Bibliografia para o estudo do Ugarítico e do Hebraico Bíblico

A Bibliography of Ugaritic Grammar and Biblical Hebrew Grammar in the Twentieth Century

Bibliografia para o estudo das gramáticas do ugarítico e do hebraico bíblico. Por Mark S. Smith, Professor de Bíblia e de Estudos do Antigo Oriente Médio na New York University, New York, USA. São 152 páginas de bibliografia em formato pdf, cobrindo a produção do século XX.

Veja também: A Bibliography of Semitic Linguistics, por Gregorio del Olmo Lete, Professor de Filologia Semítica na Universidade de Barcelona, Espanha. Traz textos publicados entre 1940 e 2012.

Imprensa se desespera com o apoio popular a Lula

Mídia ‘abafa’ investigações contra PSDB

Segundo relatos de jornalistas das principais redações do país, há ‘ordem velada’ para se poupar candidaturas tucanas. Equipes são destacadas para investigar suposta venda do dossiê, enquanto pautas sobre relação de tucanos com sanguessugas são vetadas.

Um dos últimos boletins eletrônicos de campanha do presidente Lula afirma que o “ódio” de alguns meios de comunicação pela esquerda tem “motivos simples, embora inconfessáveis”. “Acostumados ao controle que detinham sobre a opinião pública desde a redemocratização do país, alguns meios de comunicação não se conformam com a situação atual, em que a maior parte do povo vota em Lula, contra a opinião da maior parte da mídia, que é alckmista. O que mais incomoda estes setores da direita e dos meios de comunicação são as mudanças na estrutura social brasileira”, diz o texto.

Nas últimas semanas, depois da eclosão da crise do dossiê contra Serra, o presidente tem feito duras críticas ao comportamento da imprensa. Em discurso feito em Porto Alegre nesta segunda-feira (25), Lula disse que a cada erro que companheiros do partido cometem os jornais reagem como se “tivesse caído uma bomba atômica”, repercutem “meses e meses”. Já o erro dos adversários sai “no dia seguinte das páginas dos jornais”.

Estaria Lula exagerando nessa avaliação? Na última terça-feira (26), o jornal O Globo publicou uma matéria intitulada “Ataque de Lula à imprensa provoca reações”, que afirma que, na opinião de jornalistas e políticos ouvidos pelo jornal, o “episódio da compra do dossiê contra o candidato do PSDB ao governo do Estado de São Paulo, José Serra, foi criado por integrantes do partido de Lula, não por jornalistas”.

A reportagem ouve, no entanto, somente fontes que confirmam a tese de que a cobertura estaria equilibrada. Na reportagem, o jornalista Alberto Dines, do “Observatório da Imprensa”, afirma que o discurso de Lula é “esquizofrênico” e que a mídia “tem se comportado muito bem”. A outra fonte ouvida é o diretor de redação do jornal O Estado de S. Paulo, Sandro Vaia, que diz que a imprensa está cumprindo sua obrigação ao cobrir e dar espaço em suas edições ao episódio, sem “partidarismos”. O ombudsman da Folha de S.Paulo aparece dizendo que a imprensa tem agido corretamente ao dar visibilidade ao caso.

Ninguém discorda disso. No entanto, onde estaria o acompanhamento da imprensa do outro lado desta história? Por que nossas equipes de jornalismo investigativo não foram atrás, como a mesma profundidade, das informações que o dossiê trazia? Como foram determinadas as linhas de coberturas dos jornais, revistas e da televisão acerca do caso?

No dia 18 de setembro, poucos dias depois da prisão de Gedimar Passos e Valdebran Padilha em São Paulo, a análise interna de Marcelo Beraba, ombudsman da Folha de S.Paulo, dizia que parecia “correta até aqui a cobertura jornalística da Folha do dossiê contra Serra que os Vedoin tentavam vender para um membro do PT e uma revista. Desde sábado o jornal está bem informado, deu destaque necessário nas Primeiras Páginas, tem dado espaço para as várias acusações e para as várias defesas e explicações e tem tratado as acusações ainda não confirmadas com cautela”. Dois dias depois, no entanto, destacava que a “Folha relegou a uma nota pequena e sem destaque, no final da edição, à continuação da investigação que iniciou no interior de São Paulo seguindo as pistas reveladas pela entrevista dos Vedoin à IstoÉ e que relacionam os ex-ministros José Serra e Barjas Negri à máfia dos sanguessugas. Aliás, o título da nota – “Ex-prefeito admite ter sido pago por Abel”, página A14 – é impossível de ser decifrado. Quem é Abel?”.

