Floresce no Brasil uma imprensa de origem oligárquica

Floresce no Brasil uma imprensa de origem oligárquica agindo em defesa de uma elite internacionalizada contra os que não possuem poder social

Mídia ultrapassou todos os limites nessas eleições

Em momentos eleitorais, a essência de uma atuação democrática da mídia é garantir o debate plural de idéias e atuar como mediadora deste processo. Algo que estaria muito longe da realidade dessas eleições presidenciais, na avaliação dos participantes do debate “Mídia e eleições”, realizado pela Carta Maior na noite desta quinta-feira (26), em São Paulo. Participaram do evento os jornalistas Luis Nassif, da TV Cultura, Raimundo Pereira, colaborador da revista Carta Capital, e Bernardo Kucinski, editor associado da Carta Maior. Eles foram unânimes ao afirmar que, apesar do conservadorismo da imprensa brasileira não ser novidade, a recente cobertura dos grandes veículos ultrapassou todos os limites já vistos no país. Ao analisar o acompanhamento do caso da compra do dossiê contra o PSDB e a divulgação das fotos do dinheiro apreendido pela Polícia Federal às vésperas do primeiro turno, ficou clara a opção da imprensa em favorecer uma das candidaturas (…) Na opinião de Bernardo Kucinski, desde a crise do mensalão houve uma mudança qualitativa de padrão na mídia. Apesar de sempre ter sido crítica e de revelar traços de discriminação e preconceito em relação a Lula e ao governo PT, no ano passado a grande imprensa teria aprofundado este processo. “Os veículos se fecharam num processo de linchamento coletivo do PT e do governo, desde a chefia até os repórteres, sem nenhum constrangimento. Isso aconteceu com todos os veículos, com raras exceções. Confesso que fiquei assustado com este comportamento. É um fenômeno cultural importante, cuja profundidade só o futuro vai dizer”, acredita. São vários os fatores que podem ter desencadeado neste resultado. Há uma série de fatores internos ao jornalismo… (cont.)

Fonte: Carta Maior: 27/10/2006

Lula x Alckmin na Globo

Folha Online: 28/10/2006 – 19h39

Lula venceu o debate na opinião de 49%, diz Datafolha
“Pesquisa Datafolha realizada em parceria com a TV Globo mostra que na opinião de 49% dos eleitores que assistiram ao debate promovido ontem à noite pela TV Globo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu o embate contra Geraldo Alckmin (PSDB). Para outros 35%, Alckmin se saiu melhor” (cont.)

Atualizando:
Folha Online: 28/10/2006 – 21h03

Datafolha indica reeleição de Lula com 61% dos votos válidos

Pesquisa Ibope mostra vantagem de 22 pontos de Lula sobre Alckmin

Pesquisa Ibope III: Lula sobe, Alckmin desce

Folha Online: 26/10/2006 – 20h36

Lula abre 24 pontos de vantagem sobre Alckmin, diz Ibope

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva – candidato à reeleição do PT – está 23 pontos à frente do adversário Geraldo Alckmin (PSDB), segundo pesquisa Ibope divulgada no “Jornal Nacional” desta quinta-feira. Na pesquisa anterior, a diferença entre os dois candidatos era de 21 pontos. De acordo com a pesquisa divulgada hoje, a taxa de intenção de voto em Lula é de 58%. Na pesquisa anterior, ele tinha 57%. A taxa de intenção de voto em Alckmin foi de 35% – ele tinha 36% no levantamento anterior. Considerando apenas os votos válidos – que exclui brancos, nulos e indecisos -, o candidato do PT à reeleição tem 62% contra 38% do tucano – mesmo patamar da pesquisa anterior. Em votos válidos, a diferença entre os dois candidatos é de 24 pontos (cont.)

Pesquisa Vox Populi III: Lula sobe, Alckmin desce

Folha Online: 26/10/2006 – 17h07

Lula tem 22 pontos de vantagem sobre Alckmin, mostra Vox Populi

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que concorre à reeleição pelo PT, tem uma vantagem de 22 pontos percentuais em votos válidos sobre seu adversário do PSDB, Geraldo Alckmin, de acordo com a pesquisa Vox Populi, divulgada nesta quinta-feira pela revista “Carta Capital”. Segundo a enquete, Lula tem 61% dos votos válidos (que excluem brancos e nulos), enquanto o tucano aparece com 39%. Ainda segundo o instituto, a taxa de intenção de voto do petista é de 57%, contra 37% de Alckmin (cont.)

