México, e Machu Picchu no Peru. A exposição apresenta várias áreas naturais conhecidas por sua extrema beleza, como o Parque Nacional de Vulcões no Havaí, onde estão dois dos vulcões mais ativos do mundo –o Mauna Loa e o Kilauea–, o Parque Nacional do Quênia e o de Kilimanjaro, na Tanzânia, ou ainda a região da Lapônia, no Círculo Polar Ártico, e fiordes da Groenlândia. A área do Parque Nacional do Jaú, na Amazônia Central, no interior do Estado do Amazonas, uma das regiões mais ricas em biodiversidade do mundo, também foi fotografada pelo Centro Aeroespacial da Alemanha (…) A exposição, apresentada na sede da Unesco, em Paris, vai até o dia 7 de maio.

Leia o texto completo.

Fonte: Daniela Fernandes, da BBC Brasil, em Paris – Folha Online: 20/04/2009 – 09h07

As redes sociais

Twitter, Facebook, MySpace e Orkut. As redes sociais na web – IHU On-Line, edição 290 – 20 de abril de 2009

Entender melhor a formação de redes sociais na web, a partir do uso de ferramentas como Twitter, Facebook, My Space e Orkut, é o tema desta edição da IHU On-Line.

Marco González, da Universidade de Harvard, as jornalistas Gabriela Zago e Pollyana Ferrari, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUCSP), e Raquel Recuero, da Universidade Católica de Pelotas (UCPEL), contribuem para uma melhor compreensão do fenômeno.

Por sua vez, Sandra Portella Montardo, professora no Centro Universitário Feevale, reflete sobre como as redes sociais da internet possibilitam a inclusão social, e Suely Fragoso, professora na Unisinos, acentua que as hierarquias e verticalidades persistem nas redes sociais da web. Paula Sibilia, docente na Universidade Federal Fluminense (UFF), assinala que essas ferramentas representam a sociedade do espetáculo.

Leia:
. Marco González: Facebook: um meio de socialização on-line
. Gabriela Zago: Mais do que um espaço informacional, o Twitter é um espaço social
. Paula Sibilia: “Sociedade do espetáculo: só é o que se vê”
. Suely Fragoso: As hierarquias e verticalidades nas redes sociais da web
. Pollyana Ferrari: A equação público = privado é cada vez mais forte
. Raquel Recuero: “O suporte da internet mudou o processo social”
. Sandra Portella Montardo: “Já não se considera mais o ambiente off-line como separado do ambiente on-line”

 

Sociabilidade 2.0 Relações humanas nas redes digitais – IHU On-Line, edição 502 – 10 de abril de 2017

Rede social é algo que se estabelece no instante em que o ser humano passa a viver em grupo. Essas relações vão se transformando com o desenvolvimento da humanidade. Tal perspectiva desconstrói a ideia de que o mundo digital trouxe novidade para as relações entre as pessoas a partir das redes sociais digitais. Com a internet, o que passa a haver é uma explosão “de possibilidades de modos de estar junto”, como define o professor Fábio Malini, da Universidade Federal do Espírito Santo, um dos entrevistados dessa edição da IHU On-Line. Para ele, o interessante dessa perspectiva em rede é a possibilidade de infindáveis articulações sem a dependência de intermediários, sejam mídias ou organizações, pois, por exemplo, “não há mais a necessidade de um sindicato para produzir uma mobilização”.

Na presente edição da revista IHU On-Line, além de Malini, pesquisadores e pesquisadoras debatem as redes sociais na internet e suas sociabilidades.

Henrique Antoun, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, reconhece as infindáveis possibilidades de relações a partir da internet. Entretanto, chama atenção para o tipo de trabalho gerado a partir das redes digitais, que trazem liberdade, mas que a todo instante tenta se cooptar esse trabalho imaterial pela lógica do capital.

Felipe de Oliveira, doutor em Ciências da Comunicação, observa que a enxurrada de informação produzida pelas redes sociais digitais atualiza o papel da imprensa. Para o pesquisador, apesar da complexidade diante de fluxos comunicacionais do ambiente digital, é a imprensa que deve assumir o papel de curadoria da informação. A IHU On-Line, por meio da reportagem de Ricardo Machado, também tenta compreender, nesse contexto, as chamadas notícias falsas e a frágil bolha da verdade.

Eduardo Alves, do Observatório de Favelas, analisa a potência criativa das periferias, que é amplificada pelas várias possibilidades que se abrem a partir da polifônica narrativa web. Para Wilson Gomes, professor da Universidade Federal da Bahia, o uso das redes sociais depende tanto do que as pessoas querem fazer com elas quanto das suas características inerentes e, por isso, compreende que nada é efêmero, discreto ou apagável no universo digital.

Adriana Amaral, professora da Unisinos, propõe que se observe esse mundo digital não de forma descolada do mundo off-line. Por isso, acredita que redes sociais digitais não criam, mas potencializam relações e identidades já existentes. Raquel Recuero, professora da Universidade Federal de Pelotas, foca o olhar nos efeitos que essa potencialização das relações nas redes digitais causa. Segundo ela, há formação de uma modalidade de esfera pública, criando bolhas que restringem circulação de opiniões e ideias.