Já no dia 21, Beraba afirma que “sumiu, na Edição SP, a única notícia que dava seqüência às investigações que a Folha vem fazendo do envolvimento de tucanos com a máfia dos sanguessugas. Na Edição Nacional, a nota “Barjas Negri é investigado em Piracicaba” está na página A7, mas depois caiu”. No dia seguinte, o ombudsman aponta uma mudança importante na manchete da primeira página:

“A Edição Nacional circulou com a declaração do presidente à TV Globo: “Lula põe ‘a mão no fogo’ por Mercadante”. Mais tarde, com o depoimento de um dos Vedoin à Polícia Federal, o título mudou: ‘Vedoin isenta Serra do caso sanguessuga’. Embora as palavras dos Vedoin já não mereçam grande credibilidade, tantos depoimentos e entrevistas contraditórios já deram; o jornal, ao optar por mais esta declaração, deveria ter colocado na formulação da manchete ou da linha de apoio a informação completa: Vedoin disse que não sabia de indícios contra Serra, mas voltou a acusar Abel Pereira de receber propinas na gestão do também tucano Barjas Negri, sucessor de Serra. O título interno contempla as duas informações e mostra que a Primeira Página teria condições de ter feito formulação parecida – ‘Vedoin isenta Serra, mas acusa sucessor’. Como está, a manchete da Folha faz parecer que a única preocupação do jornal é isentar o candidato do PSDB ao governo de São Paulo, e não a apuração do esquema dos sanguessugas que teria se apropriado do Ministério da Saúde nos governos FHC e Lula”.

As críticas à cobertura do jornal continuam até esta quarta-feira (27), quando Beraba afirma que desapareceu, na Edição SP da Folha, a meia página de noticiário sobre o suposto envolvimento do ex-ministro Barjas Negri (PSDB) no escândalo dos sanguessugas publicada na Edição Nacional. “Os títulos das reportagens da Edição Nacional que caíram: ‘Presidente de CPI vê prova contra tucano’, ‘Empresário daria à Justiça papéis contra tucano’ e ‘Abel agora diz que foi duas vezes à Saúde’ (página A7). Para abrigar o noticiário dos debates que terminaram tarde, a Edição SP teve de excluir algumas reportagens publicadas da Edição Nacional. Precisavam ser exatamente as referentes ao noticiário sobre o suposto envolvimento dos tucanos?”, questiona o ombudsman.

Dentro das redações
As decisões acerca da cobertura da Folha de S. Paulo, que são apontadas, mas não explicadas, pela crítica interna da redação, não são exclusivas do jornal cujo presidente – Luis Frias – é amigo pessoal de José Serra. Em veículos do mesmo grupo, vale a regra do faz de conta: faz de conta que Abel Pereira – o empresário ligado ao PSDB que também estaria envolvido em negociações do dossiê – não existe.

“Como Abel [Pereira] não está preso, não está indiciado, então faz de conta que ele não existe. Mas ele também estava negociando o dossiê com Vedoin; havia um leilão de informações, independente do conteúdo ser verdadeiro ou falso. Era preciso investigar por que ele estava lá. Mas o que se faz é repercutir o que sai no jornal impresso do dia. Então, se a Folha não dá, aqui também não sai nada. Parece que, por alguma razão, as pessoas não conseguem entender que há um outro lado da história”, disse à Carta Maior um jornalista que trabalha numa empresa do Grupo Folha.

“Aqui não há uma pressão para que o Serra apareça bem, mas todo mundo sabe que a ordem de cima é pra poupá-lo. Se vier algo concreto contra ele, vamos dar. Mas se for uma situação nebulosa – como acontece com informações sobre outros políticos que acabam publicadas – não damos”, explica outro profissional que trabalha na empresa.

Em outro grande jornal de São Paulo, cuja linha editorial é claramente favorável aos tucanos, a cobertura da crise recente foi “como o de sempre”. “Ataquem os inimigos e finjam-se de mortos com os amigos”, relatou um repórter. “O foco da pauta desses dias foi todo no bando que comprou o dossiê, mas ninguém se preocupou em ir atrás do dossiê. A pauta do dia já vem pronta, na verdade: o repórter chega e já dizem pra ele pra onde ele vai correr. Aí ele vai pra rua, apura o que pediram pra apurar e acabou”, explica outro jornalista do mesmo jornal.

Segundo os repórteres de uma das revistas semanais de maior circulação, há uma clara diferença de comportamento entre o período “padrão” e os períodos de “crise”. As informações chegam, são apresentadas pela equipe de reportagem, mas não ganham continuidade na pauta.

“Não há uma ordem explícita. Há pequenos boicotes internos e você nunca sabe se isso é voluntário”, diz um jornalista do semanário. “Você até tenta furar o bloqueio. Apura, mostra, mas a pauta não anda. É inexplicável”, completa.

Na época da crise do mensalão, qualquer informação contra o governo era usada pela revista para confirmar a tese de autoritarismo e aparelhamento do Estado. Quando alguma coisa vazava “do outro lado” – por exemplo, quando surgiu a relação entre Marcos Valério e o tucano Eduardo Azeredo –, e não havia como sonegar a informação do leitor, “a matéria se transformava numa análise sociológica de como a política é suja no Brasil. Ou seja, uma matéria é a sujeira de um partido. A outra, é a sujeira da política no geral. Aí essas informações caem na vala comum”, explica um dos jornalistas do veículo.

