A revolução urbana no Crescente Fértil 2

Estou lendo mais um livro do assiriólogo italiano Mario Liverani:

LIVERANI, M. Antico Oriente: storia, società, economia. Nuova edizione aggiornata. Roma-Bari: Laterza, 2011 [IX rist. 2024], 912 p. – ISBN 9788842095880.LIVERANI, M. Antico Oriente: storia, società, economia. Nuova edizione aggiornata. Roma-Bari: Laterza, 2011 [IX rist. 2024], 912 p.

Leio o original em italiano, mas comparo, de vez em quando, com as versões em inglês e português.

Estas são notas de leitura do capítulo 4: A revolução urbana [La rivoluzione urbana] da segunda parte do livro: A Idade do Bronze Antigo [L’antica età del bronzo]

Este capítulo tem 5 seções, que serão publicadas em 5 posts:

1. A especialização do trabalho e as “grandes organizações” [La specializzazione lavorativa, le “grandi organizzazioni”]

2. A cidade e as aldeias [ La città e i villaggi]

3. Da qualidade à quantidade [Dal qualitativo al quantitativo]

4. Garantias e registros: o nascimento da escrita [Garanzie e registrazioni: la nascita della scrittura]

5. Aspectos políticos e ideológicos da formação inicial do Estado [Politica e ideologia delle formazioni proto-statali]

Reestruturei o texto em formato de perguntas e respostas.

 

2. A cidade e as aldeias

Por que a Revolução Urbana ocorreu naquele momento e naquele lugar?
. Se a Revolução Urbana atingiu seu auge na Baixa Mesopotâmia entre 3500 e 3200 a.C., pode-se questionar por que ela ocorreu naquele momento. Evidentemente, as premissas necessárias para essa profunda mudança social encontraram neste contexto histórico particular a oportunidade de desenvolvimentos posteriores. Em primeiro lugar, como já mencionado, deve ter havido uma disponibilidade de excedentes capaz de sustentar as grandes organizações e seus quadros especializados. Em outras palavras, a agricultura precisava ser particularmente desenvolvida. A agricultura em pequenos nichos ecológicos havia sido perfeitamente adequada para o estímulo inicial ao progresso técnico e econômico, favorecido principalmente pela proximidade de diferentes ecorregiões. A Baixa Mesopotâmia era um “nicho” muito maior. No entanto, era um nicho que, se não fosse devidamente equipado, não permitiria o surgimento de assentamentos humanos. Isso se devia à presença de dois grandes rios (o Tigre e o Eufrates), cujos meandros e cheias sazonais criavam pântanos e terras inacessíveis. Sua distância das matérias-primas necessárias para a construção de ferramentas (como metal, pedras semipreciosas e madeira) foi um obstáculo nos estágios iniciais de desenvolvimento. Afinal, viagens de longa distância eram caras e, em grande parte, pouco confiáveis. No entanto, uma vez devidamente organizada, a Baixa Mesopotâmia tinha suas vantagens em termos de tamanho e qualidade. Uma vez drenadas, suas terras proporcionavam altos rendimentos e uma rede de relações econômicas por meio de rios e grandes espaços, o que facilitou a evolução de aldeias para assentamentos maiores.

