Seminário de historiografia antiga

The Ancient Historiography Seminar / Conférence antique d’historiographie is a professional, academic working group of the Canadian Society of Biblical Studies / Société canadienne des Études bibliques (CSBS/SCÉB).

The purpose of the Ancient Historiography Seminar is to advance the study of ancient historiography within the Canadian Society of Biblical Studies and the broader biblical studies and ancient Near Eastern studies communities.

This encompasses issues relating to the form and function of ancient historiographic texts, comparative historiography of the ancient world, methodological problems related to employing ancient historiographic texts for modern historical reconstruction, as well as various themes and tropes in biblical and cognate historography.

While certainly not limited to biblical texts, the Seminar will bring comparative material to bear on the understanding of the historiographic texts of the Bible.

Despreparo dos internautas para lidar com pragas virtuais é alarmante

97% dos internautas não sabem identificar spyware

Segundo dados da SiteAdvisor, 97% dos usuários de web não sabem identificar sites com pragas espiãs. A empresa avaliou 14 mil internautas por meio do Spyware Quiz, um teste criado pela própria siteAdvisor para determinar como os usuários detectam visualmente a presença de programas intrusos. Eles navegaram tanto por páginas legítimas quanto por aquelas contendo algum tipo de vírus. Entre os sites utilizados no teste estão (cont.)

Fonte: INFO Online: 28 de abril de 2006

Quo usque tandem, Catilina, abutere patientia nostra?

Governo dos EUA critica política de combate ao terror do Brasil

O Departamento de Estado americano fez críticas à política de combate ao terrorismo adotada pelo governo brasileiro em um relatório anual sobre o terror no mundo divulgado nesta sexta-feira. Segundo o documento, o Brasil “não ofereceu o apoio político e material necessário para fortalecer as instituições antiterroristas”.

O relatório afirma que o Brasil “preferiu não estabelecer um regime de designação de organizações terroristas” similar à “lista negra” criada por Washington.

O documento –referente às atividades de combate ao terror no ano de 2005– dá destaque ao problema do controle da Tríplice Fronteira (entre Brasil, Argentina e Paraguai), que foi apontada como cenário de “arrecadação de fundos” por parte do Hizbollah (grupo extremista islâmico libanês que recebe apoio sírio e iraniano) e do Hamas (grupo extremista islâmico).

A fonte de recursos para estas organizações consideradas terroristas pelo governo dos EUA seria, segundo o Departamento de Estado, a numerosa população muçulmana que vive na área da fronteira dos três países sul-americanos.

O Hizbollah é considerado um grupo terrorista pelos Estados Unidos. No Líbano, o movimento não é visto como uma entidade terrorista, mas como um grupo de resistência contra a invasão israelense ao país. O grupo também é um dos principais partidos libaneses, que realiza ações humanitárias e possui uma rede de escolas e hospitais.

Apesar das falhas apontadas pelos EUA, o relatório ressalta que “o governo do Brasil condenou vigorosamente o terrorismo” e que, em geral, “continua melhorando sua capacidade antiterrorista”.

Em dezembro de 2005, foi realizada em Brasília a 4ª Reunião Plenária do Grupo 3+1 sobre a Segurança da Tríplice Fronteira, reunindo autoridades de Brasil, Argentina, Paraguai e Estados Unidos. Na ocasião, foi divulgado um comunicado conjunto que não confirmava o suposto envio de recursos para grupos terroristas.

“De acordo com a informação disponível até o presente momento, não foram detectadas atividades operativas de terrorismo na área da Tríplice Fronteira. No caso de serem detectadas quaisquer atividades que poderiam contribuir, mesmo indiretamente para ações terroristas, inclusive no que se refere ao seu financiamento, as delegações se comprometeram a intercambiar prontamente informações, de forma a coibir eventuais ilícitos”, informava o documento da reunião plenária.

O Departamento de Estados explicou hoje que “uma comissão governamental propôs uma nova estrutura nacional inter-agências contra o terrorismo, mas o governo [brasileiro] não apresentou a legislação para implementá-la”.