Pelos relatos – e pelo fato de todos os jornalistas temerem falar abertamente sobre a cobertura política que seus veículos realizam –, fica nítido que há uma pressão clara dos donos dos meios de comunicação não apenas para que a cobertura siga determinada orientação, mas também para que não se discuta isso publicamente.

Na televisão
Na maior emissora de TV do país, o clima na redação não é diferente. Na semana passada, a Rede Globo não falou, em nenhum momento, que 70% das ambulâncias da Planam foram liberadas durante a gestão do PSDB, quando Serra estava à frente do Ministério da Saúde. A emissora também não enviou uma equipe até Piracicaba, para investigar Abel Pereira e as suspeitas que pesam sobre o ex-secretário-executivo de José Serra e atual prefeito da cidade, Barjas Negri. Durante a crise do mensalão, a emissora colocou repórteres investigando a fundo as denúncias contra Antônio Palloci em Ribeirão Preto. Mas Piracicaba parece que foi “esquecida” desta vez.

Esta semana, a emissora entrou na cobertura do “caso Abel” de forma tímida, mas com espaço para manipulações sutis. Na última terça-feira, em entrada ao vivo no jornal Hoje, o repórter da TV Centro-América, afiliada à Globo em Mato Grosso, disse que Abel Pereira esteve em Cuiabá na véspera da entrevista para a revista IstoÉ, e que Pereira é ligado a Barjas Negri, ex-ministro de Fernando Henrique Cardoso (Negri assumiu o ministério quando da saída de Serra). À noite, o texto da edição do Jornal Nacional descrevia Negri como “ex-ministro do governo anterior”. Osvaldo Bargas, Jorge Lorenzetti e Freud Godoy são descritos dezenas de vezes ao dia como petistas. Mas Abel Pereira não pode ser tratado como lobista de um ex-ministro e prefeito tucano.

Com didatismo, a emissora relaciona o presidente Lula e os corruptos de seu governo e do partido envolvidos com a história do dossiê. O mesmo não acontece com Serra, Negri, Pereira, Vedoin e os deputados mensaleiros do Mato Grosso, que na época eram do PSDB. A pergunta que o telespectador se faz é: “Lula não sabia de nada?”. Mas ao eleitor não é dada a chance de se perguntar: “E Serra, não sabia de Abel? Se Barjas Negri era seu braço direito, como Serra não sabia dos sanguessugas atuando ali tão perto?”

O desequilíbrio da cobertura da Globo contaminou também o acompanhamento dos candidatos à presidência. Desde o início da campanha, a recomendação dos editores era a de que as entrevistas dos candidatos nas ruas deveriam ser sempre propositivas. Nada de críticas ou provocações aos adversários. No caso do PCC, por exemplo, o candidato petista ao governo de São Paulo não podia aparecer cobrando do governo do PSDB/PFL por que a polícia paulista havia perdido o controle do crime organizado. No entanto, diariamente se vê no Jornal Nacional as críticas dos demais candidatos a Lula.

Na quarta-feira (20) da última semana, Geraldo Alckmin foi agraciado com 1´20” no Jornal Nacional. Os outros candidatos tiveram 30 segundos. A justificativa dos editores cariocas foi a de que tratava-se do lançamento do programa de governo do PSDB, daí o tempo maior. No entanto, as declarações de Alckmin neste dia não foram sobre seu programa, mas atacando a corrupção do governo Lula. No dia do lançamento do programa de governo de Lula, na última semana de agosto, o candidato recebeu 1´30” – exatamente o mesmo tempo dado ao PSDB, incluindo espaço para Fernando Henrique criticar o presidente em seu discurso no Jockey Clube.

“Na redação, as pessoas estão com o estômago revirado. Ninguém duvida da necessidade de mostrar essa quadrilha de pseudo-sindicalistas que tentaram comprar o tal dossiê. Mas e o outro lado? E os sanguessugas tucanos? O que vemos, é um massacre ininterrupto no ar”, contou à Carta Maior um jornalista da TV.

Credibilidade em jogo
Em seu site pessoal, o repórter da Globo Luiz Carlos Azenha avalia que o que acontece hoje é um “espetáculo de hidrofobia que, lamentavelmente, não se fez quando a Vale do Rio Doce foi privatizada ou quando surgiram denúncias de que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comprou votos no Congresso para garantir seu direito à reeleição”. “Embora isso não justifique o banditismo de integrantes do governo Lula, está claro que sanguessugas, vampiros e mensaleiros começaram a agir no governo FHC. O que fez a Polícia Federal, então? E Aristides Junqueira (sic), o engavetador-geral da República?”, questiona Azenha.

O repórter diz que se sente à vontade para escrever sobre o atual governo porque investigou e denunciou alguns de seus integrantes. “Mas o trabalho de um jornalista deve ser guiado pela imparcialidade. A pior coisa que um repórter pode fazer é trombar com os fatos”, afirma.

