Veja quais são as Top 10 Discoveries of 2006, na opinião da revista Archaeology, do Archaeological Institute of America.
A mais importante descoberta é egípcia, a décima é brasileira. Do mundo bíblico, nenhuma.
Blog sobre estudos acadêmicos da Bíblia
Veja quais são as Top 10 Discoveries of 2006, na opinião da revista Archaeology, do Archaeological Institute of America.
A mais importante descoberta é egípcia, a décima é brasileira. Do mundo bíblico, nenhuma.
O filme Jesus – A História do Nascimento, da diretora Catherine Hardwicke, que chegou aos cinemas no dia 01/12/2006, foi resenhado pelo especialista em Novo Testamento Mark Goodacre no Forum da SBL. Mark Goodacre já escrevera sobre o filme em seu NT Gateway Weblog, mas esta resenha é mais completa. Leia “The Nativity Story”: A Review.
Veja também o site do filme.
Ficha Técnica
País de origem: Estados Unidos
Gênero: Drama
Direção: Catherine Hardwicke
Elenco: Alexander Siddig (Anjo Gabriel), Ciarán Hinds (Rei Herodes), Eriq Ebouaney (Baltasar), Hiam Abbass (Ana), Keisha Castle-Hughes (Maria), Nadim Sawalha (Melquior), Oscar Isaac (José), Shaun Toub (Joaquim), Shohreh Aghdashloo (Elizabeth), Stanley Townsend (Zacarias), Stefan Kalipha (Gaspar)
Fotografia: Elliot Davis Montagem: Robert K. Lambert, Stuart Levy (II)
Roteiro: Mike Rich Trilha Sonora: Mychael Danna
Estréia (Brasil): 01/12/2006
Estréia (original): 01/12/2006
Curso de Verão de 2007 – Ano XX
Ecologia: cuidar da vida e integridade da criação
Data: 08 a 20/01/2007
Local: São Paulo, SP
As informações abaixo são do site do CESEP.
Apresentação
O Curso de Verão é um programa de formação popular a partir das questões de hoje, à luz da Bíblia, Teologia, Pastoral e da militância cristã na sociedade. É espaço ecumênico de convivência, partilha, troca de experiências, celebração e compromisso. Acolhe participantes de distintas igrejas e comunidades, na busca da unidade entre os cristãos e do diálogo mais amplo entre mulheres e homens comprometidos nas lutas pela justiça e a solidariedade. Em 2007, festejamos 20 anos do Curso, mantendo a mística de um grande mutirão, em que pessoas, famílias, comunidades, movimentos populares e instituições educativas e religiosas colocam-se, a serviço de sua realização, preparando-o ao longo de todo o ano. O curso de verão é massivo, para um grande número de participantes, mas preocupado com que cada um encontre seu espaço em grupos menores e no encontro pessoal, dentro da metodologia da Educação Popular. Seu âmbito é nacional, possibilitando uma rica troca de experiências entre pessoas de todos os Estados do Brasil e mesmo de alguns países da América Latina, do Caribe, da África e da Europa.
Destinatárias/os
Jovens e pessoas comprometidas com trabalhos pastorais, comunitários e com os movimentos populares e suas causas.
Conteúdo e Assessoras/es
. Meio Ambiente: mapeando a situação, problemas e desafios
Adriana Ramos – Instituto Sócio Ambiental – ISA – Brasília, DF.
. Políticas públicas para o Meio Ambiente
Tilden Santiago – Ex-secretário do Meio Ambiente do Governo de Minas Gerais e Embaixador do Brasil em Cuba.
. Movimentos Populares e Meio Ambiente
Dirceu Benincá (coord.) – Mestre em Ciências Sociais – PUC-SP.
. Bíblia e Criação
Ivoni Reimer – Biblista da IECLB e professora da Universidade Católica de Goiânia, GO.
. Ecologia: Teologia e Espiritualidade
Leonardo Boff – Teólogo e Escritor. Professor emérito da UFRJ, Petrópolis, RJ.
. CF 2007: “Fraternidade e Amazônia”
Jean Hébette – Professor e Pesquisador da Universidade Federal do Pará, Belém, PA.
Leia mais sobre o Curso de Verão no site do CESEP, Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular. Todos os Cursos realizados pelo CESEP são em horário integral e têm como sede a cidade de São Paulo, SP.
O CESEP é um centro de formação popular, ecumênico e Latino-americano, fundado em 1982, com o objetivo de prestar serviços às diferentes Igrejas cristãs, na América Latina e no Caribe, em seus trabalhos pastorais e de promoção humana.
