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SAGE está oferecendo acesso gratuito ao conteúdo completo de suas mais de 500 publicações online até 31 de outubro de 2008. Promoção semelhante foi feita nas áreas de Bíblia e Teologia no final de 2007.

Machado e G. Rosa: tema de capa da IHU On-Line

Machado de Assis e Guimarães Rosa: intérpretes do Brasil

Este é o tema de capa da edição 275 da IHU On-Line, publicada em 29 de setembro de 2008.

 

Entrevistas:

:: João Hernesto Weber: Machado e Guimarães Rosa: dois modos de ver o Brasil

:: João Adolfo Hansen: Grande sertão: veredas: “uma máquina de moer ideologias”

:: Luciana Coronel: O olhar machadiano sobre o Brasil

:: Luiz Rohden: Guimarães Rosa, um amante do saber

:: Marcus Alexandre Motta: Uma carta a Guimarães Rosa

:: Cesar Zamberlan: O cinema não consegue se aproximar da genialidade de Machado

:: Leonardo Vieira de Almeida: Rosa e Rulfo: conto e expressão de uma América nova

:: Luis Augusto Fischer: Machado “nunca foi um lutador de praça pública”

:: Susana Kampff Lages: Grande sertão: veredas, um universo de alusões

:: Maria Cristina Cardoso Ribas: Cartas de Machado

:: Flávio Carneiro: Guimarães Rosa: um narrador do Brasil

:: Juracy Assmann Saraiva: Machado expõe a dimensão da pluralidade e da universalidade humana

Leia Mais:
Grande Sertão: Veredas – Sequências Narrativas

Machado de Assis

O que se deve exigir do escritor antes de tudo, é certo sentimento íntimo, que o torne homem do seu tempo e do seu país, ainda quando trate de assuntos remotos no tempo e no espaço (Machado de Assis).

Resenhas na RBL: 26.09.2008

As seguintes resenhas foram recentemente publicadas pela Review of Biblical Literature:

Craig D. Allert
A High View of Scripture? The Authority of the Bible and the Formation of the New Testament Canon
Reviewed by Garwood P. Anderson

Philip R. Amidon
Philostorgius: Church History
Reviewed by Alanna M. Nobbs

Stephen Bertman
Handbook to Life in Ancient Mesopotamia
Reviewed by Aren M. Maeir

Sebastian P. Brock
The Wisdom of St. Isaac of Nineveh
Reviewed by Lucas Van Rompay

Michael J. Gorman
Reading Paul
Reviewed by Stephen Finlan

Joseph H. Hellerman
Jesus and the People of God: Reconfiguring Ethnic Identity
Reviewed by Vernon Robbins

Christophe Nihan
From Priestly Torah to Pentateuch: A Study in the Composition of the Book of Leviticus
Reviewed by Jeffrey Stackert

Barbara E. Reid
Taking up the Cross: New Testament Interpretations through Latina and Feminist Eyes
Reviewed by Mary J. Marshall

Bernard Renaud
«Proche est ton Nom»: De la révélation à l’invocation du Nom de Dieu
Reviewed by Jean-Paul Michaud

Joseph B. Soloveitchik; David Shatz, Joel B. Wolowelsky, and Reuven Ziegler, eds.
Abraham’s Journey: Reflections on the Life of the Founding Patriarch
Reviewed by Dan W. Clanton Jr.

A Blogosfera, segundo Technorati

Technorati: State of the Blogosphere / 2008

Welcome to Technorati’s State of the Blogosphere 2008 report, which will be released in five consecutive daily segments:

  • Introduction
  • Day 1: Who Are the Bloggers?
  • Day 2: The What And Why of Blogging
  • Day 3: The How of Blogging
  • Day 4: Blogging For Profit
  • Day 5: Brands Enter The Blogosphere

Technorati na Wayback Machine.