Nos bastidores do jornalismo, não são poucas as histórias do poder de José Serra junto aos donos dos meios de comunicação. Certa vez, ele teria ligado diretamente para Boris Casoy e pedido a cabeça de um repórter que não havia feito a “pergunta combinada” a ele numa entrevista de rua. Também não são poucas as inclinações das chefias às políticas conservadoras.

Na avaliação de Luís Nassif, em post publicado esta semana em seu blog, é evidente que há uma competição entre praticamente todos os grandes veículos da mídia para saber quem derruba Lula primeiro. “Está-se tentando repetir a história, quando o momento seria propício para o veículo que se colocasse acima das paixões, recuperasse a técnica jornalística e se comportasse como magistrado, duro, inflexível, porém justo, colocando a preocupação com o país acima das conveniências de momento”, escreveu o jornalista.

Para Nassif, a virulência do editorial de domingo (24) da Folha de S. Paulo adotou um estilo inspirado em Carlos Lacerda. Lacerdista ou não, é fato que há uma guerra declarada da mídia ao governo e uma onda – não necessariamente articulada, porque nem precisa ser – para poupar tucanos e fingir que nada se passa do lado oposto do muro. Pesquisas quantitativas e qualitativas – como as divulgadas pelo Observatório Brasileiro de Mídia – mostram como isso se reflete no tempo e no espaço de textos negativos ou positivos dados pela imprensa a cada um dos candidatos. Dentro das redações, os movimentos são sutis. Por enquanto, as pesquisas eleitorais mostram que, apesar da artilharia, o efeito surtido questiona a eficiência da estratégia. Resta saber se, depois das eleições, o caminho escolhido pela imprensa brasileira não afetará sua credibilidade e sua capacidade de continuar influenciando a opinião pública.

Fonte: Bia Barbosa – Carta Maior: 29/09/2006

Por que os links da Ayrton’s Biblical Page apontam, em grande parte, para páginas em inglês?

Já me cobraram isso algumas vezes: você deveria colocar no seu site mais links para páginas sobre estudos bíblicos em língua espanhola, já que ali predominam links para páginas em inglês, língua mais difícil para os brasileiros… Eu também acho. Só que: onde estão estas páginas em espanhol?

O estudo que li hoje no El País, jornal espanhol, e que transcrevo parcialmente aqui, a partir do blog EmGlo Industrial, S.A., de Santo Domingo, e, em seguida, do próprio El País – não tenho certeza de quanto tempo este último link funciona, por isso a duplicata – pode ajudar a compreender a predominância do inglês nos links para páginas que trazem estudos acadêmicos de Bíblia.

Ah, sim: da escassez de páginas sobre estudos acadêmicos de Bíblia em português… vale a pena falar?

EmGlo Industrial, S.A – Viernes, septiembre 29, 2006

El español es el cuarto idioma más usado en Internet … pero a una gran distancia del inglés

El español es la cuarta lengua más utilizada en Internet después del inglés, el chino y el japonés, según el informe “La difusión del español en internet” realizado por la empresa Accenture y publicado por la Fundación Caja Burgos. El volumen de contenidos en español en Internet, así como el volumen de penetración de la Red en la sociedad hispanohablante, es muy inferior al que le correspondería por su número de usuarios. A pesar de ello, nuestro idioma es el cuarto en presencia online tras el inglés (la lengua dominante), el chino y el japonés. El estudio destaca que son los EEUU el país con mayor número de internautas hispanohablantes con 26 millones, seguido de México con 17 y España con 14 millones. El peso de internautas que tienen en común el idioma español es muy elevado, dice el informe, en cambio el ratio contenido/usuarios es inferior al de otras lenguas con menor número de usuarios. Según los datos, la cuota de páginas en español se sitúa en el 4,6% del total y el ratio por usuario hispanohablante en 0,58 páginas, muy por debajo del de idiomas de referencia como el francés y el alemán (1,23 y 1,25 respectivamente). Estas bajas cifras se deben, según explica Accenture en su estudio, al retraso tecnológico en comparación con otros países, así como a un importante déficit en la generación de contenidos para Internet en lengua española (cont.)

El País – Viernes, 29 de septiembre de 2006

Internet no habla español

El 4,6% de las páginas de Internet están escritas en español. El 45% en inglés. El idioma español es minoritario en la Red. El Informe La difusión del español en Internet realizado por la consultora Accenture para la Fundación Caja de Burgos y la Fundación de la Lengua Española resalta el desequilibrio de los contenidos españoles en relación con el número de usuarios hispanohablantes. Durante la presentación del informe, el presidente de la Fundación de la Lengua Española, Daniel Movilla, resaltó que “el español tiene un porvenir increíble, es el tercer idioma hablado en el mundo y por ello hay que enfocarlo bien en Internet”. Y es que el tercer idioma del mundo hace poco ruido en la Red. El informe de Accenture resalta que durante los últimos cinco años el número de usuarios en Internet creció entre un 375% y 337% en España y América Latina, respectivamente. Un crecimiento continuo aunque alejado de las medias de otros países. El porcentaje de los usuarios de Internet en España es del 38%, por debajo de la media europea que es del 49%. El de los países de América Latina es del 14%. Pocos usuarios y poco español aunque hay confianza en que la situación mejore. Actualmente, el número de páginas web en español está por debajo del que le correspondería por número de usuarios. Si se divide el número de usuarios por el número de páginas del mismo idioma, el inglés tiene el ratio más elevado con un 1,47, después se coloca el francés con un 1,25 y el alemán con un 1,23. El de España, con un 0,58, es casi la mitad que el francés o el alemán (cont.)