Diretoria para o triênio 2007-2009:
– Presidente: Pe. Benedito Ferraro, professor de Teologia da FTCR da PUC-Campinas – ICR
– Vice-presidente: Revdo. Cláudio de Oliveira Ribeiro, professor da UMESP, pastor – Igreja Metodista
– Tesoureira: Ir. Maria Eunice Wolff, religiosa das Filhas de Maria Auxiliadora – ICR
– Secretário: Wagner Lopes Sanchez, professor da PUC-SP e das Faculdades São Luiz – ICR.
Por enquanto!
Será que é preciso dizer alguma coisa? Só se for citando os profetas, como Amós, Oseias, Isaías, Jeremias, Ezequiel…
No distante século VI a.C., já dizia Ezequiel: “Ai dos pastores (…) que se apascentam a si mesmos! Não devem os pastores apascentar o seu rebanho?” (Ez 34,2), referindo-se aos líderes de Judá que, por seu criminoso governo, fizeram com que o povo perdesse tudo e fosse levado ao exílio babilônico.
Ou Guimarães Rosa, mais próximo, na década de 50 do século XX, em Grande Sertão: Veredas: “Chefe não era para arrecadar vantagens, mas para emendar o defeituoso“, falando do ofício de liderar jagunços nos Gerais de Minas.
Pois é: o salário de R$ 24,5 mil equivale a 70 mínimos, sendo o maior desde a implantação do Plano Real em 1994.
Leonardo Boff escreveu no dia 16.12.2006, em artigo indicado abaixo: “O Parlamento não é apenas instância delegada do poder popular, nem gerenciamento técnico das questões do bem comum. Ele é principalmente instância ética. Representa valores da cidadania, da transparência no cuidado da coisa pública. Nós cidadãos temos o direito de esperar que nossos representantes vivam esses valores e não os neguem por suas práticas sem ‘vergonha'”.
E, por incrível que pareça, veja o que diz a Folha Online no dia 17.12.2006, na reportagem Em 90, salários dos congressistas eram de quase R$ 61 mil, apontada em link abaixo:
“O salário de R$ 24,5 mil fixado na semana passada pelos atuais deputados e senadores não é o maior valor pago desde a redemocratização. Em março de 1990, logo após a aprovação da Constituição, os congressistas chegaram a ganhar R$ 60,8 mil, em valores já atualizados – 148% a mais do que será pago a partir de fevereiro de 2007. O menor contracheque de deputados e senadores é de setembro de 1987, quando eles receberam R$ 3.237 (sempre em valores atualizados) – ou o equivalente a 13,1 salários mínimos da época -, e que representa apenas 13% do valor aprovado pela atual Legislatura. Todos os valores foram corrigidos pelo IPCA.A comparação com os reajustes desde a redemocratização, em 1985, mostra que de 1988 a 1990 os congressistas receberam os mais altos salários. Em outubro de 1988, mês da promulgação da Constituição, foi registrado o primeiro grande salto – os vencimentos passaram de R$ 4.637 para R$ 33.509. Em março de 1990, os salários chegaram a R$ 60.849, o valor mais alto até hoje”.
Por isso, deixo anotados aqui alguns links que poderão se mostrar úteis nestas e em futuras circunstâncias. Aproveite e guarde, porque algo me diz que teremos logo, logo, de “esgoelar” novamente, pois legislar em causa própria é, como um deputado disse, defendendo o incrível reajuste, apenas uma “tradição” que não pode ser interrompida.
Câmara e Senado fecham acordo para elevar salários para R$ 24.500 – Folha Online: 14/12/2006 – 14h26
Alguém aprendeu algo com a crise política? – Marco Aurélio Weissheimer – Agência Carta Maior: 14/12/2006
Reajuste salarial de 91% no Congresso revolta o país; veja e-mails de leitores – Folha Online: 15/12/2006 – 14h59
Em 90, salários dos congressistas eram de quase R$ 61 mil – Folha Online: 17/12/2006 – 09h29
Parlamentares recorrem à Justiça contra reajuste de 91% nos salários – Folha Online: 18/12/2006 – 13h18
Apesar da pressão, Aldo diz que decisão sobre salários será mantida – Folha Online: 18/12/2006 – 17h22
Obrigado, senhores parlamentares – Gilberto Dimenstein – Folha Online: 19/12/2006
STF derruba reajuste de 91% a parlamentares – Folha Online: 19/12/2006 – 11h35
Em segundo julgamento, STF confirma suspensão de reajuste a parlamentares – Folha Online: 19/12/2006 – 13h20
Você sabia que o CEBI oferece um curso de Bíblia por correspondência?
