História de Israel 17

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5.5. Por que Judá caiu?

Quando Judá entrou na fase crítica de enfrentamento com o poderio estrangeiro, balançando entre o enfraquecido Egito e a fortalecida Babilônia, a nação estava totalmente despreparada para a crise[20].

Não estou falando de forças militares, pois por aí é que o país não acharia mesmo nenhuma saída. Enquanto as maiores potências da época mantinham grandes exércitos regulares e, principalmente, financiavam, a peso de ouro, exércitos mercenários, os pequenos reinos tinham que contar, em boa parte, com voluntários despreparados para guerras prolongadas.

Mas estou falando de outro despreparo. Despreparo gerado pelas atitudes políticas falhas e pela ideologia dominante enganosa de Judá.

Desde tempos antigos, talvez desde Ezequias – pois isto aparece em Isaías que é do século VIII a.C. – vinha sendo elaborada uma crença específica, a da invencibilidade de Jerusalém, associada à crença na perpetuidade da dinastia davídica.

Por outro lado, G. Bettenzoli, em interessante artigo[21], distingue dois tipos de líderes judaítas. Há os “anciãos de Judá” (ziqnê y’hûdâh), líderes tribais das várias cidades e aldeias judaítas e os “anciãos da casa” (ziqnê bayit), representantes do poder da corte de Jerusalém. Diferente do norte, onde o poder real se constitui a partir das lideranças tribais, o poder de Jerusalém constrói sua própria base, independente dos líderes tradicionais.

Ou seja: “Enquanto nas tribos do norte esta [a instituição monárquica] é inserida no direito sagrado javista, no território de Judá a monarquia é vista como uma realidade estranha à ordem sagrada, como um fenômeno estritamente dependente de uma oportunidade política”[22]. Bettenzoli assinala que, com o tempo, os “anciãos de Judá” vão perdendo sua liderança, gradualmente absorvidos pela monarquia e pela corte de Jerusalém.

É neste contexto que se desenvolve uma teologia da perpetuidade da dinastia davídica, referendada, segundo o deuteronomista, pelo profeta Natã (2Sm 7), e da sacralidade de Sião, moradia de Iahweh, que garante a inviolabilidade de Jerusalém.

Esta teologia pode ser vista também em vários salmos, como o 2, o 89 e o 132. Elaborada pelos sacerdotes associados ao poder real de Jerusalém, obviamente esta teologia apareceria nos salmos, pois estes representam também orações e celebrações do Templo.

Diz J. Pixley: “Os Salmos, por exemplo, expressão máxima desta teologia, até o dia de hoje são atribuídos majoritariamente à autoria de Davi. Para uma leitura a partir dos pobres a teologia davídica é muito ambígua, podendo servir, como aconteceu, para amparar e legitimar sua opressão”[23].

Como vimos, com a morte de Josias quase tudo se perdeu: o poder real sob Joaquim tornou-se extremamente despótico e o Templo, fortalecido pela centralização do culto, associou-se, mais uma vez, aos desmandos da classe dominante enquanto a legitimava e ocultava suas práticas através da religião.

Quanto mais próximo estava o desenlace da crise, mais a elite se apegava ao dogma da inviolabilidade da cidade, especialmente do Templo. Isto interessava aos poderes dominantes, pois garantia seus privilégios a curto prazo. Os governantes judaítas sabiam, observando os acontecimentos, que enfrentariam, mais cedo ou mais tarde, a ameaça sem limites do poderio babilônico.

Podemos acompanhar, acerca desta época, os testemunhos dramáticos dos profetas Habacuc, que pregou entre 605 e 600 a.C., e Jeremias, que atuou incansavelmente desde 627 a.C., vendo, angustiado, o fim de seu país e indo morrer no Egito por volta de 580 a.C.


 

O Império Assírio  de 721 a 610 a.C.

Resumo de GARELLI, P. ; NIKIPROWETZKY, V. O Oriente Próximo Asiático: Impérios Mesopotâmicos – Israel. São Paulo: Pioneira/Edusp, 1982, p. 97-106.

