As seguintes resenhas foram recentemente publicadas pela Review of Biblical Literature:
Paul N. Anderson, Felix Just, S.J., and Tom Thatcher, eds.
John, Jesus, and History: Volume 1, Critical Appraisals of Critical Views
Reviewed by Mark A. Matson
Carol Bakhos, ed.
Current Trends in the Study of Midrash
Reviewed by Siam Bhayro
David Catchpole
Jesus People: The Historical Jesus and the Beginnings of Community
Reviewed by Paul Foster
John Granger Cook
The Interpretation of the Old Testament in Greco-Roman Paganism
Reviewed by David Lincicum
Hubertus R. Drobner; Siegfried Schatzmann, trans.
The Fathers of the Church: A Comprehensive Introduction
Reviewed by Wilhelm Pratscher
Zev Garber, ed.
Mel Gibson’s Passion: The Film, the Controversy, and Its Implications
Reviewed by W. R. Telford
Brad E. Kelle
Ancient Israel at War 853-586 BC
Reviewed by T. M. Lemos
Thomas J. Kraus
Ad fontes: Original Manuscripts and Their Significance for Studying Early Christianity: Selected Essays
Reviewed by Christopher Tuckett
Amy-Jill Levine, ed., with Maria Mayo Robbins
A Feminist Companion to the New Testament Apocrypha
Reviewed by Heike Omerzu
Yuzuru Miura
David in Luke-Acts: His Portrayal in the Light of Early Judaism
Reviewed by Steven Cox
Stephen W. Need
The Gospels Today: Challenging Readings of John, Mark, Luke and Matthew
Reviewed by Peter J. Judge
Birger A. Pearson
Ancient Gnosticism: Traditions and Literature
Reviewed by Philip L. Tite
Richard D. Phillips
Hebrews
Reviewed by Knut Backhaus
Brant Pitre
Jesus, the Tribulation, and the End of the Exile: Restoration Eschatology and the Origin of the Atonement
Reviewed by John A. Dennis
Shmuel Safrai, Zeev Safrai, Joshua Schwartz, and Peter J. Tomson, eds.
The Literature of the Sages: Second Part: Midrash and Targum, Liturgy, Poetry, Mysticism, Contracts, Inscriptions, Ancient Science and the Languages of Rabbinic Literature
Reviewed by Marvin A. Sweeney
Rivka Ulmer, ed.
Discussing Cultural Influences: Text, Context, and Non-Text in Rabbinic Judaism
Reviewed by Joshua Schwartz
Laurence M. Vance
Guide to Prepositions in the Greek New Testament
Reviewed by Paul Elbert
Robby Waddell
The Spirit of the Book of Revelation
Reviewed by Jan A. du Rand
Mark Wilson
Charts on the Book of Revelation: Literary, Historical, and Theological Perspectives
Reviewed by Jan G. van der Watt
Magnus Zetterholm, ed.
The Messiah in Early Judaism and Christianity
Reviewed by James H. Charlesworth
airtonjo
Biblical Studies Carnival XXXI
Seleção das melhores postagens de junho de 2008. Trabalho feito por Jim Getz, em seu biblioblog Ketuvim.
Biblical Studies Carnival XXX
Seleção dos melhores posts de maio de 2008. Publicada, no último minuto de junho – this entry was posted on Monday, June 30th, 2008 at 11:59 pm – por Tyler Williams, em seu biblioblog Codex.
Criacionismo, design inteligente e teoria da evolução
Hoje a Teoria da Evolução está completando 150 anos, pois foi no dia 1º de julho de 1858, junto com Alfred Russell Wallace, que Charles Darwin a apresentou em Londres.
Mas a Teoria da Evolução é frequentemente rejeitada, seja na forma do criacionismo mais tradicional ou do seu primo pseudocientífico mais recente, o design inteligente.
Plugin para os biblioblogs no Firefox 3
>> Atualizado em 14.12.2017 – 06h10
Post modificado, pois a dica é antiga, de 2008, e tal plugin não existe mais.