Veja este trecho, que está no seu site:
O Curso de Bíblia por Correspondência destina-se àquelas pessoas que têm dificuldade em participar de encontros de formação oferecidos pelo CEBI. Embora o curso seja apresentado em linguagem acessível, ele não é um simples “abc” da Bíblia. Destina-se, portanto, a pessoas que buscam um aprofundamento maior. O curso é dividido em módulos e fascículos, que são enviados pelo correio. Concluído o estudo de um fascículo, o cursista responde às perguntas e envia sua elaboração escrita à equipe estadual, recebendo, em seguida, o fascículo seguinte. O curso aborda os seguintes temas (cont.)
Para saber mais sobre o CEBI e a leitura popular da Bíblia, leia aqui e aqui.
Acabo de receber o número de outubro de 2006 da revista The Catholic Biblical Quarterly, publicada por The Catholic Biblical Association of America.
Este é o n. 4 do volume 68, o último número do ano. São 5 artigos e 88 páginas de resenhas, cada uma com cerca de página e meia.
Os quatro números de 2006 totalizaram mais de 800 páginas de texto.
Coordenado por Milton Schwantes, o n. 91 da revista Estudos Bíblicos lê os capítulos 37-45 do livro do profeta Jeremias. São 17 textos curtos, onde autores e autoras analisam estes capítulos que dizem respeito aos últimos anos da vida do profeta, sob os governos de Sedecias e de Godolias.
No final há uma bibliografia que aponta 48 livros e artigos sobre Jeremias, com predominância de publicações em português.
Os textos podem ser úteis para estudo em comunidades e para alunos de graduação em Teologia.
Confirma-se, por outro lado, a tendência bem arraigada no país, quando se lida com as origens de Israel, de parar nas propostas de Gottwald, feitas em publicação de 1979.
Aproveite a oportunidade e leia também as Perguntas Mais Frequentes sobre o Profeta Jeremias.
Pesquisa aponta Lula como melhor presidente do país
Fernando Canzian – Folha Online: 17/12/2006
Às vésperas da transição entre o primeiro e o segundo mandato, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) surge como o presidente mais bem avaliado da história do Brasil e cercado de uma forte expectativa positiva entre a maioria dos brasileiros: 59% esperam um segundo mandato ótimo/bom.
O principal legado do primeiro mandato, segundo nova pesquisa nacional do Datafolha, é uma diminuição na percepção de problemas relacionados à miséria e ao desemprego e um aumento relativo de dificuldades em outras áreas, como saúde, educação e corrupção.
Lula, que venceu a eleição com mais de 20 milhões de votos de diferença em relação ao ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) após uma campanha dominada por denúncias contra seu governo, é apontado espontaneamente por 35% dos entrevistados como o melhor mandatário que o Brasil já teve.
O percentual equivale a praticamente o dobro da preferência obtida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) no final de 2002 (18%), quando o tucano encerrou seu segundo mandato.
Na pesquisa atual, enquanto Lula tem 35%, FHC caiu para 12%. Os próximos mais bem avaliados são Juscelino Kubitscheck (11%), Getúlio Vargas (8%; 21% entre os com mais de 60 anos) e José Sarney (5%).
Lula também encerra o primeiro mandato com 52% dos brasileiros considerando seu governo ótimo/bom, o maior patamar entre quatro presidentes avaliados pelo Datafolha desde a redemocratização. O melhor índice até aqui (53%) pertence ao próprio Lula, obtido às vésperas do 2º turno eleitoral de 2006.
Esperança menor
A expectativa para o segundo mandato de Lula, que começa em 1º de janeiro, é mais positiva que a sua atual avaliação: 59% esperam que ele faça um governo ótimo/bom. Nesse ponto, porém, há uma diminuição das esperanças depositadas em Lula. Antes da posse em 2003, 76% aguardavam um governo ótimo/bom –um recorde.
No caso de FHC, apenas 41% esperavam um governo ótimo/bom dias antes da transição do primeiro para o segundo mandato, no final de 1998. Na época, enquanto o país mergulhava em uma crise que levou a uma forte desvalorização do real em 99, apenas 35% avaliavam FHC como ótimo/bom.
A pesquisa Datafolha, feita no dia 13 de dezembro entre 2.178 brasileiros em 111 municípios de 23 Estados e do Distrito Federal, tem margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
A exemplo dos resultados dos levantamentos pré-eleitorais, destaca-se o fato de que quanto mais pobre e menos escolarizado for o entrevistado, maior será seu apoio e satisfação com Lula. Regionalmente, os moradores do Sul e do Sudeste também continuam como os maiores críticos.