Falemos, em primeiro lugar da política externa. Antes de mais nada, cada mudança de reinado dava margem a sublevações esporádicas ou generalizadas, tendo amiúde de reprimi-las os soberanos durante longos anos, até obter, na melhor das hipóteses, apenas uma calma momentânea. Senão, vejamos: Sargão II praticamente não tivera trégua até sua conquista da Babilônia em 710 a.C.; sua morte, em 705 a.C. foi o sinal para um levante geral, da Palestina ao Elam, em cuja repressão Senaquerib gastaria quatro anos. Assarhadon, no decorrer dos cinco primeiros anos de reinado, viu-se acuado em defensiva nos mesmos teatros de operações, e a ascensão de Assurbanipal provocou a revolta do Egito, que, a despeito de reveses passageiros, terminou por prevalecer sobre as ambições assírias. A morte do grande rei, cerca de 627 a.C., suscitou uma interminável guerra civil, habilmente explorada pelos babilônios de Nabopolassar e à qual os medos dariam um termo brutal, em 612 a.C.

Tal desfecho, até certo ponto, justifica as rebeliões anteriores que, consideradas isoladamente, se nos afiguram como loucos cometimentos, de resto muitas vezes assim julgadas pelos próprios contemporâneos. Foi o que aconteceu com a revolta de Ashdod, Moab e Edom em 714 a.C., esmagada por Sargão II. Ou com a revolta de Ezequias, de Judá, em 705, que levou Senaquerib a destruir 46 cidades de Judá e a sitiar Jerusalém, que só se salvou entregando seus tesouros. Às vezes também os assírios tomavam a ofensiva, para prevenir um perigo latente ou solidificar sua dominação. Assim aconteceu em 714 a.C., quando Sargão II resolveu acabar com a ameaça urártia.

E o Egito? Após a ocupação da Síria por Tiglat-Pileser III, o Egito alimentara sem cessar a agitação na Palestina. Por duas vezes, em 720 e 716, Sargão II chegou à fronteira egípcia, que teve de se abrir ao comércio assírio. Quatro anos mais tarde, o faraó Shabako apoiava secretamente a rebelião de Ashdod e saiu dessa difícil situação entregando a Sargão II o instigador da revolta. Em 701, só por milagre o Egito foi poupado por Senaquerib, que adiou a invasão do Egito, enquanto cercava Jerusalém, e acabou vítima de uma peste provocada por ratos no seu acampamento, tendo que voltar à Assíria.

O assassinato de Senaquerib em 681 a.C. levou o faraó a abandonar sua atitude reservada. A Caldeia estava em efervescência, citas e cimérios agitavam-se na Ásia Menor. O faraó Taharqa instigou as cidades fenícias a alastrarem o incêndio, mas a tomada de Sídon, em 677 a.C., e o tratado imposto a Baal de Tiro permitiram restaurar a ordem assíria nessas regiões. Assarhadon resolveu então extinguir esse foco perpétuo de agitação, regulando definitivamente o problema egípcio. Uma primeira tentativa, em 674 a.C. redundou em malogro. O projeto foi adiado devido às ameaças que pesavam sobre a fronteira ocidental do reino. Só depois de concluir um tratado com os medos, Assarhadon pôs-se à frente de uma expedição, que, em 671 a.C., conseguiu conquistar Mênfis sem maiores dificuldades.

Os assírios jamais conseguiram, entretanto, assentar seu domínio no Egito. Em 670 a.C. estourou a revolta. No ano seguinte Taharqa retomou Mênfis e Assarhadon morreu nesse meio tempo, sem poder castigar o faraó. Em 666 a.C. Assurbanipal prosseguiu a obra do pai. Novamente apoderou-se de Mênfis e, após uma revolta, chegou mesmo a Tebas. Mas o domínio assírio permaneceu precário, pulverizando-se em poucos anos. Em 653 a.C. Psamético I libertou o território egípcio e Assurbanipal, já demasiado absorvido pelos problemas da Babilônia e do Elam, foi obrigado a renunciar a quaisquer projetos de represália. O Egito não mais seria invadido até o reinado do persa Cambises, em 525 a.C.