No dia 18 de junho de 2008, J. P. van de Giessen, do biblioblog Aantekeningen bij de Bijbel, publicou um plugin para ser instalado no Firefox 3 e que acrescenta ao seu sistema de busca todos os biblioblogs listados na página Biblioblogs.com.
Lembro que esta lista traz alguns dos mais interessantes biblioblogs atuais, e, embora não seja completa, é conhecida entre nós como a ‘lista canônica’ dos biblioblogueiros.
Pistas para libertar Paulo
Recomendo a leitura do artigo do biblista José Bortolini, Libertar Paulo. Publicado na revista Vida Pastoral n. 260 – maio/junho de 2008 – toda dedicada ao Ano Paulino, o texto foi reproduzido pela Adital no dia 25 passado. Bortolini é Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico de Roma.
Diz Bortolini na Introdução, entre outras coisas:
“Pobre apóstolo Paulo, o que fizeram com você nestes dois mil anos!? Lá no começo, alguns cristãos não admitiam que você usasse o título de apóstolo (1Cor 9,2; 15,9) só porque você não conheceu pessoalmente a Jesus de Nazaré. Ficamos intrigados com muitas coisas a seu respeito (…) Com o passar dos tempos, você foi divorciado das comunidades, e passou a ser visto como um teólogo profissional que pensa e produz teologia a partir de coisas abstratas, sem contato com o chão e a vida do povo. O tempo rolou, e os cristãos brigaram, fizeram guerras e se mataram, em parte por causa da carta aos Romanos… Ultimamente você entrou de cheio na Liturgia da Palavra das Missas, onde se faz leitura contínua de suas cartas. Mas poucos são os que valorizam o que você deixou escrito. Agora foi instituído o Ano Paulino, um ano dedicado a você, dois mil anos de seu nascimento. Será que no fim de tudo você será mais conhecido e amado, como você amou o Senhor Jesus e as comunidades? Tomara que consigamos libertá-lo das algemas de nossos preconceitos, de modo que não tenha de arrastar a capa de chumbo que lhe impuseram nossas leituras descontextualizadas”.
Veja, em seguida, as pistas apontadas por Bortolini para libertar Paulo.
Vou contar ao leitor um segredo: lecionei Literatura Paulina durante os meus primeiros oito anos no CEARP, em Ribeirão Preto, SP. Depois transferi a disciplina para outro colega, e passei a trabalhar somente com Antigo Testamento/Bíblia Hebraica.
Mas me recordo bem: o estudo das cartas de Paulo é apaixonante. É uma espécie de febre que toma conta da gente…
Leia também:
Paulo de Tarso: a sua relevância atual – IHU On-Line, ed. 286: 22.12.2008
Os Biblistas Mineiros e a necessidade do método
Bíblia: Teoria e Prática – Leituras de Rute. Qual é o enfoque de cada artigo? Para que o leitor saiba o que lhe oferecemos, transcrevo aqui algumas linhas de cada um dos nove artigos que compõem esta número da Estudos Bíblicos 98, que acaba de ser publicada.
Editorial: Telmo José A. de Figueiredo
PARTE I
:: Agenda para o estudo de um texto bíblico – p. 11-32
Johan Konings – Mestre em Filologia Bíblica, 1968, e Doutor em Teologia pela Katholieke Universiteit Leuven, Bélgica, 1972.
Súsie Helena Ribeiro
Apresentamos aqui a agenda daquilo que parece fundamental para a leitura atenta de um texto bíblico. Leitura que faça jus ao texto, não mera leitura de consulta para satisfazer a curiosidade, fundamentar um dogma ou dar autoridade a uma ideologia; mas empenho em ler o texto como texto, como uma entidade, quase uma pessoa que se apresenta a nós face a face (…) Ora, se Carlos Mesters chamou a Bíblia de “livro feito em mutirão”, pode-se dizer que também a leitura e o estudo melhor se fazem em mutirão. Determinadas tarefas podem ser realizadas pela comunidade (…) outras (…) exigirão algum “engenheiro”, que, no seu gabinete, estude os assuntos mais especializados. O resumo final deste artigo (…) visualiza essa organização de tarefas.