Que papel exerceu neste processo a gestão da água na Baixa Mesopotâmia?
Expansão de Uruk, c. 3600-3200 a.C.. É certo que a Baixa Mesopotâmia experimentou um progresso singular. A área permaneceu inicialmente à margem das tendências gerais de desenvolvimento do período Neolítico. Só assumiu um papel de vanguarda no período Ubaid e na fase de transição entre o Calcolítico e a Idade do Bronze. É possível que os níveis mais baixos do mar no Golfo Pérsico na época, seja por causa de terremotos ou da crescente quantidade de sedimentos acumulados nos rios, tenham sido um fator importante. Isso levou à construção de canais, tanto para drenar o excesso de água dos pântanos quanto para distribuí-lo de forma mais uniforme pelo território. Portanto, a água começou a ser gerenciada de forma mais eficaz, minimizando as diferenças em sua disponibilidade sazonal e anual. A gestão da água desenvolveu-se através de várias etapas técnicas e organizacionais. Grandes canais que transportavam água em nível regional eram, por enquanto, impossíveis de construir e só surgiriam vários séculos depois, como resultado da unificação política e do aumento da mobilidade. As intervenções hídricas iniciais eram de natureza estritamente local e exigiam pouca expertise técnica. No entanto, essas intervenções já levavam à criação e à manutenção constante de extensões de terra drenadas. Consequentemente, fatores hídricos começaram a influenciar fortemente o desenvolvimento das relações entre essas extensões de terra drenadas. Por exemplo, terras localizadas em altitudes mais elevadas influenciavam a localização de áreas drenadas nos contrafortes, a criação de um canal, o desvio de um rio e o uso de uma depressão no terreno como bacia. Se esses fatores beneficiavam certas áreas, prejudicavam outras. Essa situação levou a uma necessidade crescente de coordenação entre iniciativas locais, a fim de evitar potenciais conflitos. Seja como for, as primeiras intervenções hídricas já ocorreram no período Ubaid. Elas se desenvolveram no mesmo ritmo das atividades agrícolas da planície aluvial. Somente em meados do quarto milênio a.C. essas intervenções ganharam escala e foram então usadas para criar uma rede de conexões inter-regionais, já que o transporte fluvial era mais barato que o terrestre.

Outro fator importante foi o progresso tecnológico da época?
. Além da construção de canais, as atividades agrícolas também se beneficiaram do progresso tecnológico da época. Devido à maior disponibilidade de água, a agricultura irrigada proporcionou colheitas maiores e mais regulares do que as dos contrafortes circundantes, atrelados ao regime pluvial. Para o cultivo das planícies aluviais, foi desenvolvida uma ferramenta que continuaria a ser usada na Mesopotâmia por três milênios. Essa ferramenta era o arado-semeador (apin em sumério e epinnu em acádio)*, que permitia um cultivo significativamente mais rápido do que a enxada. O arado-semeador mesopotâmico era um equipamento complexo. Permitia uma semeadura mais precisa, colocando as sementes profundamente no solo, longe dos animais que se alimentavam delas. Naturalmente, o arado-semeador exigia a disponibilidade de animais de tração (quatro ou até seis animais) capazes de puxar o arado e trabalhadores especializados. Esse tipo de atividade era mais adequado para a agricultura nas planícies, com campos extensos de tamanho semelhante espalhados ao longo dos canais de irrigação. Essa divisão da terra indica um tipo de produção agrícola planejada e organizada. A irrigação, o arado-semeador, os altos rendimentos no cultivo de cereais (com uma proporção de 1:30 – ou mais – entre sementes semeadas e colhidas) e os campos extensos forneciam à Baixa Mesopotâmia uma grande e estável disponibilidade de excedentes.

O que acontecia com o excedente da produção?
. O excedente sustentava uma gama ampla e diversificada de trabalhadores e administradores especializados que viviam nas cidades. Os assentamentos não eram maisMapa topográfico da zona arqueológica de Uruk (atual Warka). Muralha da cidade e edifícios principais: estruturas vermelhas. uniformemente distribuídos por um território indiferenciado que exercia os mesmos tipos de atividades. Primeiramente, os assentamentos se desenvolveram próximos a recursos hídricos, tanto para fins de irrigação quanto para transporte. Este último tornou-se um aspecto essencial para a centralização do excedente, que era entregue dos campos aos armazéns nas cidades. Além disso, os assentamentos começaram a ser divididos em uma hierarquia de dois e, logo depois, três grupos. A divisão em dois grupos incluía as aldeias, caracterizadas por seu pequeno tamanho e atividades agropastoris, e as cidades. Estas últimas eram responsáveis pela transformação de matérias-primas, comércio e serviços. O tamanho das cidades não dependia mais do grau de exploração das terras vizinhas. Isso porque elas podiam se beneficiar de sua capacidade recém-desenvolvida de reunir recursos em nível regional. O terceiro grupo era composto por centros intermediários, que realizavam funções urbanas descentralizadas, tanto em termos de artesanato quanto de administração.