Conquanto fosse um nítido revés para a Assíria, não se pode dizer que esta aventura desgastou suas forças. A Assíria organizara apenas três breves expedições ao vale do Nilo, de resto vitoriosas, e foram simples guarnições que ali não conseguiram manter-se. E, se estas não haviam sido sustentadas com mais diligência, fora precisamente porque o grosso das forças assírias se achava imobilizado em um verdadeiro ninho de vespas, a Babilônia e o Elam. O reino de Nínive não podia desviar-se desse teatro de operações, visto que nele estavam em jogo, além de todo o seu prestígio, sua segurança mais imediata.

A Babilônia era a joia do império, a fonte de toda espiritualidade, a terra dos santuários prestigiosos, onde, a partir do século IX, os reis da Assíria regularmente iam em peregrinação, e de onde traziam os escritos fundamentais que inspiravam sua religião e a literatura de seu país. Isto porque, embora com seus particularismos, a Assíria no global seguia as tradições do Sul. Havia séculos que encarava com inveja esse vizinho mais dotado que a rejeitava e talvez mesmo a desprezasse. E eis que, sob o enérgico impulso de Tiglat-Pileser III, o inacreditável acontecera: a Babilônia era território assírio. Os novos senhores tudo fariam para conservar esse florão de sua coroa. Tentariam todas as fórmulas constitucionais para poupar as suscetibilidades locais e, quando se tornasse flagrante a derrota, deixariam abater-se pesadamente à sua cólera. Contudo, a repressão e as sucessivas destruições de Babilônia só serviram para galvanizar a resistência. Os babilônios tinham uma impertinente propensão a não se deixar assimilar. Desde que as campanhas de Shamshi-Adad V suprimiram o poder real tradicional da Transtigrina, foram os caldeus que representaram a principal força de oposição. Facilmente atraíram para a causa nacional as grandes cidades da planície, pelo menos as principais, e nem sequer vacilaram em unir-se ao Elam, seu tradicional inimigo, a fim de rechaçar o invasor do Norte.

Ora, essa conjunção de caldeus e elamitas era bastante perigosa para os assírios, pois a guerra, já estafante nos pântanos do sul, ameaçava alastrar-se ao longo do Zagros e, aos poucos, atingir as fronteiras orientais, cortando assim as vias de comunicação com o planalto iraniano. Por isso, era com extrema atenção que os assírios vigiavam os acontecimentos na Babilônia; não empreenderiam outras campanhas militares antes de assegurar sua retaguarda nessa região e, em caso de necessidade, renunciariam a elas para concentrar os esforços no teatro de operações essencial.

Isso se observa desde Sargão II, quando a revolta retumbava em todo o império. Após as primeiras medidas destinadas a apaziguar a opinião pública assíria, passou a hostilizar Merodaque-Baladam, que com apoio do Elam se proclamara rei da Babilônia. Vencedor no confronto, Sargão II fez-se reconhecer como soberano do país, mas não usou qualquer subterfúgio diplomático: tornou-se rei da Babilônia sob seu nome assírio.

Senaquerib, cujo reinado foi praticamente todo consagrado a tentar resolver o problema babilônico, experimentou diversas fórmulas constitucionais. Após vários confrontos duvidosos com babilônios e elamitas, Senaquerib em 689 a.C. recuperou a superioridade e deu livre curso a seu furor: saqueou Babilônia e a inundou com as águas do Eufrates. Esse terrível exemplo e quiçá também a clemência de Assarhadon asseguraram, durante alguns anos, uma relativa calma na Babilônia. O novo rei restaurou a capital do sul e restituiu-lhe o papel de encruzilhada comercial.