:: Aprenda a enxergar com o cego Bartimeu, ou… Por que é necessário um método para ler a Bíblia? – p. 33-45
Cássio Murilo Dias da Silva – Doutor em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico, Roma, Itália, 2005.
Como é possível aprender a enxergar com um cego? Na verdade, o relato da cura do cego Bartimeu (…) servirá de exemplo concreto para (…) demonstrar a necessidade de ler a Bíblia com um bom método (…) Caso leiamos a Bíblia (…) sem um método (…) muito da riqueza do texto bíblico passa despercebida aos nossos olhos e corremos o risco de nos contentar com o que não é importante. Ou, o que é pior, corremos o risco de pensar que o texto bíblico diz algo que ele não diz (…) Quem lê a Bíblia com um método adequado (…) conhece os passos para percorrer o universo do texto, tem os olhos e os ouvidos atentos para perceber nuanças e detalhes, consegue deleitar-se com o estilo de cada autor, pode apreender com mais largueza e profundidade a mensagem, sabe que não pode obrigar o texto a dizer o que ele não diz, sabe quais informações pode (e quais as que não pode) buscar no texto bíblico, sabe o que pode (e o que não pode) perguntar à Bíblia.
:: Bíblia: Mito? Realidade? – p. 45-61
Telmo José Amaral de Figueiredo – Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico, Roma, Itália, 1997.
Os métodos de análise bíblica terminam por levantar, de modo direto ou indireto a questão se os fatos narrados pela Bíblia são históricos, ou seja, verdadeiros, ou invenções, lendas e fantasias de seus autores (…) Afinal, a Bíblia é formada por um conjunto de mitos ou ela narra a verdade dos fatos? A resposta a essa questão acabará por ser encontrada na clarificação dos termos que a compõem, isto é, o que é mito, o que vem a ser história? (…) Telmo José exemplifica a sua explicação com a análise de Gênesis 1 e trechos do poema babilônico Enuma Elish e o hino egípcio a Aton sobre a criação do mundo [texto extraído do Editorial, p. 8-9]
:: Como ler os apócrifos do Segundo Testamento – p. 62-71
Jacir de Freitas Faria – Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico, Roma, Itália, 1996.
Como ler os apócrifos? Essa é uma boa pergunta. A Igreja ensinou ao longo de sua história que esses livros não deveriam ser lidos. Muitos deles foram enviados para o catálogo dos livros proibidos e até queimados (…) Ler os apócrifos exige um acurado estudo histórico da época de cada apócrifo. O contexto é importante para compreender o porquê da expressão de fé transformada em livros apócrifos (…) A tradição popular perpetuou na memória oral e escrita os ensinamentos de fé dos apócrifos (…) A literatura apócrifa do Segundo Testamento contribuiu sobremaneira para manter a fé no imaginário popular. São histórias de piedade que se transformaram em poesia, canto, pinturas, músicas e expressões devocionais.
PARTE II
:: Releituras rabínicas do livro de Rute – p. 72-76
Leonardo Alanati – Mestre em Língua Hebraica pelo Hebrew Union College, Jewish Institute of Religion, Cincinnati, USA – Rabino da Congregação Israelita Mineira
Este artigo apresenta alguns dos principais temas desenvolvidos na tradição judaica de exegese do livro de Rute através de comentários rabínicos entre os séculos II e VI no Talmude e em Rute Rabba, mas que foram ensinados e transmitidos oralmente por décadas ou até séculos antes da redação destas obras. Até o século XIX estes comentários dominaram a maneira judaica de ler o livro. Nos dois últimos séculos, judeus de correntes religiosas modernas adotaram e desenvolveram outras interpretações e leituras do mesmo (…) [Rute] aquela mulher solidária, corajosa, decidida, verdadeiramente admirável, permanecerá sempre no coração judaico como ancestral não apenas de líderes ilustres do passado, mas também do líder que levará a humanidade a uma nova era de paz, solidariedade, justiça e amor ao próximo.
:: Rute à luz do método histórico-crítico – p. 77-84
José Luiz Gonzaga do Prado – Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico, Roma, Itália, (data?)