Por que esta visita demora tanto para ir embora, hein manhê?

60% dos iraquianos aprovam ataques a tropas dos EUA

Seis em cada dez iraquianos aprovam os ataques contra o Exército dos Estados Unidos no país, revelou uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira por pesquisadores americanos.

Mas os iraquianos rejeitam as milícias e quase todos têm uma visão negativa da rede Al-Qaeda, mostrou o levantamento.

As conclusões, aparentemente contraditórias, parecem reforçar a idéia de que os iraquianos expressam confiança em seu próprio Exército, e desejam um governo central fortalecido para pôr fim à violência sectária.

Os dados foram compilados por um centro de pesquisas sobre políticas públicas e a Universidade de Maryland, depois de ouvir 1.150 iraquianos de todas as províncias do país, entre os dias 1º e 4 de setembro.

Etnias

Os resultados refletem a estratificação étnica do país, dividido entre sunitas, xiitas e curdos.

Os ataques contra os Estados Unidos recebem o aval de 92% dos sunitas, etnia do ex-presidente Saddam Hussein. Já 81% dos curdos, que foram perseguidos pelo antigo regime, rejeitam os ataques.

Os pesquisadores demonstraram surpresa com a aprovação dos xiitas, hoje no poder. Há nove meses, dois de cada cinco membros dessa etnia aprovavam os atentados contra as forças de ocupação – hoje, são três em cada cinco.

E a divisão étnica se reflete também na aprovação do governo do presidente Nouri al-Maliki, aliado do governo americano.

Maliki está “fazendo um bom governo” para 63% dos iraquianos. Mas sua legitimidade não é unânime.

Para 86% dos sunitas, ele não é “um representante legítimo do povo iraquiano”. No entanto, Maliki recebeu amplo aval de xiitas e curdos (82% e 76%, respectivamente, consideram o presidente legítimo).

Governo forte

O sentimento anti-americano não significa aprovação às milícias que fizeram o país mergulhar em uma onda de violência sectária.

Um governo forte que acabe com as milícias é o desejo de 77% dos iraquianos, revelou a pesquisa.

Além disso, quase todos os iraquianos (94%) disseram ter uma visão negativa da rede Al-Qaeda, sendo que 82% disseram ter uma visão “muito negativa” da organização extremista de Osama Bin Laden.

“Pode parecer fácil assumir que à medida que os iraquianos apóiam mais os ataques contra os Estados Unidos eles sejam mais receptivos à Al-Qaeda – provável fonte de um número significante de ataques às forças americanas”, disse o relatório.

“No entanto, este não parece ser o caso. A Al-Qaeda é fortemente impopular entre os iraquianos.”

Retirada

Os pesquisadores notaram “um senso crescente de urgência para a retirada das tropas americanas” entre os iraquianos.

Sete em cada dez entrevistados disseram que os Estados Unidos devem deixar o país em um ano.

Há nove meses, a mesma proporção estava disposta a conceder aos soldados americanos dois anos adicionais de presença no país.

A desconfiança nas tropas dos Estados Unidos é compartilhada por nada menos que 84% dos iraquianos.

Apenas uma parte dos curdos (55% deles) disse confiar nos soldados americanos. Mas 98% dos sunitas e 91% dos xiitas disseram que a confiança nas forças de ocupação é pouca ou nenhuma.

De cada quatro iraquianos, dois confiam que a saída das tropas americanas fortaleceria o Exército do país, um acredita que a retirada enfraquece a força local, e um crê que a retirada não teria influência sobre as Forças Armadas nacionais.

“Talvez a presença das forças americanas, um lembrete onipresente de que o governo não exerce soberania plena, seja percebida como fator a minar a autoridade e a legitimidade do governo”, afirmaram os pesquisadores.

Fonte: BBC Brasil – 28 de setembro, 2006

Na semana passada ouvi a pergunta: como surgiu o Mês da Bíblia?

Eu ainda não sabia, mas acabei de saber…

Você sabia que o Mês da Bíblia surgiu em Belo Horizonte, MG, em 1971? E que importantes biblistas e pastoralistas, como Carlos Mesters, Alberto Antoniazzi, Wolfgang Gruen, Raul Ruijs, Inês Broshuis e tantos outros e outras, apoiados pelo constante empenho das Irmãs Paulinas, estiveram profundamente envolvidos em sua criação e expansão?

