A Adital

O que é Adital

>>> Agência de Informação Frei Tito para a América Latina

>> É uma agência de notícias que nasceu para levar a agenda social latino-americana e caribenha à mídia internacional
>> Quer estimular um jornalismo de cunho ético e social
>> Quer favorecer a integração e a solidariedade entre os povos
>> Desvenda para o mundo a dignidade dos que constroem cidadania
>> Dá visibilidade às ações libertadoras que o Deus da Vida faz brotar nos meios populares
>> Faz conhecer o protagonismo dos atores sociais que são nossas fontes de informação e são democratizadores da comunicação.

>>> Ao escolher o nome de Frei Tito de Alencar Lima, morto em 1974, vítima da ditadura militar implantada no Brasil em 1964, fazemos uma homenagem a todas as pessoas que lutam em defesa da vida e da dignidade humana.

Como nasceu
>> Em dezembro de 1999, três entidades italianas – a Fundação Rispetto e Paritá, a Agência de Notícias Adista, a Rede Radiè Resch -, apresentaram ao Frei Betto a proposta de organizar uma agência de notícias que divulgasse para o mundo a vida e os processos sociais da América Latina e do Caribe. Em 2000, uma equipe começou a estruturar ADITAL, na cidade de Fortaleza, no nordeste brasileiro. Até 2002 contamos com o apoio da: Missionscentral der Franciscaner (Alemanha), ADVENIAT (Alemanha), a Rede “Radiè Resch” (Alemanha), e do Governo do Departamento de Bolzano (Itália). E até 2004 recebemos a colaboração da Fundação “Rispetto e Paritá” (Itália).

>> Hoje são mais de 1.000 ONGs, organizações populares, centros universitários, igrejas e movimentos sociais da América Latina e Caribe que nos enviam, diariamente, suas informações. Estes, junto a duas dezenas de repórteres e mais de quarenta colunistas, constituem o nosso diferencial.

>> A produção de notícias da ADITAL destina-se aos jornalistas da mídia mundial (escrita, radial, televisiva, on-line) e a todos os setores da sociedade civil no mundo.

>> Em português e espanhol.

The Lost Tomb of Jesus no Google

Este é apenas um exercício de curiosidade, sem maior precisão, pois tais buscas variam muito – às vezes, ao longo de um mesmo dia – e muito “lixo” acaba sendo contabilizado, embora todas as frases tenham sido colocadas entre aspas para evitar a ocorrência das palavras isoladamente.

As buscas foram feitas no Google Brasil, utilizando-se a barra do Google no IE7, em 4 de março de 2007, por volta das 21h00, e em 17 de março, por volta das 12h30, horário de Brasília.

Como me parece óbvio, não preciso explicar que o primeiro resultado é de 4 de março e o segundo após o / é de 17 de março…

>> Em toda a web:

  • Lost Tomb of Jesus: 484.000 ocorrências/874.000 ocorrências
  • Talpiot tomb: 31.800 ocorrências/62.000 ocorrências
  • Tumba perdida de Jesus: 16.100 ocorrências/75.000 ocorrências
  • Túmulo perdido de Jesus: 9.120 ocorrências/652 ocorrências
  • Tumba da família de Jesus: 235 ocorrências/220 ocorrências
  • Túmulo da família de Jesus: 24 ocorrências/46 ocorrências
  • Túmulo de Talpiot: 20 ocorrências/59 ocorrências.

>> Páginas em português:

  • Túmulo perdido de Jesus: 989 ocorrências/318 ocorrências
  • Lost Tomb of Jesus: 245 ocorrências/423 ocorrências
  • Tumba perdida de Jesus: 243 ocorrências/214 ocorrências
  • Tumba da família de Jesus: 233 ocorrências/207 ocorrências
  • Túmulo da família de Jesus: 24 ocorrências/46 ocorrências
  • Túmulo de Talpiot: 20 ocorrências/44 ocorrências
  • Talpiot tomb: 14 ocorrências/78 ocorrências.