O documento da Pontifícia Comissão Bíblica, A interpretação da Bíblia na Igreja, de 1993, aponta o método histórico-crítico como indispensável para o estudo sério da Bíblia. Fala das origens do método, de sua evolução e dá-lhe também uma descrição simples e clara. Esta descrição vai guiar nossa busca. Analisaremos o livro de Rute por cada uma das oito etapas em que o Documento descreve o método. Assim esperamos chegar a algumas conclusões que fundamentem a abertura para as diferentes e possíveis hermenêuticas, abordagens ou leituras (…) [Há muitas] perguntas [sobre nossa realidade] que devemos levantar hoje e para as quais podemos encontrar respostas no livro de Rute. Basta lê-lo com os dois olhos, um na Bíblia e outro na vida.
:: A narratividade do livro de Rute – p. 85-106
Jaldemir Vitório – Mestre em Ciências Bíblicas pelo Pontifício Instituto Bíblico, Roma, Itália, 1986. Doutor em Teologia pela PUC-RJ, 1995.
O objetivo deste artigo consiste em aplicar o método de análise narrativa ao livro de Rute. Este se presta muito bem para a finalidade por se tratar de uma narrativa breve e, ao mesmo tempo, como se verá, portadora de inesgotável riqueza literária (…) A análise narrativa oferece uma chave de interpretação que permite ao leitor entrar em sintonia com o texto, pelo conhecimento dos recursos literários empregados pelo narrador no processo de produção (…) O método da análise narrativa e os demais métodos de interpretação supõem de quem se avizinha dos textos bíblicos uma postura de leitor-intérprete. A ausência de atitude hermenêutica tem como resultado cair na armadilha do fundamentalismo ou do historicismo. A análise narrativa tem o mérito de aproximar o texto bíblico do leitor-intérprete atual ao mostrar como os autores bíblicos trabalharam de forma idêntica como trabalham os narradores atuais, tão distantes no tempo e no espaço.
:: Leitura socioantropológica do Livro de Rute – p. 107-120
Airton José da Silva – Mestre em Teologia Bíblica pela Pontifícia Universidade Gregoriana, Roma, Itália, 1976.
Qual seria a contribuição específica da leitura socioantropológica? Penso que pode ser o fato desta abordagem examinar não somente a literatura bíblica, mas também as forças sociais subjacentes à produção desta literatura, onde se distingue a sociedade que está por trás do texto da sociedade que aparece dentro do texto (…) Vou utilizar o livro de Rute para visualizar esta proposta. Este livro é uma estória que usa lugares reais e pessoas fictícias situadas em determinado espaço e tempo para construir a sua narrativa (…) [A partir desta perspectiva] deveria ser possível mostrar que o modo como os personagens organizam sua visão de mundo são, na verdade, ferramentas literárias utilizadas pelo autor/a na construção de uma estória totalmente fictícia, mas que, sem dúvida, produz uma mensagem que é considerada pelo autor/a de Rute como um caminho a ser buscado, estruturando o livro como uma narrativa orientada por uma proposta séria. {Por isso], 1. Olhando a estória com os olhos do autor/a, pergunto: o que diz o livro de Rute? 2. Olhando para além do livro, pergunto: o que é possível saber da época em que foi escrito o livro de Rute? 3. Olhando a estória com os olhos do leitor atual, pergunto: qual é a proposta do livro de Rute?
:: O protagonismo de uma sogra: a história de Noemi e Rute – Uma abordagem feminina sob o olhar da psicologia – p. 121-129
Maria Aparecida Duque e Rosana Pulga
O livro de Rute é cheio de personagens humanas. E onde há o humano, há também seus aspectos fenomenológicos, incluindo o psíquico. Não há, portanto, nenhum atrevimento literário de interpretá-lo por meio da ciência da Psicologia, onde essa história tão bem se adapta. Esse livro nos oferece uma riqueza de interpretações que podem ser lidas e refletidas nas mais diversas situações vivenciais (…) O dilema sogra-nora é analisado em pormenores, principalmente pela ótica do poder e da subserviência de uma pessoa a outra [Obs.: esta última frase está no Editorial, p. 10].