 

Como nasceu o Mês da Bíblia?

O Mês da Bíblia surgiu em 1971, por ocasião do cinquentenário da Arquidiocese de Belo Horizonte, Minas Gerais. Foi levado adiante com a colaboração efetiva do Serviço de Animação Bíblica – Paulinas (SAB), até posteriormente ser assumido pela Conferência dos Bispos do Brasil (CNBB) e estender-se ao âmbito nacional.

 

Objetivos

– Contribuir para o desenvolvimento das diversas formas de presença da Bíblia, na ação evangelizadora da Igreja, no Brasil;
– Criar subsídios bíblicos nas diferentes formas de comunicação;
– Facilitar o diálogo criativo e transformador entre a Palavra, a pessoa e as comunidades.

 

Histórico do Mês da Bíblia

1971: A celebração do Mês da Bíblia, na Arquidiocese de Belo Horizonte por sugestão e coordenação das Irmãs Paulinas, do Pe. Antonio Gonçalves e de outras pessoas.
1976: Foram visitadas 30 dioceses de Minas Gerais e Espírito Santo propondo o Mês da Bíblia como opção de evangelização, em continuidade à Campanha da Fraternidade.
1978: O Mês da Bíblia se estendeu, oficialmente, ao Regional Leste 2 da CNBB, Minas Gerais e Espírito Santo, e a muitas outras dioceses do Brasil.
1985: Animado pelo Serviço de Animação Bíblica – SAB, o Mês da Bíblia se estendeu a todo o Brasil e a outros países da América Latina.
1997: Com o projeto “Rumo ao Novo Milênio” (RNM), foi proposto o estudo dos quatro Evangelhos, no decorrer do ano.
2001 – 2003: Prosseguiu com o Projeto “Ser Igreja no Novo Milênio”.
2004 – 2007: Continuou com o Projeto “Queremos ver Jesus”.
2008 – 2010: Prosseguiu com Projeto Brasil na Missão Continental “A alegria de ser discípulo/a missionário/a”.
2011: Continua com o Projeto “Brasil na Missão Continental” e de Iniciação à Vida Cristã.

 

Temas do Mês da Bíblia de 1971 a 2025

01) 1971 Bíblia, Jesus Cristo está aqui
02) 1972 Deus acredita em você
03) 1973 Deus continua acreditando em você
04) 1974 Bíblia, muito mais nova do que você pensa
05) 1975 Bíblia, palavra nossa de cada dia
06) 1976 Bíblia, Deus caminhando com a gente
07) 1977 Com a Bíblia em nosso lar, nossa vida vai mudar
08) 1978 Como encontrar justiça e paz? O livro de Amós
09) 1979 Bíblia, o livro da criação – Gn 1-11
10) 1980 Buscamos uma nova terra – História de José do Egito
11) 1981 Que todos tenham vida! – Carta aberta de Tiago
12) 1982 Que sabedoria é esta? – As Parábolas
13) 1983 Esperança de um povo que luta – O apocalipse de São João
14) 1984 O caminho pela Palavra – Os atos dos Apóstolos
15) 1985 Rute, uma história da Bíblia – Livro de Rute
16) 1986 Bíblia, livro da Aliança – Êxodo 19-24
17) 1987 Homem de Deus, homem do povo – profeta Elias
18) 1988 Salmos, a oração do povo que luta – O livro dos Salmos
19) 1989 Jesus: palavra e pão – Evangelho de João, cap 6
20) 1990 Mulheres celebrando a libertação
21) 1991 Paulo, trabalhador e evangelizador – Vida e viagens de Paulo
22) 1992 Jeremias, profeta desde jovem – Livro de Jeremias
23) 1993 A força do povo peregrino sem lar, sem terra – 1ª Carta de Pedro
24) 1994 Cântico: uma poesia de amor – Cântico dos Cânticos
25) 1995 Com Jesus na contramão – o Evangelho de Marcos
26) 1996 Jó, o povo sofredor – Livro de Jó
27) 1997 Curso Bíblico Popular – Evangelho de Marcos
28) 1998 Curso Bíblico Popular – Evangelho de Lucas
29) 1999 Curso Bíblico Popular – Evangelho de Mateus
30) 2000 Curso Bíblico Evangelho segundo João: luz para as Comunidades
31) 2001 Curso Bíblico Atos dos Apóstolos, capítulos de 1 a 15
32) 2002 Curso Bíblico Atos dos Apóstolos, capítulos 16 a 28
33) 2003 Curso Bíblico Popular – Cartas de Pedro
34) 2004 Curso Bíblico Popular – Oseias e Mateus
35) 2005 Curso Bíblico Popular – Uma releitura do II e III Isaías
36) 2006 Come teu pão com alegria – Eclesiastes
37) 2007 Deus viu tudo o que tinha feito: e era muito bom – Gênesis
38) 2008 A Caridade sustenta a Comunidade – Primeira Carta aos Coríntios
39) 2009 A alegria de servir no amor e na gratuidade – Carta aos Filipenses
40) 2010 Levanta-te e vai à grande cidade – Introdução ao estudo do profeta Jonas
41) 2011 Travessia: passo a passo, o caminho se faz (Ex 15,22-18,27) com o lema “Aproximai-vos do Senhor” (Ex 16,9)
41) 2012 Discípulos missionários a partir do evangelho de Marcos
42) 2013 Discípulos missionários a partir do Evangelho de Lucas – Lema: Alegrai-vos comigo, encontrei o que estava perdido (Lc 15).
43) 2014 Discípulos missionários a partir do Evangelho de Mateus – Lema: Ide, ensinai e fazei discípulos (cf. Mt 28,18-19)
44) 2015 Discípulos e Missionários a partir do Evangelho de João. – Lema: Permanecei no meu amor para dar muitos frutos. (Cf. Jo 15,8-9)
45) 2016 Para que n’Ele nossos povos tenham vida – Livro de Miqueias
46) 2017 Para que n’Ele nossos povos tenham vida – Primeira carta aos Tessalonicenses
47) 2018 Para que n’Ele nossos povos tenham vida – Livro da Sabedoria
48) 2019 Para que n’Ele nossos povos tenham vida – Primeira Carta de João
49) 2020 Abre a tua mão para o teu irmão – Livro do Deuteronômio
50) 2021 Pois todos vós sois um só em Cristo Jesus – Carta aos Gálatas
51) 2022 O Senhor teu Deus está contigo por onde quer que andes – Livro de Josué
52) 2023 Vestir-se da nova humanidade – Carta aos Efésios
53) 2024 Porei em vós o meu Espírito e vivereis – Livro de Ezequiel
54) 2025 A esperança não decepciona – Carta aos Romanos