Homenagem a Carlos Mesters

Frei Carlos Mesters recebe homenagem da ABIB

O tema do Congresso foi Jesus e as tradições do antigo Israel, e Frei Carlos ministrou a palestra final sobre Jesus e a tradição sapiencial. Logo após a sua fala e “a excelente e ponderada reação de Maria Antônia Marques (Centro Bíblico Verbo)” iniciaram-se as homenagens a Frei Carlos e também a Archibald Mulford Woodruff, professor de Bíblia no Seminário da IPI (Igreja Presbiteriana Independente) em São Paulo e na Universidade Metodista em São Bernardo do Campo, contou Monika. O membro do CEBI e da comissão organizadora do Congresso, Rafael Rodrigues, dirigiu o ato que foi organizado pelo CEBI Grande São Paulo, sob coordenação de Monika Ottermann, que também é membro da Diretoria Nacional da ABIB. Durante a homenagem a frei Carlos, foram lembradas a dura realidade de vida de muitas pessoas que encontram na leitura popular da Bíblia sua força para lutar e, principalmente, a metáfora do “Varal da Vida” (título do número 218/219 da série “A Palavra na Vida”, publicada pelo CEBI). Cantando “Eu venho de longe, eu sou do sertão…”, Vanildes Gonçalves do CEBI GO puxou a entrada de uma turma de “retirantes”, cebistas do Brasil inteiro que estavam presentes no Congresso e que levaram junto um varal e uma enorme trouxa feita de uma colcha de retalhos. Chegando ao palco, o varal foi estendido e a trouxa revelou seu conteúdo: quase cem livros que frei Carlos escreveu ou ajudou a escrever em co-autoria [sublinhado meu]. Enquanto os livros foram colocados no varal, Rafael leu uma breve biografia de frei Carlos, e no final, Monika entregou um quadro com uma foto de Sebastião Salgado (um “círculo bíblico” junto a um mandacaru) e agradeceu ao homenageado “em nome da ABIB, do CEBI e, sobretudo, em nome do Povo” por tudo que fez ao longo de sua vida.

Fonte: CEBI – Texto escrito por CEBI Grande São Paulo em 15 de setembro de 2008 – 8h48min

Jesus na História e na Teologia

Recomendo duas leituras. Duas revistas que chegaram recentemente:

:: Estudos Bíblicos n. 99 – 2008/3: Jesus e as tradições de Israel

Este número de Estudos Bíblicos “enfoca um tema fundamental sob vários aspectos: o Jesus histórico e as primeiras movimentações de grupos seguidores seus, à luz de algumas das mais relevantes tradições da sociedade e religião de Israel” (do Editorial).

Editorial de Archibald Mulford Woodruff e Pedro Lima Vasconcellos.

Artigos de Donizete Scardelai, José Luiz Izidoro, Paulo Augusto de Souza Nogueira, Valtair Miranda, Elisa Rodrigues, Paulo Sergio de Proença, Pedro Lima Vasconcellos, Archibald Mulford Woodruff, Paulo Roberto Garcia e Monika Ottermann.

Resenha escrita por Rafael Rodrigues da Silva sobre: CHEVITARESE, A. L.; CORNELLI, G.; SELVATICI, M. (orgs.) Jesus de Nazaré: uma outra história. São Paulo: Annablume/Fapesp, 2006, 354 p. – ISBN: 8574196290.

:: Concilium n. 326 – 2008/3: Jesus como Cristo: o que está em jogo na cristologia?

Este número de Concilium tem o Editorial “Jesus como o Cristo na nova encruzilhada cultural” assinado por Maria Clara Bingemer, Erik Borgman, Lisa Sowle Cahill e Andrés Torres Queiruga.

Está dividida em duas partes:
. Na primeira, os artigos são de Roger Haight, Sean Freyne, Andrés Torres Queiruga, Maria Clara Lucchetti Bingemer, Lisa Sowle Cahill, Jon Sobrino, Erik Borgman e Felix Wilfred.

. A segunda parte – Documentação/Forum Teológico – traz textos de Robert Schreiter, Rosino Gibellini, José Ignacio González Faus, Karl Gabriel, Hanspeter Heinz, Silvia Scattena e José Antonio Pagola.

Sendo este último uma útil bibliografia comentada sobre o Jesus Histórico, quase toda em português e espanhol.