 

The dissatisfaction of many Americans at the war in Iraq

Pesquisa CNT/Sensus: Lula sobe, Alckmin desce

Folha Online: 26/10/2006 – 11h55

Lula abre vantagem de 24 pontos sobre Alckmin, diz CNT/Sensus

A três dias das eleições, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, tem uma vantagem de 24 pontos percentuais com relação ao seu adversário na disputa presidencial, o tucano Geraldo Alckmin. Pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta quinta-feira indica que Lula tem 57,5% das intenções de votos, ante 33,5% de Alckmin. Descartados os votos brancos e nulos, Lula tem 63,2% dos votos válidos, contra 36,8% do tucano, o que revela uma distância de 26,4 pontos entre os dois candidatos. O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) leva em conta os votos válidos para anunciar o resultado da eleição. Na pesquisa espontânea, Lula tem 53,9% dos votos e Alckmin, 31,4%. O diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes, observou que o fato de o resultado do levantamento espontâneo e estimulado serem próximos indica consolidação dos votos de Lula. Para Guedes, a eleição está definida. “Qualquer coisa que aconteça não mudará mais o resultado da eleição. As diferenças estão se alargando”, justificou (cont.)


Visite o Index Theologicus e encontre excelente bibliografia sobre Teologia e Bíblia

Existe um excelente banco de dados, o Index Theologicus (IxTheo) da Biblioteca da Universidade de Tübingen, Alemanha. Nele podem ser feitas buscas de artigos de mais de 600 periódicos em Teologia e Bíblia, ensaios de Festschriften e publicações de Congressos e textos publicados na Internet. O banco de dados pode ser acessado em alemão e inglês.

Vou exemplificar, “puxando a brasa para a minha sardinha”: experimente fazer uma busca em Author por silva, airton j. da. Você verá que a revista Estudos Bíblicos, da Vozes, onde os Biblistas Mineiros escrevem, está indexada…

Arqueólogos preocupados com dispersão da coleção do Museu Nacional de Bagdá

Importantes arqueólogos manifestam preocupação com a possível dispersão da coleção do Museu Nacional de Bagdá

International archaeologists’ plea to Iraqi government

A group of leading international archaeologists has written to the Iraqi authorities, expressing strong concern over suggestions that the collection of Baghdad’s National Museum might be broken up. The letter is addressed to president Jalal Talabani and top politicians. The initiative follows reports in Baghdad that the government is considering the possibility of “regionalising” the National Museum’s holding. In particular, there is some pressure to send antiquities excavated in the south to Basra or one of the main sites, such as Nasariyah. In their letter, the European and American archaeologists say, “most immediately we ask that the holdings of the Iraq National Museum be kept safeguarded and intact as one collection rather than being subdivided.” Its 15 distinguished signatories include Professor McGuire Gibson (American Academic Research Institute in Iraq), Dr Lamia Algailani (University College, London), Dr Michael Müller-Karpe (Römisch-Germanisches Museum, Mainz) and Professor Jane Waldbaum (President of the Archaeological Institute of America). It is noticeable that curators from a number of major museums with Mesopotamian collections are not signatories. In practice, any immediate movement of archaeological finds would be extremely difficult. Staff at the National Museum have found it impossible to even complete an inventory of the contents of the storerooms since the looting of April 2003. The Baghdad museum remains closed and was recently physically sealed with strong concrete barriers. Professor Gibson told The Art Newspaper that he still fears the museum collection “could be split up, perhaps into three geographical areas”. The signatories also express concern about archaeological sites, asking that “the Antiquities Guards be kept as a force, meaning that they continue to be paid and equipped and their numbers increased.” Looting, which increased after the fall of Saddam Hussein, remains a major threat. Finally, the letter asks that “cultural heritage either be independent or that it be administered by the Ministry of Culture” and “implemented by a professional, unified State Board of Antiquities and Heritage.” It goes further, suggesting that the Antiquities board should be turned into a new ministry or at least connected to the cabinet general secretariat. The letter concludes that “only a strong, national, non-political State Board of Antiquities and Heritage, backed fully by the force of the state, can preserve the heritage that is left.” (cont.)

