Mês da Bíblia 2018: Livro da Sabedoria

Com o tema “Para que n’Ele nossos povos tenham vida” e o lema “A Sabedoria é um espírito amigo do ser humano” (Sb 1,6), o Mês da Bíblia 2018 traz como proposta de estudo o Livro da Sabedoria.

:: Mês da Bíblia 2018: Para que n’Ele nossos povos tenham vida: Sabedoria 1,1-6,21. Brasília: CNBB, 2018.

Mês da Bíblia 2018: Para que n'Ele nossos povos tenham vida: Sabedoria 1,1-6,21. Brasília: CNBB, 2018.

:: SAB Mês da Bíblia 2018 – A Sabedoria é um espírito amigo do ser humano. São Paulo: Paulinas, 2018, 64 p. – ISBN 9788535643725.

SAB Mês da Bíblia 2018 - A Sabedoria é um espírito amigo do ser humano. São Paulo: Paulinas, 2018

:: CENTRO BÍBLICO VERBO A Sabedoria é um Espírito Amigo do Ser Humano (Sb 1,6): Caminho para a justiça e a vida. São Paulo: Paulus, 2018, 144 p. – ISBN 9788534947404.

CENTRO BÍBLICO VERBO A Sabedoria é um Espírito Amigo do Ser Humano (Sb 1,6): Caminho para a justiça e a vida. São Paulo: Paulus, 2018

:: CEBI-MG Livro da Sabedoria: chave de ouro encerrando a 1a Aliança. São Leopoldo: CEBI, 2018, 96 p.

CEBI-MG Livro da Sabedoria: chave de ouro encerrando a 1a Aliança. São Leopoldo: CEBI, 2018

Leia mais sobre o Mês da Bíblia e sua história aqui.

Evangelhos dominicais e festivos refletidos em grupos

GONZAGA DO PRADO, J. L. Os evangelhos dominicais e festivos refletidos em grupos. Petrópolis: Vozes, 2017, 512 p. – ISBN 9788532653598.

GONZAGA DO PRADO, J. L. Os evangelhos dominicais e festivos refletidos em grupos. Petrópolis: Vozes, 2017, 512 p.

Esta obra visa colaborar na formação de grupos de leitura, reflexão e meditação dos Evangelhos. Esses grupos são o primeiro passo para a formação das comunidades, unidades menores que, unidas em redes, formam a Igreja.

José Luiz Gonzaga do Prado é Mestre em S. Escritura pelo Pontifício Instituto Bíblico, Roma. Professor de Bíblia na Faculdade Católica de Pouso Alegre, MG. Participa do grupo dos Biblistas Mineiros.

Como sobrevivem os homens?

Os homens sobrevivem nas histórias que deles se contam.

Quando um homem morre, sua história é tudo o que ele tem. Ele será lembrado por isso. Através de sua história, o homem pode viver para sempre.

Man meets his end, his story is all he has. He will be remembered by it. Through his history man can live forever.

Grendel, 2007 – Dirigido por Nick Lyon

Visite: Beowulf Resources

A vida dos judaítas exilados na Babilônia

Judean Life in Babylonia – By Dr. Laurie Pearce – TheTorah.com

Após a conquista de Judá em 586 a.C., Nabucodonosor deportou muitos judaítas para a Babilônia. Como era a vida deles no exílio? Eles foram assimilados ou não? Que língua(s) eles falavam e que práticas religiosas eles mantiveram? Qual era a sua posição social e econômica? Registros babilônicos nos permitem vislumbrar a vida de alguns dos deportados.

Upon the conquest of Judah, Nebuchadnezzar deported many Judeans to Babylonia. What was their life like there? Were they assimilated, or did they stand out? What language(s) did they speak and what religious practices did they maintain? What was their social and economic standing? Babylonian records allow us glimpses into the lives of some of the deportees.

A Dra. Laurie Pearce é Professora de acádio no Departamento de Estudos do Oriente Médio, Universidade da Califórnia, Berkeley, USA.

Dr. Laurie Pearce is a Lecturer in Akkadian in the Department of Near Eastern Studies, University of California, Berkeley.

Ezequiel: sacerdote israelita e intelectual babilônico

Ezekiel: A Jewish Priest and a Babylonian Intellectual – By Dr. Laurie Pearce – TheTorah.com

Ezequiel, um sacerdote nascido, criado e educado em Judá, viveu e profetizou grande parte de sua vida adulta na Babilônia em contato com eruditos e escribas especialistas em cuneiforme. O uso que Ezequiel faz das palavras tomadas do acádio, suas alusões a obras-primas da literatura cuneiforme, como a Epopeia de Gilgámesh, e sua compreensão da cosmologia babilônica, tudo isso atesta sua inserção bastante significativa no ambiente cultural da Babilônia.

Ezekiel, a priest born, raised, and educated in Judah, lived and prophesied much of his adult life in Babylonia in contact with cuneiform scholars and scribes. Ezekiel’s use of Akkadian loanwords, his allusions to masterpieces of cuneiform literature (such as the Gilgamesh Epic), and his understanding of Babylonian cosmology all attest to his rather complete integration into the cultural milieu of Babylon.

A Dra. Laurie Pearce é Professora de acádio no Departamento de Estudos do Oriente Médio, Universidade da Califórnia, Berkeley, USA.

Dr. Laurie Pearce is a Lecturer in Akkadian in the Department of Near Eastern Studies, University of California, Berkeley.

Recursos para aprender hebraico

Alguns recursos na Play Store (Android) e no YouTube. Testados em 16.11.2024.