Como era essa nova organização política em escala regional?
. O desenvolvimento de uma hierarquia de assentamentos com diferentes especializações é apenas um aspecto marginal dessa nova organização política, que passou de uma escala local para uma regional. Isso é visível na ascensão das capitais, bem como de vários centros na periferia e de uma vasta quantidade de vilas tributárias. As capitais eram centros de controle político (centrados no palácio, no(s) templo(s) e na classe dominante) e da maioria das atividades especializadas. Essa estrutura intrincada era separada de outras estruturas semelhantes por extensões de terra intocadas, cobertas de pântanos ou estepes áridas não alcançadas por canais de irrigação. Esses territórios tinham uma função política, mantendo complexos regionais separados, bem como um papel econômico, fornecendo recursos marginais, mas importantes, por meio de pastoreio sazonal, pesca e atividades de coleta.

E o crescimento da população?
. A urbanização desenvolveu-se paralelamente a um rápido crescimento demográfico. Este último não se deveu a fluxos imigratórios, como se supunha anteriormente, mas a um crescimento demográfico interno causado pelas melhorias nos processos de produção de alimentos. No entanto, dentro desse crescimento abrangente, que demonstra os efeitos positivos da Revolução Urbana (capaz de sustentar um número maior de habitantes vivendo no mesmo território), houve diferenciações e flutuações consideráveis. A ascensão de um centro urbano levou ao abandono da zona rural circundante. Um exemplo disso é Uruk, cujo crescimento (de cerca de 70 hectares) na fase inicial de Uruk (níveis XIV-VI do Eanna, cerca de 3500-3200 a.C.) levou à concentração da população dentro de suas muralhas e ao desaparecimento das aldeias vizinhas. Mais ao norte, na área de Nippur e Adab, onde a concentração urbana é menos visível, o crescimento demográfico se espalhou por inúmeras aldeias. Mais tarde, porém, na fase tardia de Uruk (níveis V-III do Eanna, c. 3400-3000 a.C.), ocorreu o oposto: o grande centro de Uruk (c. 100 hectares) também atraiu pessoas do norte, levando a uma crise nas aldeias da região de Nippur-Adab. É difícil dizer até que ponto essas flutuações demográficas foram resultado de movimentos populacionais reais ou de diferentes taxas de crescimento em diferentes áreas. Entretanto, essas taxas, originalmente aplicadas a populações com pontos de partida semelhantes, modificam as relações quantitativas quando aplicadas em longos períodos de tempo.

Demografia, tecnologia e política eram interconectadas?
Templo Branco ou Zigurate de Anu em Uruk (3500-3000 a.C.). Por fim, vale lembrar que, para ser eficaz e produtiva, a exploração da terra por meio de canais e loteamentos dependia do crescimento demográfico. A construção de um canal em si exigia o acúmulo de alimentos para cobrir os custos (na forma de rações alimentares a serem fornecidas aos trabalhadores). Além disso, exigia a disponibilidade de uma força de trabalho capaz de se ausentar da agricultura, desde que não prejudicasse os cultivos já em andamento. Além disso, uma vez concluído o canal, era crucial encontrar famílias prontas para se estabelecer e cultivar as novas terras. Esse repovoamento garantia a disponibilidade de recursos (em termos de excedentes adicionais), fato que justificaria a criação do canal em primeiro lugar. Portanto, a intervenção torna-se cíclica, exigindo um excedente de pessoas e alimentos e aumentando a produtividade e o excedente. As estruturas políticas internas eram igualmente cíclicas, exigindo amplo consenso e expertise técnica e econômica
para planejar as infraestruturas necessárias, mas, ao mesmo tempo, construindo consenso e tornando os assentamentos vizinhos mais dependentes do centro. Portanto, demografia, tecnologia e política não se desenvolveram independentemente. Essa interconexão, portanto, nos impede de considerar um aspecto como mais influente do que os outros.

