Deuteronômio: Escuta, Israel

O livro escolhido para estudo no Mês da Bíblia 2020 é o Deuteronômio e o lema é “Abre a tua mão para o teu irmão” (Dt 15,11).

KONINGS, J. ; SILVANO, Z. A. (orgs.) Deuteronômio: “Escuta, Israel”. São Paulo: Paulinas, 2020, 279 p. – ISBN 9788535646047.KONINGS, J. ; SILVANO, Z. A. (orgs.) Deuteronômio: "Escuta, Israel". São Paulo: Paulinas, 2020

A obra Deuteronômio: “Escuta, Israel” aborda o tema do mês da Bíblia deste ano de 2020. Organizado pelo biblista J. Konings e pela também biblista Zuleica Silvano, o livro contou com a colaboração de renomados especialistas no assunto, os quais abordaram, com clareza e competência, os vários aspectos desta importante obra. Com estilo dinâmico e simples, trata-se de uma obra indispensável para todos (as) que desejam se preparar melhor para o mês de Bíblia, e/ou para quem deseja conhecer melhor este importante texto que faz parte dos cinco primeiros livros da Bíblia, o Pentateuco.

A obra é fruto da reflexão do Grupo de Pesquisa “A Bíblia em Leitura Cristã”, da FAJE – Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia, de Belo Horizonte, MG. O grupo é composto por professores, pesquisadores, mestres e doutores em Bíblia da FAJE, PUC Minas, ISTA, Fundação Dom Cabral e Faculdade Católica do Rio Grande do Norte.

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1 comentário em “Deuteronômio: Escuta, Israel”

  1. Prezado Airton,

    suponho, salvo melhor juízo, que o livro acima divulgado – Deuteronômio: “Escuta, Israel” – não tenha estudo de profundidade a qual o Papa Gregório Magno traça no livro dele Regra Pastoral.

    Esse papa é uma pessoa abençoada, pois atingiu os píncaros da espiritualidade, isto é, a vivência mística, o que lhe permitiu penetrar nas Escrituras Bíblicas em nível e universo exigido. É magistral a interpretação dele do Deuteronômio 19:5-6, quando comenta uma situação de excesso de correção do mestre espiritual para com seu(s) discípulo(s) e a forma de remediar a situação. (Regra Patoral, editora Paulus, ed. 2010, pág. 100)

    Será que o livro -Deuteronômio: “Escuta, Israel” – consegue perfazer a mesma hermenêutica tropológica que o santo papa bem ilustra – no meu conceito – corretamente? Ou será a mesma obra academicista de fundo vulgar, cheia de jargões teológicos, historicista, todavia sem inspiração mística?

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