Biblia Hebraica Stuttgartensia

1. Na Play Store (Android)

. Write It! Hebrew – Jernung

Aplicativo de reconhecimento de escrita em hebraico. Ensina a escrever o alfabeto.

Write It! Hebrew is the first writing recognition app for Hebrew! Try our writing recognition and you’ll never want to go back to tracing apps.

. Nemo Hebraico – Nemo Apps

Nemo é projetado para que você comece falando as palavras mais úteis em hebraico imediatamente. Cada palavra em hebraico é pronunciada com clareza em áudio de alta qualidade por um falante nativo. Todo o áudio é baixado para seu dispositivo e fica disponível offline ou em modo avião. Domine seu sotaque com o “Estúdio de Pronúncia”. É só gravar você mesmo dizendo uma frase e depois ouvir sua voz junto com a voz do professor. Depois tente novamente. Nemo não é construído em torno de lições de tipo algum. É para ser compreendido através do dia, sempre que você tiver alguns minutos livres. Este app para aprender hebraico está disponível inteiramente em português e outros 10 idiomas. Nemo tem como alvo as palavras e frases usadas com maior frequência em conversação. Para iniciantes, preparamos as listas “Se For Aprender Só 10 Coisas”, “Se For Aprender Só 50 Coisas” e “Se For Aprender Só 100 Coisas”. Estudantes intermediários podem avançar para um curso das palavras de maior frequência necessárias para viagem. Estudantes avançados se beneficiarão mais da tecnologia do “Estúdio de Pronúncia” para corrigir seu sotaque estrangeiro.

Antigo Testamento Interlinear Hebraico-Português

2. No YouTube

. Basic Biblical Hebrew Vocabulary – Michal Shmuel

Vocabulário básico do hebraico bíblico em 30 vídeos – Pronúncia de vocabulário básico do hebraico bíblico com tradução em inglês e o plural dos substantivos. São 451 palavras. Veja as palavras no slide e ouça sua pronúncia. Por Michal Shmuel.

Pronunciation of basic biblical Hebrew vocabulary – 451 words and the plural forms of nouns. The arrangement of the words corresponds to eTeacher’s Biblical Hebrew Course A. See the Hebrew words on the slide and hear their pronunciation by Michal Shmuel.

. Aprenda Hebraico –  frases hebraicas básicas em inglês e hebraico – Eko Languages

Frases de hebraico moderno. Escrita sem vogais. Pronunciadas em inglês e hebraico.

Slides de Qumran por Philip Davies

Philip Davies’ Qumran Slide Collection (1970-71) now available

Qumran (1970-71). Fr. Roland de Vaux demonstrating how clothing was laundered at Qumran, where items were washed and patted dry on flat stone.  From the collection of Professor Philip Davies, Emeritus Professor at the University of Sheffield

DQCAAS is extremely grateful to the late Prof. Philip R. Davies for generously making available to us his slide collection of Qumran. These slides were taken in 1970-71 when he was a doctoral student in Jerusalem, working on the Dead Sea Scrolls, and Travelling Scholar at the British School of Archaeology in Jerusalem (now the Kenyon Institute). These slides include a remarkable picture of Fr. Roland de Vaux explaining how the people of Qumran washed their laundry.

Philip Davies, Emeritus Professor at Sheffield University and Chair of the Palestine Exploration Fund, was one of our key supporters.  He is a towering figure in the study of the Dead Sea Scrolls, and author of a book that engages with the archaeology of the site of Qumran and its environs: Qumran (Cities of the Biblical World; Guildford: Lutterworth Press/Grand Rapids: Eerdmans, 1982). He was co-founder and director of Sheffield Academic Press and founding editor of the Journal for the Study of the Old Testament, and Professor Emeritus of Sheffield University, were he worked since 1975.

Philip laid out the slides on the Palestine Exploration Fund lightbox on 13 September, 2017, as shown in this image taken by Sandra Jacobs, DQCAAS Network Facilitator and Researcher. Philip died peacefully at home on 31 May, 2018, as he dearly wished, after being diagnosed with cancer, which was terminal, only two weeks earlier. He had successfully fought off a previous cancer in 2016, and was at the time this photograph taken and through to May unaware of being ill and happily looking forward to retirement from the PEF, with all kinds of ideas for future projects and more time for other things. His contribution to and enthusiasm for DQCAAS as been very much appreciated, and we are really sorry he could not see it flower further.

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Sobre o significado dos Manuscritos do Mar Morto

Não há melhor momento para refletirmos sobre o significado dos Manuscritos do Mar Morto do que agora, logo após  a celebração do 70º aniversário de sua descoberta.

Mas quantas pessoas podem realmente explicar o que os Manuscritos do Mar Morto são e o que eles significam para nós?

A reflection on the significance of the Dead Sea Scrolls – By Lawrence H. Schiffman – The Jerusalem Report: July 23, 2018

What better time to reflect on the significance of the Dead Sea Scrolls than now, soon after celebrating their 70th anniversary? This corpus of ancient manuscripts has awakened immense interest, spawned an entire new field of scholarship, and reshaped our understanding of biblical studies, the history of Judaism and the background of Christianity. The scrolls have been at the center of their share of intrigue, legal action and even humor. Exhibits such as that taking place right now in Denver, under the auspices of the Israel Antiquities Authority (IAA), are more than ample evidence of the tremendous interest in the scrolls. But how many people can actually explain what the scrolls are and what they should mean to us?

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