Observação:
A imprecisão da busca pode ser maior do que pensei inicialmente. É que nas frases em português como “Tumba perdida de Jesus” aparecem alguns resultados também em espanhol…

O Sepulcro Esquecido de Jesus: no Discovery, amanhã

Já que o documentário O Sepulcro Esquecido de Jesus será apresentado aqui amanhã, dia 18 de março, às 20h00, no Discovery Channel, uma boa atualização das discussões sobre estória tão controvertida seria oportuna.

Não acredito que este caso possa ter grandes repercussões no Brasil, mas arrisco um palpite: muita gente vai consumir o produto sem se preocupar com a qualidade, como um Ossuário de Tiago, um Código Da Vinci, a Gruta de João Batista e quejandos, como se dizia antigamente. Ou vai recusar o pacote sem procurar saber porque ele está sendo entregue.

Nos dois casos, a ausência de uma abordagem consciente e crítica é preocupante.

Apenas um pensamento que me azucrina

No meu entender, a sacralização do cotidiano, antigo ou atual, sempre encontrou na Bíblia uma ferramenta eficaz, enquanto esta possibilita a leitura do real como subjetividade, espaço no qual a ação humana é reduzida à vivência intensa da emoção e do entusiasmo, constituindo a realidade total, até acabar assumindo o rótulo de história objetiva, momento em que perde seu fervor querigmático e se acomoda.

O mundo bíblico e o mundo atual se entrelaçam de tal maneira que o ressentimento pode ser legitimado, desde que seja lido como indignação moral, ao mesmo tempo em que vivências primitivas são literalmente recriadas, apresentando-se como panacéias para os malefícios da racionalidade ocidental.

Esse mecanismo social permite ao intelectual, entre outras coisas, desobrigar-se de um compromisso social efetivo, reduzindo os problemas do mundo a problemas morais…

Ribla: a África no imaginário israelita e cristão

O mais recente fascículo da RIBLA, o 54, que é o segundo de 2006, tem como tema as Raízes Afro-asiáticas no Mundo Bíblico. A revista traz 8 artigos e 3 resenhas em suas 136 páginas. Chegou na semana passada.

No editorial deste número da Revista de Interpretação Bíblica Latino-Americana, escreve Maricel Mena López, na p. 5, que

O presente número visa ampliar o horizonte de compreensão do Oriente Médio Antigo, a partir da inclusão de povos de origem afro-asiática (Egito, Cuch ou Etiópia, Sabá) na constituição da tradição judaico-cristã. Deste modo queremos resgatar os textos bíblicos da sua unilateral interpretação ocidental, que negligenciou a participação ativa da África no imaginário israelita e cristão. Partimos (…) da constatação de que há uma participação ativa e constante do mundo africano nas experiências antropológicas do Israel bíblico e pós-bíblico. Quando se vê a história do povo de Israel e de Judá a partir de óticas ocidentais, deixa-se de considerar a África como uma das perspectivas culturais e religiosas para a compreensão da Palestina.

Tal desafio lançado pelas autoras e autores de RIBLA, converte-se também em desafio para o leitor: verificar se os artigos conseguem, de fato, a quebra de paradigmas nos estudos bíblico-exegéticos que vigorou durante muito tempo em nome da ‘cientificidade acadêmica’ supostamente neutra que priorizou textos e culturas do mundo semita ocidental (Maricel Mena López, Editorial, p. 5).

Neste número assinam os artigos Nancy Cardoso Pereira (Porto Alegre, Brasil), Maricel Mena López (Bogotá, Colômbia), María Cristina Ventura Campusano (San José, Costa Rica), Sandro Gallazzi (Macapá, Brasil), Clemildo Anacleto da Silva (Porto Alegre, Brasil), José Luiz Izidoro (Iguape, Brasil) e Diana Rocco Tedesco (Buenos Aires, Argentina). As 3 resenhas foram escritas por Jorge Pixley, Maricel Mena López e Diego Agudelo.