Observo que, infelizmente, não possuo informações completas sobre a formação acadêmica de 3 autoras: Súsie Helena Ribeiro (área de Letras), Maria Aparecida Duque (área de Psicologia) e Rosana Pulga (assessoria bíblica).
27.06.2008: Centenário de Guimarães Rosa
Hoje estamos comemorando o centenário de Guimarães Rosa, o grande escritor mineiro, nascido em Cordisburgo em 27 de junho de 1908.
Para quem gosta de seus livros, escrevi algo que pode ajudar na leitura de Grande Sertão: Veredas, sua principal obra. Confira.
Veja também o especial Centenário de Guimarães Rosa da Folha Online, com textos, fotos e vídeos.

Resenhas na RBL: 24.06.2008
As seguintes resenhas foram recentemente publicadas pela Review of Biblical Literature:
Hans Dieter Betz, Don S. Browning, Bernd Janowski, and Eberhard Jüngel, eds.
Religion Past and Present: Encyclopedia of Theology and Religion: Volume 1: A-Bhu
Reviewed by Dirk van der Merwe
Bradford B. Blaine Jr.
Peter in the Gospel of John: The Making of an Authentic Disciple
Reviewed by Stephan Witetschek
Markus Bockmuehl and Donald A. Hagner, eds.
The Written Gospel
Reviewed by David C. Sim
Sebastian Brock
The Bible in the Syriac Tradition
Reviewed by H. F. van Rooy
Jack Cheng and Marian Feldman, eds.
Ancient Near Eastern Art in Context: Studies in Honor of Irene J. Winter by Her Students
Reviewed by Aren Maeir
Gregory W. Dawes
Introduction to the Bible
Reviewed by Randall L. McKinion
Jane DeRose Evans
The Coins and the Hellenistic, Roman and Byzantine Economy of Palestine
Reviewed by Mark A. Chancey
Victor Paul Furnish
1 Thessalonians, 2 Thessalonians
Reviewed by Eduard Verhoef
Mark D. Futato
Interpreting the Psalms: An Exegetical Handbook
Reviewed by Howard N. Wallace
John Goldingay and David Payne
Isaiah 40-55: A Critical and Exegetical Commentary
Reviewed by Chris Franke
Maria Gorea
Job: Ses précurseurs et ses épigones ou comment faire du nouveau avec de l’ancien
Reviewed by James L. Crenshaw
Nathaniel Helfgot, ed.
The Tanakh Companion to the Book of Samuel
Reviewed by Ralph K. Hawkins
Paul M. Hoskins
Jesus as the Fulfillment of the Temple in the Gospel of John
Reviewed by Mary L. Coloe
Reviewed by Nicholas H. Taylor
Ådna Jostein, ed.
The Formation of the Early Church
Reviewed by Markus Oehler
Bart J. Koet
Dreams and Scripture in Luke-Acts: Collected Essays
Reviewed by David L. Tiede
Jerome H. Neyrey
Give God the Glory: Ancient Prayer and Worship in Cultural Perspective
Reviewed by Tony Costa
Birger A. Pearson
Ancient Gnosticism: Traditions and Literature
Reviewed by James F. McGrath
Calvin J. Roetzel
2 Corinthians
Reviewed by Frank J. Matera
Karl Friedrich Ulrichs
Christusglaube: Studien zum Syntagma pistis Christou und zum paulinischen Verständnis von Glaube und Rechtfertigung
Reviewed by Günter Röhser
Estudos Bíblicos 98: Leituras de Rute
Acabo de receber o número 98 de Estudos Bíblicos, revista publicada pela Vozes, de Petrópolis.
Elaborado pelos Biblistas Mineiros, grupo que se reúne em Belo Horizonte, este número trata da questão dos métodos de leitura da Bíblia e tem como principal matéria de exame o livro de Rute. Clique no título, Bíblia: Teoria e Prática – Leituras de Rute, para ver o sumário da revista, que tem 132 páginas.
O meu artigo, Leitura socioantropológica do Livro de Rute, pode ser lido nas páginas 107-120. Está também online aqui.