A religião persa na época aquemênida

HENKELMAN, W. F.; REDARD, C. (eds.) Persian Religion in the Achaemenid Period / La Religion Perse A L’Epoque Achemenide. Wiesbaden: Harrassowitz, 2017, 576 p. – ISBN 9783447106474.

HENKELMAN, W. F.; REDARD, C. (eds.) Persian Religion in the Achaemenid Period / La Religion Perse A L'Epoque Achemenide. Wiesbaden: Harrassowitz, 2017, 576 p.

 

Incluindo doze artigos em inglês, francês e alemão, originalmente apresentados em um colóquio organizado por Jean Kellens no Collège de France (2013), este volume aborda uma série de questões relacionadas à religião persa na época do Império Aquemênida (550-330 a.C.).

Afastando-se da questão reducionista de saber se os reis aquemênidas eram ou não zoroastrianos, os autores procuraram se concentrar em fontes recentemente identificadas ou publicadas (descobertas arqueológicas da Ásia Central, textos elamitas e impressões de selos do Arquivo da Fortificação de Persépolis, textos aramaicos da Báctria, a Placa de Bronze de Persépolis) ou em debates atuais (e em curso), como a questão da disseminação da chamada liturgia longa para o oeste do Irã.

Ao fazer isso, diferentes perspectivas são escolhidas: enquanto alguns enfatizam a tradição iraniana ou indo-iraniana, outros destacam a importância dos contextos elamita e assírio-babilônico.

Ao mesmo tempo, o volume demonstra um amplo consenso em sua insistência na posição essencial das fontes primárias, por mais problemáticas que sejam, e no importante papel que os governantes aquemênidas e o projeto imperial desempenharam na evolução da religião iraniana.

 

Including twelve English, French, and German papers originally presented at a colloquium convened by Jean Kellens at the College de France (2013), this volume addresses a range of issues relating to Persian religion at the time of the Achaemenid Empire (550-330 BCE). Moving away from the reductive question whether the Achaemenid kings were Zoroastrians or not, the contributors have tried to focus either on newly identified or recently published sources (Central Asian archaeological finds, Elamite texts and seal impressions from the Persepolis Fortification Archive, Aramaic texts from Bactria, the Persepolis Bronze Plaque), or on current (and ongoing) debates such as the question of the spread of the so-called long liturgy to western Iran. In doing, different perspectives are chosen: whereas some have stressed the Iranian or Indo-Iranian tradition, others have pointed out the importance of the Elamite and Assyro-Babylonian contexts. At the same time, the volume shows a broad agreement in its insistence on the essential position of primary sources, problematic as they may be, and on the important role the Achaemenid rulers and the imperial project played in the evolution of Iranian religion.

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