Uns vinte anos depois, a situação evoluiria de forma dramática, em parte, provavelmente, devido às disposições testamentárias de Assarhadon que dividira os territórios mesopotâmicos entre os dois filhos, Assurbanipal e Shamash-Shum-Ukin. A divisão, de fato, havia sido bastante desigual, porquanto o domínio de Shamash-Shum-Ukin, apesar de ser o primogênito, cobria apenas os territórios de Babilônia, Borsippa, Cuta e Sippar, os quais ele nem sequer controlava de maneira absoluta. O filho mais novo, Assurbanipal, era o verdadeiro senhor do império. Tal situação devia parecer injusta e, sem dúvida, foi ela que levou o rei da Babilônia à revolta. No confronto que se seguiu, Assurbanipal tomou de assalto a cidade de Babilônia em 648 a.C. e seu irmão Shamash-Shum-Ukin morreu no incêndio de seu palácio. A Babilônia reconquistada foi administrada por Kandalanu. Quanto ao Elam, as tropas assírias saquearam sua capital Susa e o país foi reduzido a província assíria.

O desmoronamento do império assírio, que seguiu de perto o triunfo de seu maior soberano, Assurbanipal, é frequentemente considerado um “escândalo histórico”. Por certo, múltiplas causas, ainda mal conhecidas, devem ter entrado em jogo, e a trama dos acontecimentos permanece objeto de discussão. O fenômeno, efetivamente, continuaria incompreensível, se não se levasse em conta o fato seguinte: entre 627 a.C., data presumível da morte de Assurbanipal, e 612 a.C., data da queda de Nínive, houve uma sucessão quase ininterrupta de guerras civis ou externas. Quando os medos intervieram, o país devia encontrar-se esgotado.

Um fato novo, com efeito, ocorrera com a morte de Assurbanipal: o problema da sucessão não pôde ser solucionado, como sempre acontecera até então. O direito de Assur-Etel-Ilani à sucessão de Assurbanipal foi contestado pelo general Sin-Shum-Lishir e, a seguir, por um outro filho de Assurbanipal, Sin-Shar-Ishkun. Os revoltosos, que operavam a partir de bases militares em Babilônia, foram atacados incontinente por Assur-Etel-Ilani, e Sin-Shum-Lishir logo desapareceu de cena. A guerra entre os dois irmãos campeou daí em diante, para proveito de um caldeu, Nabopolassar, chefe do País do Mar. Assim, pelo menos três exércitos atuavam ao mesmo tempo na Babilônia. As cidades mudavam frequentemente de mãos, e não mais sabiam onde se encontrava a autoridade legítima.

Os fatos são um pouco confusos, mas em 616 a.C. Nabopolassar controlava toda a Babilônia e levava a cabo operações ofensivas ao longo do médio Eufrates. A direção tomada pelos acontecimentos levou o faraó Psamético a intervir, pois os assírios se achavam impossibilitados de controlar a Síria e a Palestina, tendo as províncias dessa região recobrado uma independência de fato.

Em 612 a.C. a Assíria teve seu império assaltado e sua capital destruída pelos medos e babilônios. Seu rei fugiu para Harã e resistiu ainda dois anos, com ajuda egípcia. Em 610 a.C. o rei da Assíria é desalojado de Harã. Em 609 a.C. os assírios tentam, novamente, tomar Harã. Sem sucesso. Seja como for, os derradeiros restos do império assírio desapareceram então para sempre. Toda a Djezireh passou a ser território babilônico e o faraó Necao implantou o domínio egípcio na Palestina, nas cidades fenícias e nas antigas províncias aramaicas da Assíria, até os vaus do Eufrates.


 

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>> Bibliografia atualizada em 21.06.2015

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[20]. Cf. a análise PIXLEY, J. A história de Israel a partir dos pobres, p. 73-90.

[21]. Cf. BETTENZOLI, G. Gli Anziani in Giuda. Biblica, Roma, n. 64, p. 211-224, 1983; Gli Anziani di Israele. Biblica, Roma, n. 64, p. 47-73, 1983.

[22]. Idem, ibidem, p. 233.

[23]. PIXLEY, J.   o. c., p. 30.

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