O Itamaraty informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que o governo brasileiro já tomou conhecimento do relatório, mas não quis comentar o documento alegando que sua análise ainda seria feita.

Fonte: Folha Online – 28/04/2006

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Fotos mostram que Che Guevara foi assassinado, não morreu em confronto

Fotos mostram a agonia de Che Guevara

Flávia Marreiro – De Buenos Aires — Raul Juste Lores – Da reportagem local

Biógrafo argentino recebe envelope anônimo com várias imagens dos últimos momentos do guerrilheiro na Bolívia

Descobertas recentemente, as fotos da agonia do guerrilheiro argentino Ernesto Che Guevara, ícone mundial da esquerda e um dos líderes da Revolução Cubana, recompõem os seus últimos momentos no interior da Bolívia. Na foto mais conhecida até hoje, ele já estava morto.

O material chegou em um envelope anônimo às mãos do escritor argentino Pacho O’Donnell, ex-secretário da Cultura da Argentina e autor de uma conhecida biografia do Che. Foram publicadas primeiramente em fevereiro no jornal argentino “Clarín”, e na semana passada, acompanhados de um ensaio assinado pelo próprio O’Donnell, publicadas na revista semanal “Noticias”.

“Imagino quem me mandou, mas não posso dizer. Até hoje em La Higuera [Bolívia] há muito medo de falar sobre isso”, disse à Folha. Segundo ele, as fotos foram publicadas num livro de pouca circulação escrito por Federico Arana Serrudo, que era, em outubro de 1967, chefe da inteligência militar do Estado-Maior boliviano.

“O texto era uma defesa dos militares que mataram Che, por isso não teve maior repercussão”, especula. Ele não procurou o militar boliviano nem sabe se está vivo. “Como todos os militares envolvidos na época, deve ter quase 80 anos hoje.” Quem tirou as fotos, sustenta ele, foi o piloto do helicóptero que levou Che.

Foto histórica

O’Donnell afirma que uma das fotos, a que ele aparece logo depois de receber os disparos, acaba com a controvérsia sobre a morte do Che. “Ele não morreu em confronto, foi assassinado”, explica.

“A foto em que Che olha para cima tem toda sua mística. Ele sabe que vai morrer, mas não há rancor nem ódio. Há serenidade. Essa foto não deve nada às duas que construíram a imagem do mito -a que está espalhada em camisetas pelo mundo e a dele morto. Essa se junta a elas agora.”

O’Donnell fez dezenas de entrevistas com pessoas que conheceram o guerrilheiro, até sua babá. Conta que, na região onde morreu, na Bolívia, que ele visitou para escrever a biografia, há uma espécie de culto a Che.

O escritor acredita que o fato de essas fotos terem ficado guardadas por quase 40 anos demonstra o quanto o personagem Che ainda está presente.

Che pouco estudado

Na Argentina, não houve uma grande repercussão com a publicação das fotos da agonia do Che. “Ao contrário do que muitos podem esperar, o Che ainda não é um herói nacional na Argentina”, diz o diretor do Primeiro Museu Histórico Che Guevara, de Buenos Aires, Eladio González.

“Ele não é estudado nos livros didáticos. Só aparece nas campanhas eleitorais, nas camisetas dos jovens ou nas bandeiras das torcidas de futebol. De resto, ele é um personagem esquecido e pouco estudado no país.”

Na Bolívia, o governo do presidente Evo Morales engavetou um projeto de lei que blindaria militares bolivianos que participaram da execução do Che, em 1967.

O projeto chegou a ser aprovado pelo Congresso boliviano, mas não foi sancionado pelo então presidente Eduardo Rodríguez, que transmitiu o poder a Morales no final de janeiro. Morales é um admirador declarado do guerrilheiro argentino.

Pela proposta, os militares seriam declarados eméritos e não poderiam ser afastados de suas funções. O projeto teria, porém, alcance limitado, já que a maioria dos militares que participaram da ação morreu ou passou para a reserva.

Fonte: Folha online 28.04.2006

Como anda seu blogueiro humor hoje?