Fonte: Martin Bailey – The Art Newspaper: 25 October 2006

A carta escrita pelos arqueólogos – Letter to Jalal Talabani et al. -, com data de 23 de setembro de 2006, foi publicada pela lista IraqCrisis, onde está arquivada.

Obra homenageia Amihai Mazar por ocasião de seus 60 anos

MAEIR, A. M.; DE MIROSCHEDJI, P. (ed.) “I Will Speak the Riddles of Ancient Times”. Archaeological and Historical Studies in Honor of Amihai Mazar on the Occasion of His Sixtieth Birthday. 2 vol. Winona Lake, IN: Eisenbrauns, 2006. xxxii + 894 p.

Na página da Eisenbrauns pode-se ler sobre esta obra em dois volumes:

“Ami Mazar has gained a reputation as one of the most prolific and reliable archaeologists doing work in Israel during the last 40 years. Not only has he participated in and directed excavations at many sites, his professional standards are of the first order, and what’s more, his publication record is enviable: he has never begun a new major project before the final publication of the previous excavation was well underway. Here, more than 55 colleagues gather to honor him with a wide range of essays, organized in 7 sections:

I. Early Bronze Age Studies
II. Middle and Late Bronze Age Studies
III. Philistine/Sea Peoples Studies
IV. Iron Age Studies
V. Historical, Biblical, and Epigraphic Studies
VI. Jerusalem Studies
VII. Post–Iron Age Studies

 

An international group of contributors includes:

E. Braun, I. Finkelstein, D. Ussishkin, P. M. Fischer, R. Gophna, D. Gazit, R. Greenberg, P. de Miroschedji, B. Sass, M. Sebbane, E. Yannai, M. Artzy, M. Bietak, A. Caubet, M. Yon, T. Dothan, M. Jasmin, E. H. E. Lass, J.-C. Margueron, P. Matthiae, R. S. Merrillees, R. A. Mullins, A. F. Rainey, E. D. Oren, A. Gilboa, A. Cohen-Weinberger, Y. Goren, A. Maeir, I. Shai, S. Sherratt, L. E. Stager, E. Stern, O. Borowski, J. M. Cahill, W. G. Dever, A. Faust, S. Gitin, L. G. Herr, V. Karageorghis, A. E. Killebrew, R. Kletter, Z. Lederman, S. Bunimovitz, S. M. Ortiz, N. Panitz-Cohen, R. E. Tappy, D. Edelman, A. Fink, V. Fritz, A. Lemaire, W. M. Schniedewind, I. Singer, A. G. Vaughn, C. Dobler, E. Mazar, S. M. Paul, R. Reich, E. Shukron, J. R. Zorn, H. Eshel, B. Zissu, L. Horowitz, A. Kloner, E. M. Meyers, and S. A. Rosen”.

Em português temos deste arqueólogo: MAZAR, A. Arqueologia na terra da Bíblia – 10.000 – 586 a.C. São Paulo: Paulinas, 2003, 554 p.

Pesquisa Datafolha III: Lula sobe, Alckmin desce

Folha Online: 24/10/2006 – 20h28

Lula abre vantagem sobre Alckmin de 22 pontos, diz Datafolha

A vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o adversário Geraldo Alckmin oscilou de 19 pontos para 21 pontos, segundo pesquisa Datafolha divulgada na noite desta terça-feira pelo “Jornal Nacional”. A pesquisa foi encomendada pela Folha e pela TV Globo. A taxa de intenção de voto em Lula oscilou de 57% para 58%. Já a taxa de intenção de voto em Alckmin oscilou de 38% para 37%. Considerando apenas os votos válidos – excluindo brancos, nulos e indecisos -, o candidato do PT à reeleição tem 61% contra 39% do ex-governador de São Paulo. Na pesquisa anterior, Lula tinha 60% dos votos válidos e Alckmin, 40%. Com isso, a vantagem de Lula sobre Alckmin subiu/oscilou de 20 pontos para 22 pontos nos votos válidos (cont.)