No final de 1998, a aprovação de 35% do governo FHC era mais homogênea: 40% dos que tinham renda até dois salários mínimos o aprovavam; 33% dos com renda de cinco a dez salários; e 36% dos que ganhavam mais de dez mínimos.
Desemprego
Embora a falta de trabalho permaneça no topo das preocupações, caiu de 31% no início de 2003 para 27% agora o total dos que afirmam espontaneamente ser o desemprego o principal problema. O índice chegou a 49% em março de 2004.
Criados 5 milhões de novos empregos com carteira assinada e obtida uma melhor distribuição de renda entre 2003 e 2006, os brasileiros apontam agora para outros problemas.
Eles são relacionados à qualidade da saúde (6% apontavam como problema em 2003, contra 17% agora), da educação (subiu de 4% para 9%) e à existência de corrupção no governo (2% para 6%, o maior percentual do primeiro mandato).
Também de forma espontânea, a saúde é avaliada como a área de pior desempenho no primeiro mandato de Lula. Subiu de 4% para 18% o total dos que avaliam mal a área entre 2003 e 2006.
Já o combate à corrupção teve o pior desempenho para 8% dos entrevistados na pesquisa da semana passada. No início do governo, era 1%.
Segurança
A avaliação do desempenho do governo Lula em outras áreas de grande interesse da população, como trabalho e segurança, ficou praticamente estável entre 2003 e agora.
Para Luiz Felipe de Alencastro, professor de história do Brasil na Universidade de Paris-Sorbonne, a forte expectativa positiva em relação a Lula vem de uma “reiteração da legitimidade” do presidente.
“Depois de toda a crise política e da existência de um segundo turno, que foi apontado como uma derrota, Lula venceu com 20 milhões de votos, o que restabeleceu uma perspectiva de unanimidade”, afirma.
Você consegue pronunciar uma meia-vogal, uma semivogal? É algo assim como certas vogais pronunciadas em português de Portugal, que soam meio estranhas para ouvidos brasileiros, pois são muito rápidas ou, se preferir, curtas.
Pois em hebraico existe uma semivogal. Seu nome é shevá e consiste, na sua forma mais simples, de dois pontos colocados sob a consoante, como se fosse o nosso : Parece esquisito, mas o shevá serve para preencher o espaço vazio sob uma consoante desvocalizada (para quem já conhece, observo que a terminologia “vogal” aqui está sendo usada no lugar de “sinal massorético”). Este shevá simples tem um som rápido de “e” e aparece transliterado como um “e” sobrescrito.
Entretanto, no uso do shevá podem surgir muitos problemas. Considere a seguinte situação: em hebraico, uma sílaba é sempre composta por uma consoante e uma vogal (sílaba aberta, como em ba-na-na) ou por uma consoante, uma vogal e outra consoante (sílaba fechada, como em sol). E o que você faria se aparecessem dois shevás no início da palavra, um ao lado do outro – e aparecem – e você sabendo que uma sílaba não pode começar com duas consoantes sem vogal? O jeito é mudar pelo menos um shevá em vogal. Mas qual vogal ele tomaria emprestado? O hîreq qâton, que corresponde ao nosso “i“, como na palavra “fino”, e é representado em hebraico por um . debaixo da consoante.
Que tal ver isso em um filme? Pois é o que fez Chris Huff em sua página Designs by Chris. Veja The Shewa Fight.
Consulte também a Lev Software’s Animated AlefBet Page. Nesta página você verá, também em animação, como devem ser escritas as consoantes do hebraico.
E, se tiver vontade de aprender um pouco de hebraico, faça o download de meu curso para iniciantes, gratuito, aqui.
Quem quiser ver o Cilindro de Ciro, clique aqui.
Uma tradução, em inglês, pode ser lida aqui.