Free Classic Greek Software

Um software gratuito, que parece valer a pena fazer o download: Kalós.

O software, na versão 4.0.7, tem pouco mais de 28 MB. O endereço para contatos aponta para Atlanta, GA, USA. Há ajuda e tutorial sobre o funcionamento do programa no site. Acabei de ver a indicação na lista de discussão B-Greek, dada por Jonathan Robie, que é do ramo.

Diz o site Kalós:
Kalós is a free Classic Greek Dictionary, trilingual, with definitions in English, French and Spanish. It contains approximately 25,000 entries… Kalós also includes New Testament and koiné vocabulary, including biblical names, which makes it a very useful resource for religion and theology scholarsKalós includes morphological analysis, and produces beautiful tables and charts with the inflections of any word… The charts can be printed and exported to most popular document formats, including Microsoft Excel and Adobe .pdf… Kalós works on Windows 2000, XP, Vista, and on any version of Mac OS X. Date released: 12.01.2006.

Jim West resenha especial sobre DSS

Jim West vai resenhar o especial sobre os Manuscritos do Mar Morto, que será apresentado hoje na TV. Nos USA.

Fique atento.

Atualizando: 12/03/2007 – 11h00

Jim West resenhou ontem o especial sobre os Manuscritos do Mar Morto e fez uma avaliação positiva.

Nada viu de novo, só o já conhecido, mas a discussão dos especialistas, com suas várias propostas sobre a origem e o significado dos Manuscritos e de Qumran, parece ter sido interessante.

Jim recomenda o especial – que sairá em DVD ou talvez passe no National Geographic daqui – para estudantes ou leigos no assunto que estão interessados em uma introdução básica, mas honesta, aos Manuscritos do Mar Morto.

Sua conclusão:

Over all it was a good presentation. The theories of Baigent and Feather were utilized, I think, to offer a different perspective. It was made perfectly clear that both of them were minority voices which had little to no support in the wider scholarly community. Nothing new was disclosed here – but the presentation would certainly be very useful for beginning students or interested lay people who were desirous of a basic introduction to study of the scrolls.

SBL publica livro sobre os Manuscritos do Mar Morto

A SBL – Society of Biblical Literature – publicou um pequeno livro sobre os Manuscritos do Mar Morto. Os textos, anteriormente publicados em revistas, são de vários autores e vêm acompanhados de mais de 90 fotografias coloridas, o que deve tornar o livrinho de apenas 96 páginas bem interessante para um primeiro contato com a mais importante descoberta de manuscritos feita na Palestina.

VV.AA.The Dead Sea Scrolls. Atlanta, GA: SBL, 2007, 96 p. ISBN 9781589832701.VV.AA.The Dead Sea Scrolls. Atlanta, GA: SBL, 2007, 96 p.

O livro
…this book provides readers with a full historical and photographic account of the Dead Sea Scrolls, from their initial discovery in 1947 to their recent publication and ongoing interpretation. Within the pages of this full-color volume, which includes over 90 photos, readers will learn not only how the Dead Sea Scrolls were found but also why many scholars believe that other scrolls still await discovery. In addition to becoming acquainted with the Scrolls and the ancient group who originally wrote them, readers will find out why the Dead Sea Scrolls continue to be significant for the Jewish and Christian religions today.

Autores e textos

Harry Thomas Frank, “How the Dead Sea Scrolls Were Found”
Baruch Safrai, “More Scrolls Lie Buried! Recollections from Years Gone By”
Frank Moore Cross, “The Dead Sea Scrolls and the People Who Wrote Them”
Emanuel Tov, “Publishing the Scrolls: Reflections on Thirty Years of Scholarly Work”
Sidnie White Crawford, “The Fluid Bible: The Blurry Line between Biblical and Nonbiblical Texts”
James C. VanderKam,”The Scrolls and Early Christianity: How They Are Related and What They Share”
Lawrence H. Schiffman, “Significance of the Scrolls: A New Perspective on the Texts from the Qumran Caves”