Falemos novamente do bombardeio israelense do Líbano

Líbano tem um milhão de bombas sem explodir, diz ONU

Mais de um milhão de pequenas bombas de fragmentação lançadas por Israel em seu conflito com o Hezbollah permanecem no sul do Líbano sem explodir, segundo a ONU.

O Centro de Coordenação de Ação Antiminas da ONU afirmou que cerca de 40% das bombas de fragmentação disparadas ou lançadas por Israel não foram detonadas. Este número equivale ao triplo da estimativa inicial da ONU.

A agência afirma que o problema poderá atrasar em até dois anos a volta para a casa de cerca de 200 mil pessoas que tiveram que abandonar seus lares por causa da guerra encerrada mês passado.

Os dispositivos mataram 14 pessoas no sul do Líbano desde que o cessar-fogo foi anunciado.

O chefe da equipe de retirada de minas da ONU no sul do país, Chris Clark, disse que Israel não conseguiu fornecer informações mais úteis a respeito de seus ataques com bombas de fragmentação. Estas informações poderiam ajudar na operação da retirada dos dispositivos.

Em agosto o coordenador das operações humanitárias da Organização das Nações Unidas (ONU), Jan Egeland, acusou Israel de usar de forma “completamente imoral” bombas de fragmentação no Líbano.

Israel afirma que todas as suas armas e munições, bem como o uso deste arsenal, obedecem as leis internacionais.

“Ameaça”

Clark disse que Israel disparou cerca de seis mil bombas, foguetes e bombas de artilharia a cada dia contra o Líbano, durante os 34 dias do conflito.

Ele afirmou também que a informação fornecida por Israel para ajudar na retirada das bombas foi “inútil”. “Pedimos referências da rede de ataques (com bombas de fragmentação). Até o momento ainda não recebemos.”

A agência de refugiados da ONU afirmou que o perigo representado por bombas de fragmentação que não explodiram significa que cerca de 200 mil pessoas que fugiram de suas casas devido ao conflito não poderão voltar por até dois anos – a previsão inicial era de apenas um ano.

“Esta é, claramente, a maior ameaça a vida de civis”, disse Arjun Jain, do Alto Comissariado da ONU para refugiados.

O uso de bombas de fragmentação não é proibido pelas leis internacionais.

Mais de mil civis libaneses e um número desconhecido de milicianos do Hezbollah foram mortos no conflito.

Israel perdeu 116 soldados nos confrontos, e 43 civis israelenses foram mortos por ataques de mísseis do Hezbollah contra o norte do país.

A Resolução 1701 do Conselho de Segurança da ONU, que entrou em vigor no dia 14 de agosto, estabeleceu um cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah após 34 dias de confrontos.

Fonte: BBC Brasil: 26 de setembro, 2006

Livros da Biblioteca da Universidade Complutense estarão disponíveis na web

Proyecto de digitalización Biblioteca Complutense-Google

La Biblioteca de la Universidad Complutense de Madrid y Google firmaron en 2006 un acuerdo de cooperación para digitalizar la totalidad de las colecciones de la Biblioteca Complutense libres de derechos de autor. Se realizan dos copias digitales de estas obras que pueden ser recuperadas libremente desde Google y desde los diferentes sistemas de la Biblioteca, además de Hathi Trust, la mayor biblioteca digital mundial, y de Europeana, el mayor portal cultural europeo.