E a posse da terra?
. As relações hierárquicas e interdependentes que se desenvolviam na região também alteraram a paisagem urbana e agrícola, sob uma análise mais aprofundada. No campo, a terra começou a ser diversificada em termos legais. Na fase pré-urbana, todas as terras tinham o mesmo estatuto jurídico, uma vez que pertenciam às famílias que as cultivavam. Nessas comunidades, existiam mecanismos para garantir que a terra continuasse a ser propriedade da família que nela vivia (uma vez que a propriedade da terra era transmitida principalmente por herança). Além disso, havia parcelas de terra geridas pela aldeia, nomeadamente pastagens e terras pertencentes a linhagens familiares extintas. Agora, no entanto, a urbanização trouxe uma mudança significativa no estatuto jurídico da terra: alguns campos continuaram a ser propriedade de famílias “livres”, enquanto outros pertenciam ao templo ou ao palácio. Com o tempo, estes últimos adquiriram uma quantidade crescente de terra, quer através de processos econômicos, quer através da colonização de novos territórios. Afinal, os extensos campos ladeados por canais de irrigação teriam sido impensáveis sem a intervenção destas estruturas centrais.

Como era a gestão das terras pertencentes ao templo e ao palácio?
. A gestão das terras pertencentes ao templo e ao palácio era organizada de duas maneiras. Uma parte das terras era explorada diretamente por essas organizações porVaso de alabastro esculpido de Warka (antiga Uruk), mostrando, de baixo para cima, água, tamareiras, cevada, trigo, carneiros, ovelhas e homens carregando cestos de alimentos para a deusa Inanna. Período Jemdet Nasr, 3000-2900 a.C. Museu do Iraque, Bagdá. IM19606. meio de trabalho servil, tornando-se assim parte de um centro agrícola maior. A outra parte era dividida em lotes e atribuída a indivíduos em troca de seus serviços à organização. Portanto, as terras pertencentes ao templo e ao palácio criavam uma nova paisagem agrícola. Esta última começou a caracterizar o entorno imediato das cidades e das terras recém-colonizadas, causando assim a dispersão da população e a marginalização das aldeias mencionadas acima.

E foi então que se criou o sistema tributário e a corveia?
. Vários tipos de gestão de terras de templos ou palácios levaram ao desenvolvimento do sistema de tributos de diferentes maneiras: o “dízimo” (ou pelo menos uma porcentagem moderada) das terras da aldeia, toda a produção das terras diretamente exploradas (menos a quantidade necessária para o plantio subsequente e para sustentar os agricultores e os animais de trabalho) e serviços especializados em troca de terras parceladas. E a interação econômica também se desenvolveu entre as várias terras, à medida que o trabalho sazonal e intensivo em mão de obra era realizado nas propriedades do templo/palácio pelos aldeões como um serviço obrigatório (corveia), aliviando assim os custos de gestão da grande organização.

O templo e o palácio passaram a ocupar o centro de um plano urbano complexo?
. Uma diversificação paralela, embora de forma diferente, também afetou os assentamentos urbanos. Nas aldeias, a igualdade de status das unidades familiares era arquitetonicamente visível através da uniformidade dos planos urbanísticos, que mantinham tamanho e função semelhantes. Nas cidades, no entanto, a estratificação social e a especialização levaram ao desenvolvimento de um plano urbano complexo. O palácio e o templo (caracterizados por um cuidado especial com as fachadas externas, destinado a despertar a admiração da população) constituíam o centro do assentamento, juntamente com outros edifícios, frequentemente públicos, como armazéns, oficinas e assim por diante. Os variados graus de prestígio e os meios econômicos das unidades familiares levaram as famílias a refletir o status social das famílias que nelas viviam, tanto em termos de tamanho quanto de riqueza. Nesse plano urbano cada vez mais complexo, o templo e sua área circundante (com muitos templos menores, refletindo a natureza politeísta do panteão de cada cidade) permaneceram, sem dúvida, o núcleo do assentamento. Por exemplo, o Eanna em Uruk era caracterizado por muitos edifícios sagrados interligados por colunatas e pátios, além do monte artificial próximo com o templo de Anu. Constitui, portanto, um caso à parte em termos de complexidade e elaboração, mas não é incomum.