Lutero e os 500 anos da Reforma

Luteranos inauguram a Década da Reforma

Culto festivo realizado ontem [domingo, 21/09/2008] na igreja do Castelo, em Wittenberg, marcou o início da Década de Lutero, que culminará em 2017 com a celebração dos 500 anos da fixação das 95 teses na porta deste mesmo templo. As teses de Lutero preconizavam mudanças na Igreja, dando início ao movimento da Reforma protestante.

“Lutero 2017 – 500 anos de Reforma” é o lema da Década, que convida a confrontar as teses do reformador com perguntas da atualidade. A concepção luterana de que a graça de Deus é um presente à humanidade pode ser também hoje uma “força existencial”, disse o presidente da Igreja Evangélica da Alemanha (EKD), bispo Wolfgang Huber. Huber lembrou que Lutero preconizou uma reforma na cabeça e membros “da sua Igreja católica”, e não quis iniciar uma nova igreja. Para a divisão da Igreja também contribuíram fatores bem mundanos, agregou. Responsável pela homilia no culto de abertura da Década, Huber destacou que a pregação de Lutero sobre a liberdade do cristão é de uma tremenda atualidade. Por isso, sugeriu, a Década da Reforma deve ser uma “Década da liberdade”. O ministro do Interior da República Federal da Alemanha, Wolfgang Schäuble, recomendou que a Década sirva para incrementar o diálogo com os muçulmanos, sem esquecer a existência de fissuras no cristianismo. Ele frisou que católicos e protestantes estão diante de grandes desafios, que podem ser sobrepujados muito antes se forem encarados em conjunto. “Nós fizemos história”, declarou o presidente da Federação Luterana Mundial (FLM), bispo Mark Hanson, que também preside a Igreja Evangélica Luterana da América (Elca). O que começou na Alemanha há 500 anos abarca, hoje, uma comunidade de 68 milhões de luteranos no mundo, disse. A celebração foi assistida pelo bispo católico Gerhard Feige, de Magdeburg, informa o Serviço de Imprensa Evangélico (EPD) [sublinhado meu]. Para os próximos dez anos serão realizados vários eventos – palestras, seminários, mostras, exposições, celebrações – em Wittenberg, Eisleben, Erfurt e Eisenach, cidades alemãs que tiveram a presença de Lutero. Em setembro de 1508, o monge agostiniano, então com 24 anos, chegava a Wittenberg para dar continuidade aos estudos e lecionar Filosofia na recém fundada universidade local. Hoje, a cidade situada no leste da Alemanha, no Estado de Saxônia-Anhal, conta com 47 mil habitantes e recebe a cada ano em torno de 400 mil turistas, atraídos pela história da Reforma.

Fonte: ALC – Wittenberg, segunda-feira, 22 de setembro de 2008

 

Lutherdekade in Wittenberg eröffnet

Mit einem Gottesdienst und einer Festversammlung in der Schlosskirche in Wittenberg ist am Sonntag, den 21. September, die Lutherdekade “Luther 2017 – 500 Jahre Reformation“ eröffnet worden. In seiner Festrede vor hochrangigen Gästen aus Politik, Gesellschaft und Kirche erklärte der Vorsitzende des Rates der Evangelischen Kirche in Deutschland (EKD), Bischof Wolfgang Huber, mit der Person Martin Luthers sei eine Faszinationskraft verbunden, die Entdeckerfreude auslöse. Luthers Glaubenseinsicht, dass die Gnade Gottes ein Geschenk ist, könne auch heute “existentielle Kraft“ erschließen. Luthers Thema der Freiheit sei von unüberbietbarer Aktualität. Die Lutherdekade solle eine “Dekade der Freiheit“ sein.