La Biblioteca de la Universidad Complutense fue la primera biblioteca no anglosajona que realiza un acuerdo de colaboración con Google dentro del Google Library Project. Hasta la fecha se han digitalizado más de 150.000 libros de las colecciones complutenses.

Gracias a este acuerdo la misión de preservación y difusión del patrimonio bibliográfico de la biblioteca de la UCM se ha mejorado significativamente al digitalizar y difundir sin coste una parte sustancial de su patrimonio, liberando recursos para acometer proyectos de digitalización propios más especializados.

El proceso de digitalización conlleva un respeto total a la integridad material e intelectual de las obras por lo que toda la que pueda correr el más mínimo riesgo es excluida de este proceso. Además, el sistema utilizado permite manipular los libros de manera que no son forzados en absoluto y tampoco es necesario desencuadernarlos.

Fonte: Universidad Complutense de Madrid

 

Universidade de Madri integra livros ao Google Books

O gigante do mundo das buscas Google anunciou nesta terça-feira que sua coleção virtual de livros acessíveis na internet (https://books.google.com) incluirá os trabalhos literários da maior biblioteca universitária da Espanha, a da Universidade Complutense de Madri.

A biblioteca desta universidade se tornará, assim, a primeira coleção em castelhano a se somar ao projeto Google Books, segundo a companhia.

“Livros com direitos vencidos que antes eram só acessíveis para pessoas que pudessem ir à biblioteca da Universidade Complutense de Madri, ou tivessem o dinheiro para viajar, agora serão acessíveis para todos os que tiverem conexão à internet, onde quer que vivam”, disse o reitor da universidade, Carlos Berzosa, em um comunicado.

“Estamos literalmente abrindo nossa biblioteca ao mundo. As oportunidades para a educação são fenomenais e estamos felizes de trabalhar com o Google neste projeto”, acrescentou.

A coleção da biblioteca inclui edições de autores espanhóis e latino-americanos como Miguel de Cervantes, Francisco de Quevedo, Pedro Calderón de la Barca, Sor Juana Inés de la Cruz e Garcilaso de la Vega. A instituição informou ainda que sua coleção inclui livros em francês, alemão, latim, italiano e inglês.

O Google e a universidade de Madri trabalharão em conjunto para digitalizar as centenas de milhares de trabalhos de domínio público e colocá-los inteiros na internet, informaram em um comunicado conjunto.

O projeto Google Books também inclui a Biblioteca Bodleian de Oxford e a Biblioteca Pública de Nova York, além de coleções de quatro grandes universidades americanas.

O site de buscas inaugurou no mês passado um serviço que permite aos internautas baixar e imprimir a totalidade de alguns livros cujos direitos autorais tiverem expirado, de obras de Dante e Victor Hugo a de Simón Bolívar.

Fonte: Folha Online – 26/09/2006

O que interessa aos americanos, aos europeus, a mim, a você? O Oriente Médio

Está nas bancas uma edição especial de Caros Amigos sobre o Oriente Médio.

Não deixe de ver o retrato da região e de acompanhar o relato dramático do repórter Fernando Evangelista na Guerra do Líbano.

Hoje eu li metade da revista nas três horas de viagem de Campinas para Brodowski. E fiquei muito impressionado!

Sumário

  • As lições que ninguém aprende: história do Oriente Médio – Renato Pompeu
  • O Oriente Médio hoje – Renato Pompeu
  • Quem controla o petróleo? – José Arbex Jr.
  • Tariq Ali: “A religião não é o problema” – Entrevista a Guilherme Manechini e Marília Neustein
  • Uma guerra preparada mais de um ano antes do primeiro tiro – Renato Pompeu
  • Mil perguntas no inferno – Enviados Especiais à Guerra do Líbano: Fernando Evangelista e Matt Corner
  • Efeito Colateral. A morte de civis em massa é “legitimada” por “eliminar um mal maior” – Sérgio Kalili
  • Líbano: as brechas abertas no muro da desinformação – José Arbex Jr.
  • “Política dos EUA e Israel é ingênua e estúpida” – Sérgio Kalili entrevista Stephen M. Walt
  • Miniara, minha aldeia – Georges Bourdoukan
  • Questão de identidade. O que é ser árabe? O que é ser judeu? Dois expoentes das comunidades árabe e judaica no Brasil enfrentam essas perguntas que não admitem respostas fáceis nem neutras – Marina Amaral
  • Guerra pela paz – Sílvio Tendler
  • Os legionários do Oriente Médio. Vemos os palestinos na mira do fuzil e os palestinos nos vêem como soldados nas barreiras – Gershon Knispel
  • Em São Paulo, língua do trabalho une filhos de Abraão – Marcos Zibordi; fotos: Victor Costales
  • As raízes comuns das artes judaicas e árabes