Por que era necessário construir muralhas para a defesa das cidades?
. A urbanização também trouxe consigo uma vasta concentração de riqueza, suficiente para exigir a construção de muralhas defensivas. Os custos de um empreendimento dessa magnitude visavam claramente proteger a riqueza acumulada na cidade. As muralhas defensivas exigiam muitos dias úteis para a produção de tijolos e a construção das muralhas, bem como para a construção das fundações e o acúmulo de terra necessária. Essa riqueza não se resumia apenas aos suprimentos alimentares obtiO complexo de Eanna em Uruk no Período Tardio da cidade (c. 3400-3100 a.C.)dos por meio de impostos e aos bens de luxo que chegavam à cidade por meio do comércio de longa distância. Havia também o conhecimento e a expertise técnica das oficinas urbanas, bem como as ideologias expressas nos templos e seus móveis. Todos esses recursos precisavam ser protegidos de potenciais ataques de cidades vizinhas ou de invasores estrangeiros. Por outro lado, as aldeias eram numerosas e pequenas demais, e sua riqueza modesta demais para justificar a construção de muralhas defensivas. A verdadeira riqueza das aldeias eram seus habitantes, seja como mão de obra para os palácios dos quais dependiam, seja para eventuais invasores. Em caso de invasões, a população teria fugido em vez de investir em muralhas. As cidades, portanto, contrastavam fortemente com as aldeias, que eram localizadas em áreas rurais abertas, escassamente habitadas, com casas simples e não duráveis. As muralhas das cidades separavam visivelmente os assentamentos urbanos de seus arredores, criando um plano urbano compacto. Além disso, seus edifícios amplos e arquitetonicamente complexos eram projetados para perdurar no tempo. Eles também precisavam ser restaurados e reconstruídos com frequência, devido ao seu valor funcional e simbólico para toda a comunidade. Portanto, a urbanização também significava arquitetura monumental (de templos a muralhas), visando proteger a prosperidade da comunidade, tanto física quanto ideologicamente.

* O arado de raspagem era usado para abrir sulcos no solo sem revolvê-lo completamente, ao contrário dos arados modernos. Sua ponta afiada corta o solo, criando valas estreitas ou sulcos. Uma variante importante era o arado-semeador, que possuía um funil acoplado à estrutura para lançar as sementes diretamente nos sulcos, reduzindo o desperdício e melhorando a eficiência do plantio. As sementes, lançadas através do funil, eram semeadas de forma mais controlada, com profundidade e espaçamento consistentes.

2 comentários em “A revolução urbana no Crescente Fértil 2”

  1. Olá, professor. O senhor poderia me indicar qual o melhor comentário a Josué em língua inglesa para eu poder comprá-lo, por favor? Agradeço a atenção.

  2. José Evandro,

    Não posso lhe dizer qual é o melhor comentário a Josué em inglês, pois não sei. Há um número respeitável de comentários em inglês. O único que tenho utilizado mais recentemente é o de Thomas B. Dozeman.

    As indicações:
    . Acho que você deveria olhar primeiro um artigo dele, de 2017, que apresento em
    O livro de Josué na pesquisa recente

    . O comentário a Josué em dois volumes:
    DOZEMAN, T. B. Joshua 1-12: A New Translation with Introduction and Commentary. New Haven, CT: Yale University Press, 2015, 600 p. – ISBN 9780300149753.
    DOZEMAN, T. B. Joshua 13-24: A New Translation with Introduction and Commentary. New Haven, CT: Yale University Press, 2023, 440 p. – ISBN 9780300265408.

    . Utilizei algumas coisas do primeiro volume no meu blog, como:
    Quem escreveu o livro de Josué?
    O livro de Josué não é um relato de conquista
    O livro de Josué no século XX: Alt e Albright

    Abraços

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