Heute zeige sich aufs Neue, wie sehr Menschen in aller Welt sich nach der Freiheit von Not und Angst sehnen, so der Ratsvorsitzende. „In einer Zeit, in der eine globale wirtschaftliche Dynamik die Verarmung großer Bevölkerungsschichten nicht etwa aufhält, sondern beschleunigt, bekommt die Frage nach der Freiheit von Armut und Not erneute Dringlichkeit.“ Angesichts von weltweit agierendem Terrorismus und irregulärer Kriege werde Furcht zu einem Alltagsthema. Zugleich spürten die Menschen, dass materielle Sicherungen allein weder Frieden noch wirklichen Wohlstand bringen. Das wiedererwachte Interesse an Religion führe aber nicht allein zu einer neuen Aufmerksamkeit für die Botschaft des Evangeliums, sondern auch zu vielen Varianten einer „marktgängigen Religiösität“, die mit einfachen Antworten den Sinn des Lebens zu beschreiben suchten. Martin Luther habe sich, anders als diese „Schwarz-Weiß-Bilder“, nicht über die Rätsel und Ausweglosigkeiten des Lebens hinweggesetzt. „Zu der Freiheit, die er lehrte, gehörte auch die Bereitschaft, der Anfechtung standzuhalten, und die Verborgenheit Gottes nicht zu übertünchen oder zu übertönen.“ In seiner Erkenntnis, dass alle gute christliche Theologie eine Theologie des Kreuzes sei, liege ein wichtiges Gegengewicht zum Fortschrittsoptimismus der Moderne.

Luther hatte ein nüchternes Bild vom Menschen. „Er pries die im Glauben geschenkte Freiheit deshalb so hoch, weil er davon überzeugt war, dass der Mensch von sich aus unfrei ist, ein Gefangner der Sünde, auf sich selbst fixiert, ein in sich verkrümmtes Wesen.“ Deshalb sei die Lutherdekade auch kein „Jubeljahrzehnt“, sagte Huber. Auch die Schatten und Grenzen der Person Luthers, sein „mitunter polemischer Charakter, seine ambivalente Rolle in den Bauernkriegen, seine beschämenden Aussagen zu den Juden und sein Kommentar zu den Expansionsbestrebungen des Osmanischen Reichs“ dürften bei Gedenkveranstaltungen nicht ausgespart werden.

Die Zusage der Freiheit, die Luther im Glauben fand, bewahre die Menschen aber auch davor, in ihrer egoistischen Verkrümmung zu verharren. „Gerade weil Gott jedem Menschen den aufrechten Gang schenkt, kann jeder Mensch die Knie beugen: zum Gebet zu Gott wie zum Einsatz für den Nächsten.“

In der reformatorischen Tradition sei ebenso die Bildung eine Folge der christlichen Freiheit. Die Reformation habe sich in die christliche Bildungsgeschichte eingezeichnet: „Europa in seiner durch Antike und Christentum geprägten Gestalt und eine Bildung, die diese Gestalt erschließt, gehören zusammen. ‚Beste Bildung für alle’ ist der Impuls der Reformation. ’Beste Bildung für alle’, ob Migranten- oder Einzelkind, ob mit Behinderungen oder hochbegabt – das ist die Herausforderung unserer Zeit.“ Bildungschancen dürften nicht nach der sozialen Herkunft verteilt werden, „überkommene Strukturen dürfen den freien Zugang zur ‚besten Bildung für alle’ nicht behindern.“

Der Ratsvorsitzende betonte, dass es nicht Luthers Absicht war, eine neue Kirche zu gründen. Zur Trennung der Konfessionen hätten vielfältige, darunter auch ganz weltliche Faktoren beigetragen. „Sie ist aus dem Handeln und Unterlassen aller Beteiligten entstanden.“ Ein wichtiger Prüfstein für die Fortschritte in der Ökumene sei es, „ob wir von den Ursachen und Wirkungen der Reformation heute ein gemeinsames Bild haben und dieses Bild auch gemeinsam formulieren können.“ Wenn es gelinge, das Bemühen um ein gemeinsames Verständnis der Rechtfertigungslehre in dieser Hinsicht fortzusetzen, dann „besteht die Aussicht, dass das Reformationsjubiläum 2017 wirklich zu einem ökumenischen Ereignis wird.“ Die evangelische Kirche wolle diesen Weg ebenso mit der römisch-katholischen Kirche wie mit anderen christlichen Kirchen gemeinsam gehen.