Na página do Museu Britânico há algumas traduções. A de Irving Finkel é a seguinte:
[When …] … [… wor]ld quarters […] … a low person was put in charge of his country, but he set [a (…) counter]feit over them. He ma[de] a counterfeit of Esagil [and …] … for Ur and the rest of the cult-cities. Rites inappropriate to them, [impure] fo[od- offerings …] disrespectful […] were daily gabbled, and, intolerably, he brought the daily offerings to a halt; he inter[fered with the rites and] instituted […] within the sanctuaries. In his mind, reverential fear of Marduk, king of the gods, came to an end. He did yet more evil to his city every day; … his [people…], he brought ruin on them all by a yoke without relief. Enlil-of-the-gods became extremely angry at their complaints, and […] their territory. The gods who lived within them left their shrines, angry that he had made them enter into Babylon (Shuanna). Ex[alted Marduk, Enlil-of-the-Go]ds, relented. He changed his mind about all the settlements whose sanctuaries were in ruins and the population of the land of Sumer and Akkad who had become like corpses, and took pity on them. He inspected and checked all the countries, seeking for the upright king of his choice. He took under his hand Cyrus, king of the city of Anshan, and called him by his name, proclaiming him aloud for the kingship over all of everything. He made the land of the Qutu and all the Medean troops prostrate themselves at his feet, while he looked out in justice and righteousness for the black-headed people whom he had put under his care. Marduk, the great lord, who nurtures his people, saw with pleasure his fine deeds and true heart and ordered that he should go to Babylon He had him take the road to Tintir, and, like a friend and companion, he walked at his side. His vast troops whose number, like the water in a river, could not be counted, marched fully-armed at his side. He had him enter without fighting or battle right into Shuanna; he saved his city Babylon from hardship. He handed over to him Nabonidus, the king who did not fear him. All the people of Tintir, of all Sumer and Akkad, nobles and governors, bowed down before him and kissed his feet, rejoicing over his kingship and their faces shone. The lord through whose trust all were rescued from death and who saved them all from distress and hardship, they blessed him sweetly and praised his name.I am Cyrus, king of the universe, the great king, the powerful king, king of Babylon, king of Sumer and Akkad, king of the four quarters of the world, son of Cambyses, the great king,, king of the city of Anshan, grandson of Cyrus, the great king, ki[ng of the ci]ty of Anshan, descendant of Teispes, the great king, king of Anshan, the perpetual seed of kingship, whose reign Bel and Nabu love, and with whose kingship, to their joy, they concern themselves.
When I went as harbinger of peace i[nt]o Babylon I founded my sovereign residence within the palace amid celebration and rejoicing. Marduk, the great lord, bestowed on me as my destiny the great magnanimity of one who loves Babylon, and I every day sought him out in awe. My vast troops marched peaceably in Babylon, and the whole of [Sumer] and Akkad had nothing to fear. I sought the welfare of the city of Babylon and all its sanctuaries. As for the population of Babylon […, w]ho as if without div[ine intention] had endured a yoke not decreed for them, I soothed their weariness, I freed them from their bonds(?). Marduk, the great lord, rejoiced at [my good] deeds, and he pronounced a sweet blessing over me, Cyrus, the king who fears him, and over Cambyses, the son [my] issue, [and over] my all my troops, that we might proceed further at his exalted command. All kings who sit on thrones, from every quarter, from the Upper Sea to the Lower Sea, those who inhabit [remote distric]ts (and) the kings of the land of Amurru who live in tents, all of them, brought their weighty tribute into Shuanna, and kissed my feet. From [Shuanna] I sent back to their places to the city of Ashur and Susa, Akkad, the land of Eshnunna, the city of Zamban, the city of Meturnu, Der, as far as the border of the land of Qutu – the sanctuaries across the river Tigris – whose shrines had earlier become dilapidated, the gods who lived therein, and made permanent sanctuaries for them. I collected together all of their people and returned them to their settlements, and the gods of the land of Sumer and Akkad which Nabonidus – to the fury of the lord of the gods – had brought into Shuanna, at the command of Marduk, the great lord, I returned them unharmed to their cells, in the sanctuaries that make them happy. May all the gods that I returned to their sanctuaries, every day before Marduk and Nabu, ask for a long life for me, and mention my good deeds, and say to Marduk, my lord, this: “Cyrus, the king who fears you, and Cambyses his son, may their … […] […….].” The population of Babylon call blessings on my kingship, and I have enabled all the lands to live in peace. Every day I copiously supplied [… ge]ese, two ducks and ten pigeons more than the geese, ducks and pigeons […]. I sought out to strengthen the guard on the wall Imgur-Enlil, the great wall of Babylon, and […] the quay of baked brick on the bank of the moat which an earlier king had bu[ilt but not com]pleted, [I …] its work. [… which did not surround the city] outside, which no earlier king had built, his troops, the levee from his land, in/to Shuanna. […] with bitumen and baked brick I built anew, and completed its work. […] great [doors of cedarwood] with copper cladding. I installed all their doors, threshold slabs and door fittings with copper parts. […] I saw within it an inscription of Ashurbanipal, a king who preceded me, […] … […] … [… for] ever.