MoodView analisa o humor da blogosfera

A massa de diários on-line que ganhou o nome de blogosfera ganhou uma espécie de termômetro comportamental.

O projeto projeto MoodView, desenvolvido pela Organização Holandesa para Pesquisa Científica, analisa o humor de quem escreve em blogs e até faz previsões sobre o estado de espirito da internet.

A avaliação é baseada nos diários do serviço de publicação de blogs LiveJournal, que tem mais de 100 mil usuários cadastrados, e cria gráficos que definem se os diários estão românticos, estressados ou ranzinzas.

Para conseguir resultados mais precisos, o projeto é dividido em três ferramentas, o Moodgrapher, o Moodsignals e o Moodteller.

O primeiro acompanha o número de publicações e a avaliação que os próprios usuários fazem de seu estado de espírito (mood).

No LiveJournal, antes de enviar os textos para a rede, os blogueiros podem definir seu humor usando mais de 30 opções diferentes.

O Moodsignals é a representação gráfica das avaliações, e o Moodteller é o responsável pela previsão para os próximos dias.

Para prever como será o humor dos blogueiros, o mecanismo analisa trechos de textos em busca de determinadas palavras.

Teste prático

No site do projeto, os pesquisadores comprovam a eficácia do método exibindo os resultados da análise em dias que tiveram acontecimentos de grande repercussão na imprensa, como os atentados terroristas em Londres ou a passagem do furacão Katrina, nos EUA. No primeiro caso, os blogueiros foram classificados como tristes. No outro, como muito preocupados.

Na medição realizada na última semana, as cinco classificações de humor mais presentes eram, nessa ordem, raiva, criatividade, esperança, arte e alegria. Já as cinco tendências menos registradas por usuários foram: conteúdo quente, estático, galanteadores, desconfortáveis e aliviados.

Fonte: Jualiano Barreto – Folha Online: 26/04/2006

 

MoodViews: Tools for Blog Mood Analysis

MoodViews is a collection of tools for analyzing, tracking and visualizing moods and mood changes in blogs posted by LiveJournal users (cont.)

Dvorak ressalta, em São Paulo, a força de comunicação dos blogs

INFO Online

Dvorak destaca blogs e código aberto

Na festa dos 20 anos de INFO, o jornalista americano John C. Dvorak, colunista da INFO, fez uma palestra na qual passou em revista a história recente da computação, desde os hobbistas dos anos 70 aos atuais programas de código aberto, blogs e redes sem fio (…) Na área do desktop, ele considera que desde 1995 já não vem ocorrendo nada de realmente novo (…) Na opinião dele, o que trouxe as verdadeiras novidades foi a internet, que assinalou o início da era conectada. Ele destaca a ascensão dos programas de código aberto, associados à sigla LAMP – ou seja, Linux, Apache, MySQL e PHP. O colunista também ressalta a força de comunicação representada pelos blogs, a popularização das redes sem fio e das facilidades oferecidas pelos softwares para a construção de blogs e fóruns.

The Temple Mount: the most politically volatile archaeological site in the Middle East

O Monte do Templo: o sítio arqueológico mais politicamente volátil do Oriente Médio.

Leia

Jerusalem’s volatile archaeology – By Malcolm Billings – BBC News: 25 April 2006

One of the most visited archaeological sites in Jerusalem is also charged with emotion that has erupted in riot and bloodshed.

Known as the Western Wall Tunnel it runs under the old walled city and along the length of the western wall of what was once the Temple of Jerusalem.

Built by Herod the Great in 20 BC, the Temple itself was destroyed by the Romans in the year 70.

All that survived was the rock platform – the Temple Mount – on which the Temple was built and the massive retaining wall that supported the foundations of the building.

The Temple Mount, or the Haram al-Sharif as it is called by Muslims, meaning noble sanctuary, is holy to both Jews and Muslims.

For most of the time since the 7th Century it has been in the possession of Muslims, who believe it marks the point where the Prophet Muhammad ascended into heaven.

 

Archaeological embargo

Jews believe it is the site of the original Temple of Solomon, and where – in the story of Genesis – God tested Abraham’s faith by ordering him to sacrifice his son Isaac, before telling him to stay his hand.