Fonte: Pressestelle der EKD – Silke Römhild – Wittenberg/Hannover, 21. September 2008

Fundamentalismo, marketing e poder político

Edir Macedo prega que evangélicos tomem o poder

“Deus tem um plano político para os fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus e para os evangélicos que sejam seus aliados: governar o Brasil, segundo as palavras do bispo Edir Macedo, fundador e chefe da Igreja Universal, no livro Plano de Poder, lançado a duas semanas das eleições.

A partir de uma leitura política do Antigo Testamento, Macedo incita os evangélicos à mobilização partidária, seguindo o “projeto de nação” que Deus teria sonhado para os hebreus, que ele chama de cristãos. O livro tem coautoria de Carlos Oliveira, diretor-presidente do jornal Hoje em Dia, de Minas Gerais.

“Tudo é uma questão de engajamento, consenso e mobilização dos evangélicos. Nunca, em nenhum tempo da História do evangelho no Brasil, foi tão oportuno como agora chamá-los de forma incisiva a participar da política nacional”, escreve Macedo, estimando em 40 milhões a comunidade de evangélicos no país. “A potencialidade numérica dos evangélicos como eleitores pode decidir qualquer pleito eletivo, tanto no Legislativo, quanto no Executivo, em qualquer que seja o escalão, municipal, estadual ou federal”, afirma ele, no livro.

É para essa comunidade que Macedo chama de cristãos com exclusividade (ele exclui os cristãos católicos) que Deus teria feito os planos de governo. No texto repleto de expressões de linguagem de marketing e administração, Macedo lança as bases para uma militância evangélica político-partidária. Diz que no Brasil a comunidade é como um “gigante adormecido”, que se mantém alheia ao processo eleitoral.

Para o cientista político Roberto Romano, professor de ética na Unicamp, Macedo envia uma mensagem aos fiéis para que deixem de lado o pudor de lidar com a política. “Macedo diz: ‘Vocês já foram conquistados para Jesus, sabem como isso os consola. Mas para que o plano de Deus se realize, temos de deixar de ter o pudor de mexer com a política'”, afirma Romano.

O professor diz que a época escolhida por Macedo para lançar o livro, às vésperas da eleições, foi bem escolhida. Romano afirma não estranhar o avanço da Igreja Universal sobre a política. O partido PRB, do vice-presidente José Alencar e de Marcelo Crivella, segundo colocado nas pesquisas eleitorais para a prefeitura do Rio de Janeiro, por exemplo, é fortemente ligado à igreja.

“É próprio do Edir Macedo usar essa terminologia de administração e marketing; ele usa isso na igreja dele, assim como a teologia sincrética. Essa teologia da prosperidade. Não me surpreende que esteja transformando essa bem-sucedida empresa em partido, em base política.”

A professora de Teologia da PUC-Campinas Silvana Suaiden vê fundamentalismo por parte de Macedo. “O bispo Macedo faz uma leitura fundamentalista da Bíblia. O que ele entende por povo cristão? Para ele, é, sobretudo, o povo da Igreja Universal. Utilizar a Bíblia para amparar essa tese, principalmente nas eleições, quando existe esse projeto de sustentação da base de políticos evangélicos? É uma jogada.” A especialista explica: “A Bíblia tem de ser lida no contexto em que foi escrita. Ler o Antigo Testamento e dizer que ali está escrito que Deus tem um plano para os cristãos, quando não há uma referência aos cristãos? Isso não tem sustentação teológica”. A reportagem tentou entrevistar Edir Macedo. Mas, segundo sua assessoria, ele não daria entrevistas por estar fora do Brasil.”

Fonte:  IHU On-Line: 21/09/2008. A reportagem é do jornal O Globo, de 21/09/2008 e foi escrita por Tatiana Farah.

O livro: MACEDO, E.; OLIVEIRA, C. Plano de Poder: Deus, os cristãos e a política. Rio de Janeiro: Thomas Nelson Brasil, 2008, 128 p. – ISBN 9788578600198.