Today, a beautiful Muslim shrine built in the 7th Century, the Dome of the Rock, covers the outcrop of stone where these events are supposed to have taken place.

To add to this eventful history, the building was turned into a church during the time of the Crusaders in the 11th and 12th Centuries.

The crescent on the top of the dome was replaced with a cross, and when the city was reconquered by Saladin in 1187, the first thing he did was to send people on to the roof to remove the offending symbol of the vanquished Christian kings of Jerusalem.

Despite the outcome of the 1967 Arab-Israeli war, in which Israeli occupied the West Bank and East Jerusalem, including the Old City and the Temple Mount, the enclosure and the Dome of the Rock, the Al-Aqsa Mosque and a superb range of Muslim Medieval buildings, remain under the jurisdiction of the Muslim religious authorities who control its day-to-day activities.

Both sides observe an embargo on archaeological work on the site.

 

Riot

But archaeological work in the Old City and around the Temple Mount is another matter.

Large areas of the city have been explored by Israeli archaeologists since 1967, including some tunnels dug in the 19th century by British archaeologists.

These tunnels were opened up again when Israelis took control of Jerusalem. In 1996, the digging provoked a riot in which 80 Palestinians and 14 Israeli soldiers were killed.

When digging began again, Israeli archaeologists traced the lower courses of the masonry of the wall along its full length of several hundred metres.

Deep underground they excavated beneath the massive foundation of medieval buildings and along the wall where they found ancient water cisterns, a Roman road and much of the detail of the construction of the 2,000-year-old Temple wall.

 

Unique find

In one part of the tunnel system, they uncovered a three-storey house built in the Crusader period – a unique find for the history of the city of Jerusalem.

Large numbers queue up to walk through this tunnel and at points along the way shrines have been set up for religious Jews to pray for the day that the Temple is rebuilt.

Evangelical Christians also look forward to the rebuilding of the Temple believing, that the Second Coming of the Messiah will not take place until the Temple is up and running again.

The Muslims are intensely aware of these aspirations and are suspicious about any archaeological work beneath the Old City.

Cracks have appeared in medieval building giving rise to Muslim concerns that the Israelis have explored under the Temple Mount.

Not so insist the archaeologists. They maintain that they have only explored along the edge of the wall in an attempt to understand more about the missing Temple.

But rumours persist, however unlikely.

 

Fear and rumour

Many Muslims believe that extreme religious Jews are passionate enough about reclaiming the Temple to believe that they are tunnelling underneath the Haram to undermine the foundations of the ancient Muslim buildings on the site.

Indeed, there is a Jewish religious group which has prepared plans and building materials in readiness for the day they believe will come when God gives the go-ahead for the rebuilding of the Temple.

The Temple Mount is a crucible for fear, rumour and religious prejudice.

It is therefore not surprising to hear archaeologists describe it as the most politically volatile archaeological site in the Middle East.

Inclusão digital: Dinamarca na 1ª posição, Brasil na 41ª

Estudo indica aumento mundial de inclusão digital

Com mais de 1 bilhão de internautas e 2 bilhões de usuários de telefones celulares, o mundo está cada vez mais preparado para a internet e a exclusão digital vêm diminuindo pouco a pouco, segundo um relatório britânico. A maioria dos países presentes na lista publicada há sete anos pelo Economist Intelligence Unit – mesmo grupo da revista “The Economist” – conseguiu em 2006 pontuações melhores dos indicadores sobre desenvolvimento tecnológico (…) A Europa lidera a lista de preparação tecnológica para a era digital, com a Dinamarca em primeiro lugar (9 pontos em um total de 10), seguida por Estados Unidos (8,88), Suíça (8,81), Suécia, Reino Unido, Holanda, Finlândia, Austrália, Canadá, Hong Kong, Noruega e Alemanha. O Brasil melhorou sua pontuação, com 5,29, contra os 5,07 do ano passado, mas caiu da 38ª para a 41ª posição (cont.)

Fonte: Folha Online – 27/04/2006